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Postado em 18-07-2009
Arquivado em (Artigos, Gilson, Multimídia) por vitor em 18-07-2009 18:38


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Tom Jobim, de óculos, com um puro Havana entre os dedos da mão esquerda, está na foto. Lê uma partitura. Parece vivo. Na parede, tem sentido estético. Faz parte do meu acervo de jornais, revistas, livros, CD e DVD sobre o maestro soberano.

Anos Dourados está disponibilizada no site-blog-blog-site Bahia em Pauta. A Bossa Nova, estado de espírito, estética do processo, silêncio que encanta, divisor de águas da música brasileira, tem mais vez, na Bahia. Viva, Vitor!!!

Dia e noite, em constante estado de oração, ou melhor, de BN, estou a cantar e a ouvir canções do gênero, a recordar momentos vividos com quem fez e faz a Bossa ser eterna. Por isso, vou providenciar, já, reprodução de foto do saudoso Luizinho Eça, para ficar ao lado da foto de Tom, aqui, no gabinete do meu computador.

Luizinho, o maior pianista de todos os tempos da Bossa Nova, com quem compartilhei gargalhadas à moda carioca-baiana, não morreu. Em algum lugar do Cèu, ele se movimenta, cria, toca magistralmente, sorri, como faz ao executar Na Baixa do Sapateiro, de Ary Barroso, com Lilian Carmona, à bateria, e Luiz Alves, no baixo, nesse vídeo. Ouça, curta, sonhe e diga que a Bossa Nova vai arrasar!!!

Vai, amigo, solta o pau, como disse, a Luizinho Eça, no dia em que o conheci, em uma das viagens do lendário Tamba Trio, a Salvador, no início da década de 70 do século passado, a caminho do Teatro Castro Alves, onde o Tamba iria fazer show memorável!

Eu estava lá, na primeira fila, embasbacado com o som do Tamba, o melhor trio que o Brasil conheceu. Havia ganho o passaporte que faltava. Tom e Luizinho permanecem vivos, em nossos corações. A Bossa continua linda, gente boa!

(Gilson Nogueira é jornalista)

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