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Posted on 24-07-2009
Filed Under (Newsletter) by vitor on 24-07-2009

Ninfa proibida/ABC/EFE
vinho
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Acredite se quiser, mas o fato é que no conservador estado do Alabama, em pleno furor das comemorações nos Estados Unidos dos 40 anos da ida do homem à lua, as autoridades locais proibiram a venda de uma marca de vinho porque as etiquetas de suas garrafas mostram uma ninfa nua montada em uma bicicleta com asas.

Segundo a agência de notícias EFE, fontes da Junta de Controle de Bebidas Alcoólicas do estado indicaram nesta sexta-feira(24), que o organismo enviou uma carta a casas comerciais, bares e restaurantes, ordenando-lhes que não vendam o vinho porque a etiqueta foi rechaçada..

Acrescentaram que, de acordo com as normas do estado, estão proibidas as etiquetas que sejam “ofensivas ou imodestas”.Bill Leigon, presidente da empresa vionícola Hahn Family Wines, assinalou que o vinho está sendo vendido em todo país e que, até agora, não havia recebido queixas pela etiqueta.

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações da agência EFE e do jornal ABC, de Madri)

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Posted on 24-07-2009
Filed Under (Artigos, Gilson) by vitor on 24-07-2009

A santa que vela por Serrinha
sanfa
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CRÔNICA/VIVÊNCIAS

Em nome da Santa

Gilson Nogueira

O Governo do Estado da Bahia vai proporcionar ao povo da cidade de Serrinha ( 173 km de Salvador ) maior quantidade de água nas suas torneiras. Por conta disso, lembro-me das primeiras trovoadas vividas, ali, nas férias escolares. Era época do deslizar no barro molhado por tempestades raras, no início dos anos 50 do século passado, como se o desejo fugaz de velocidade tivesse, também, o de comemoração, ao sentir o frescor da chuva a nos lambuzar a cara pintada de terra e manga.

As tempestades serrinhenses caiam para fazer “sangrar” o açude da Bomba e o riacho da Bela Vista, hoje mortos, no início dos anos 50 do século passado. Alagavam, de quebra, o desejo de jogar bola, na Baixa. Não era problema. Entre as opções de lazer dos meninos, além do baba, ver passar boi de careta constituía-se em espetáculo gratuito e imperdível. Tangido por vaqueiro encourado, torcíamos pela fuga do boi, a caminho do matadouro. Perdíamos o jogo.

Com uma venda de couro sobre olhos, parecendo chifrar a própria sombra, a caminho da morte, o bicho era um perigo só. Parado, nos olhava, de lado, furioso, até o momento exato de “resolver” sair correndo, pular cercas e muros, invadir quintais, colocar assustados moradores da Avenida Antonio Rodrigues Nogueira, grande e bonita via que liga o centro da hospitaleira Serrinha ao município de Barrocas.

Desde sua fundação, Serrinha é a casa de Nossa Senhora Santana, sua padroeira. A estátua, esculpida em cimento e ferro, foi erigida pelo saudoso fazendeiro Samuel Nogueira, no alto da colina que leva o seu nome, em atenção ao pedido de seu pai, Antonio Rodrigues Nogueira, devoto da Santa e um dos pioneiros da cidade, antiga morada dos índios Cariris. Comenta-se que o belo monumento, doado pela família Nogueira ao Clero de Serrinha, está a merecer cuidados especiais da Diocese local, em vez da idéia, que muitos consideram absurda, de vir a ser trocada por uma estátua de madeira, conforme anunciado, recentemente, por um padre, em sermão de missa por ele celebrada.

Volto ao boi de careta. Como não sou adepto do “ atletismo” da Corrida de São Firmino, na Espanha, jamais desafiei touro algum, mesmo porque, considero-me, desde as touradas que os circos inventavam, hoje, no patamar de meus bem vividos anos, entre idas a vindas a Serrinha, defensor intransigente do aconselhamento naturalista de quanto menos carne verde comer, melhor para a saúde humana.

