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Posted on 12-07-2009
Filed Under (Multimídia) by vitor on 12-07-2009


A música para terminar o dia é o Hino do Vitória, tropa de elite do futebol baiano, que arrasou o Santos neste domingo(12) ao aplicar goleada de 6 a 2 que vai ficar na história do Barradão. Podem festejar, rubronegros!
(VHS)

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Posted on 12-07-2009
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Roger, nome do jogo, arranca para marcar/UOL
roger

Foi um triunfo para ficar na história do futebol baiano e do Barradão, além de deixar Salvador em festa e de alma lavada na noite deste domingo(12) , vestida em vermelho e preto. Com atuação de gala no primeiro tempo, o Vitória fez quatro gols em apenas 28 minutos , antecipando o verdadeiro massacre que se completaria com a goleada final: 6 a 2. “E não era um timeco qualquer que estava do outro lado, era o grande time do Santos”, vibrava o técnico rubronegro, Paulo Cesar Carpegianni , ao comentar o desempenho quase irretocável de seu time.

Do outro lado, cinco meses depois de ter trocado o leão pelo peixe, o técnico Wagner Mancini -na corda bamba – , não conseguia disfarçar o espanto com perfeita combinação de tática e técnica de sua ex-equipe, em contraste com a apatia e ineficiência do time que treina atualmente. O Santos apenas esboçou uma reação, mas não conseguiu escapar da humilhação.
“Foi uma partida muito boa do Vitória, e encaro com naturalidade até o apagão em alguns momentos do jogo, quando tomamos dois gols, mas conseguimos voltar a controlar a partida. Só não gostei nos minutos finais, quando alguns dos nossos tentaram jogadas para humilhar. Isso não admito em time que eu treino, pois isso um dia pode reverter contra nós”, avaliou Carpegianni.
É o quinto triunfo do time comandado por Paulo César Carpegian em cinco partidas disputadas no Barradão.Com este triunfo especial a equipe rubro-negra está de volta ao terceiro lugar do Campeonato Brasileiro, com 19 pontos ganhos. Já o Santos manteve-se com 13 pontos e caiu para o 10º lugar.

As duas equipes voltam a jogar na quarta-feira: o Vitória atua quinta-feira, contra o Náutico, nos Aflitos, em Recife. Na véspera, o Santos recebe o Grêmio Barueri na Vila Belmiro.

A goleada do Vitória começou logo aos três minutos. O goleiro Douglas espanou na tentativa de dar um chutão para frente e entregou a bola de presente a Roger. O atacante, que neste domingo assumiu a artilharia  do Brasileirão, chutou fraco, mas o suficiente para pegar o goleiro no contrapé e fazer 1 a 0.. Aos 15min, Leandro Domingues lança Roger, a defesa do Santos parou pedindo impedimento e o atacante só teve o trabalho de bater na saída do goleiro e marcar o segundo gol dele no jogo, o sétimo no Brasileirão, igualando-se a Felipe, do Goiás, na artilharia da competição.

O Vitória ainda teve duas chances antes de marcar o terceiro, aos 23min, em contra-ataque fulminante puxado por Leandro, que tocou para Willian, bater no coanto esquerdo e sair para o abraço.O quarto saiu aos 27min: Leandro Domingues cruzou da direita e o zagueiro Victor Ramos ganhou de Fabão para levar a torcida rubro-negra ao delírio e o técnico Vagner Mancini ao desepero.

Quando tudo se encaminhava para um primeiro tempo perfeito do Vitória, o zagueiro Victor Ramos cometeu um pênalti infantil no lateral Pará. Na cobrança , aos 46min, o atacante Kléber Pereira não desperdiçou e diminuiu o marcador.O Santos voltou melhor no segundo tempo e marcou o segundo gol aos 16min: Madson cobrou falta na área e Paulo Henrique Ganso fez de cabeça: 4 a 2. Quando o Santos parecia que iria reagir, aos 28min o zagueiro Domingos derrubou Wallace na grande área. Pênalti que Leandro Domingues cobrou com perfeição e fez o quinto gol rubro-negro.Aos 33min, o atacante Roger recebeu um passe alongado e acreditou. Após chegar à bola, o atacante cruzou para trás e o meia Jackson, de cabeça, tirou do goleiro e fechou a tampa do caixão do Santos, selando a goleada de 6 a 2.

Um Vitória que alegra a sua torcida e dá dignidade ao futebol baiano.

(Postado por:Vitor Hugo Soares)

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“Como explicar sabor do murici pisado com rapadura?”
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CRÔNICA/SENTIMENTOS

DUAS OU TRES COISAS SOBRE MARIO LIMA

Janio Ferreira Soares

Como bem disse mestre Vitor Hugo, ele era uma figura das mais raras. Com os amigos, plácido como os remansos que o São Francisco formava nas encostas de sua Glória natal. Com os adversários, forte como as águas do mesmo rio, que mais na frente desembocavam nas cachoeiras de Paulo Afonso. Assim foi Mário Lima, ou melhor, Marão, que era como eu o chamava durante nossos longos papos, ultimamente (que pena!) só por telefone.

