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Postado em 12-07-2009
Arquivado em (Newsletter) por vitor em 12-07-2009 10:27

Latoya com os filhos de Michael na despedida
latoya
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A dúvida nasceu em alguns círculos retritos como remota possibilidade.Em seguida foi o próprio pai do artista que aderiu à tese.Agora é Latoya Jackson, uma das mais famosas irmãs do artista quem assegura -semanas antes de sair o laudo médico legal definitivo sobre as causas da morte- que o Rei do Pop, Michael Jacson, foi assassinado.

No tabloidel ‘News of the World’, com título que toma toda a primeira página “Sei quem assassinou meu Michael”, Latoya afirma que são várias as pessoas responsáveis pelo desaparecimento de seu irmão, ocorrida em 25 de junho, e o motivo foi “uma conspiração para apoderar-se do dinheiro de Michael”.A matéria está reproduzida também no “El Mundo”, um dos diários mais lidos da Espanha.

NAS SOMBRAS – Tanto Latoya quanto sua família – segundo El Mundo – estão convencidos de que a presumida overdose de medicamentos de seu irmão foi um “assassinato”. “Michael valía mais de um bilhão de dólares devido a seus direitos musicais e por isso alguém o matou. Valia mais morto que vivo”, indica Latoya. Ela acrerscenta que, além disso, no dia da morte de seu irmão desapareceram joias e dinheiro vivo da mansão do megaastro do Pop. “Michael sempre tinha dinheiro em efetivo em casa, geralmente em volta de dois milhões de dólares”, precisou.

Um grupo de figuras “nas sombras” obrigou Michael a assinar um contrato para realização de 50 apresentações em Londres, declarou ainda Latoya ao diário ‘Mail on Sunday’. Seu irmão, segundo ela, era fármacodependente e foi tratado como um “cavalo de ouro”. Ele era o homem mais solidário do mundo”, disse.

De acordo com o testemunho da irmã, Michael não queria fazr tantos concertos. “Há menos de un mês, eu disse que pensava que Michael ia a morrer antes das atuações de Londres porque estava rodeado de “gente que não abrigava as melhores intenções o albergaba las mejores intenciones en seu coração”. disse Latoya, que define Michael como uma pessoa “muito dócil”. cala e carinhosa, de quem “essa gente se aproveitava”. “Nunca acreditei que Michael viveria até ser um anciãoiera hasta ser un anciano”, assinal a entrevistada, convencida de que “antes ou depois lhe iria acontecer algo terrivel”.

Bahia em Pauta acrescenta ao texto de El Mundo: Latoya pode até estar sendo traída por seu instinto e sentimentos emocionais, mas suas palavras dão o que pensar.

(Texto traduzido de El Mundo, por Vitor Hugo Soares)

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