A Santa, graças a Deus, continua, lá, firme e forte, como o maior cartão-postal de Serrinha!. Os bois de careta? Bem, esses, sumiram, como os carros puxados por aqueles que não usavam máscara. “Ôa, Turmiada!; Meia-volta, Canário; Volta, Passo Preto! Na lembrança, os sons de um tempo do gemido de pau na roda e da toada dos que não imaginavam, um dia, na esteira das impiedosas agressões à história de um povo e às suas tradições religiosas e culturais, que se cogitasse transformar um símbolo de fé em pó.

Gilson Nogueira é jornalista

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GRAZZI BRITO

JUAZEIRO (BA) -A desembargadora Cynthia Resende, durante sessão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que julga o processo de impugnação da candidatura do deputado por Juazeiro, Misael Neto (DEM), divergiu do parecer prévio do Ministério Público que recomendava o arquivamento do processo, em março de 2008 , assinado pelo procurador geral eleitoral Cláudio Gusmão. Após o pedido de cassação do mandato do deputado o julgamento foi suspenso e remarcado.

No processo Misael Neto é julgado por prática de abuso de poder econômico na campanha eleitoral 2006, onde é acusado de distribuição de brindes, utilização de trios elétricos e shows artísticos, inauguração de obras públicas, por parte do gestor municipal da época (pai do deputado) em que realizava atos de campanha para o filho, utilizando de funcionários da prefeitura durante a campanha de Misael Neto e caixa dois.

Em nota Misael Neto diz-se surpreso pela decisão da Desembargadora, e que o processo é “movido por razões partidárias e pouco transparentes” esclarecendo que “os votos contrários ao parecer inicial da Promotoria basearam-se em depoimentos testemunhais, que nossos advogados irão refutar no Pleno do TRE sem nenhuma dificuldade”. O deputado finaliza reiterando “a disposição de defender este mandato que é do povo da Bahia e especialmente, das comunidades mais carentes do São Francisco”, porque, enfim, em 2010 tem eleição novamente.

Grazzi Brito, jornalista, mora em Juazeiro, no Vale do São Francisco

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Posted on 24-07-2009
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Deu no jornal:

Em sua edição desta sexta-feira(24) o respeitado jornal britânico The Economist afirma que a Petrobras enfrenta incertezas políticas, apesar das vastas reservas e sucesso comercial.Na matéria intitulada Oil and Revolution (“Petróleo e Revolução”, em tradução literal), segundo a BBC Brasil, a revista classifica a Petrobras como a “mais ambiciosa companhia petrolífera do mundo” e afirma que as conexões políticas são essenciais para a empresa.

A Petrobras -segundo Tha Economist-, enfrenta atualmente duas incertezas na área política: a investigação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e o marco regulatório para a exploração da camada do pré-sal.

Ao tratar da CPI, a Economist assinala que a investigação foi aberta a partir de “alegações de contratos superfaturados e motivação política nas atividades beneficentes da empresa”.

Segundo a revista, o presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, recebeu de maneira positiva a investigação, mas teme que a CPI se torne um “circo político”, o que poderia ameaçar a empresa.

The Economista diz ainda em sua matéria sobre a estatal brasileira, que a Petrobras já possui um documento com mais de 10 mil páginas que desqualifica a acusação de superfaturamento. Segundo a revista, a CPI pode prejudicar a reputação da Petrobras “apenas levemente”.

Pré-sal

Em relação ao pré-sal, o texto da Economist aponta o que a revista britânica considera a segunda incerteza que ameaça a Petrobras: o marco legal para a exploração do pré-sal.
Segundo a publicação, a saída para a exploração provavelmente será criar uma nova estatal para administrar os novos contratos.

Para a revista, esse marco regulatório é uma incerteza política porque poderia representar um risco para o Brasil.”Um risco para o Brasil é que essa nova companhia se torne uma fonte de lucros sem uma real função, exceto satisfazer a avareza dos políticos. O principal perigo para a Petrobras é a possibilidade de a nova companhia se tornar uma rival comercial”, diz a Economist.

Mas nem tudo é incerteza na Petrobras, reconhece Economist. Em contrapartida às incertezas políticas, a revista cita em sua matéria os ousados projetos de investimentos da empresa petrolífera brasileira e ressalta as boas relações da Petrobras com o governo chinês.

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