Costumo dizer que quem nasceu ou viveu por esses lados do Brasil sempre levará consigo, até o último suspiro, fatos e acontecimentos que ficam definitivamente anotados na memória. É que o sertão, assim como os ferros que marcam o couro do gado com as iniciais do dono, também deixa na gente dezenas de lembranças que são quase impossíveis de apagar e de explicar.

Como traduzir para uma pessoa, por exemplo, o gosto de um leite espumando, ainda quentinho, saído diretamente do peito da vaca, se ela só tomou o de pacote? Como chegar para alguém e explicar que cheiro tem as flores do tamarineiro ou o vento que sopra antes da chuva chegar, se ele mora numa cidade de concreto? E como dizer pro seu vizinho de apartamento que o mesmo Sol que esturrica árvores, chão, animais e bem-te-vis, no final da tarde nos dá de presente um deslumbrante céu alaranjado, cenário perfeito para ecoar o som da difusora da praça tocando a Ave Maria? Sinceramente, só pra quem é daqui. E Mário, apesar de cidadão do mundo, nunca deixou de sê-lo.

Prova disso é que toda vez que eu escrevia um artigo que falava sobre esses sentimentos ele vibrava e dava um jeito de falar comigo, apesar de, na época, eu morar no meio do mato e ter como único meio de comunicação um velho telefone via rádio, que vivia a mercê dos humores dos ventos que sopravam de Paulo Afonso. Foi o que aconteceu quando eu fiz o artigo A Noite dos Filhos Ausentes, que fala sobre a volta dos filhos de Glória que moram em outras cidades para festejar a trezena de Santo Antônio.

Nesse dia ele me ligou e, animadíssimo, apesar de já meio adoentado, ficou horas e horas lendo cada parágrafo pra mim, como se eu não soubesse o que eu mesmo tinha escrito. “Veja que maravilha, Janio”. E lia, com a sua voz deliciosamente familiar: “Pena que muitos glorienses da pesada não podem vir. Para eles, uma sugestão. Nessa noite, pensem num som de zabumba e pífano tocando no pátio da igreja e no chiado dos foguetes subindo e espalhando seus pequenos fragmentos de luz pelo céu. E se por acaso a boca salivar, liguem não, é apenas a velha memória lembrando de um tempo em que os tamarindos e umbus-cajás pareciam eternos”. E completava, rindo e emocionado: “Janinho, você é um porreta!”.

Sem querer bater na trave da pieguice – mas já batendo -, tenho pra mim que antes de virar pequenos fragmentos de luz pelo céu ele ouviu zabumbas, foguetes, matracas e sinos, e sentiu no canto da boca o gostinho de um murici pisado com rapadura num velho pilão de um alpendre qualquer. Que sacanagem com a gente, Marão!

Janio Ferreira Soares, cronista, nascido em Glória – como Mario Lima que acaba de partir – é secretário de Cultura e Turismo de Paulo Afonso, no Vale do São Francisco.

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Protogenes: chumbo grosso
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O delegado Protógenes Queiroz, condutor da emblemática Operação Satiagraha, da Polícia Federal, que completou um ano esta semana produzindo consequências, passa o fim de semana em Salvador.Ainda feliz da vida com com a denúncia criminal apresentada pelo Procurador da República Rodrigo de Grandis, na sexta-feira, 03, contra o banqueiro Daniel Dantas e mais 13 pessoas envolvidas nas estranhas transações que desde então ele denuncia, recarrega baterias em sua cidade de nascimento antes de voltar a São Paulo.

Ainda neste domingo (12), à meia noite e quinze (que pena este horário da madrugada que impede tanta gente de ver), no canal privado da Rede TV, o delegado Protógenes Queiroz será entrevistado no programa apresentado pelo repórter do jornal Folha de S. Paulo, Kennedy Alencar.

Logo cedo neste domingo, em nota divulgada em seu Blog, o delegado da PF desmentiu boatos de que estaria articulando a sua filiação política ao PDT para se candidatar a deputado federal por São Paulo. Vem mais chumbo grosso por aí, pelo que se deduz pela chamada da Rede TV para o programa de logo mais: “Idealista e polêmico ele luta com todas as forças contra a corrupção”.

Vale a pena ficar acordado até mais tarde neste domingo para conferir, apesar do horário.

(Postado por: Vitor Hugo Soares)

Latoya com os filhos de Michael na despedida
latoya
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A dúvida nasceu em alguns círculos retritos como remota possibilidade.Em seguida foi o próprio pai do artista que aderiu à tese.Agora é Latoya Jackson, uma das mais famosas irmãs do artista quem assegura -semanas antes de sair o laudo médico legal definitivo sobre as causas da morte- que o Rei do Pop, Michael Jacson, foi assassinado.

No tabloidel ‘News of the World’, com título que toma toda a primeira página “Sei quem assassinou meu Michael”, Latoya afirma que são várias as pessoas responsáveis pelo desaparecimento de seu irmão, ocorrida em 25 de junho, e o motivo foi “uma conspiração para apoderar-se do dinheiro de Michael”.A matéria está reproduzida também no “El Mundo”, um dos diários mais lidos da Espanha.

NAS SOMBRAS – Tanto Latoya quanto sua família – segundo El Mundo – estão convencidos de que a presumida overdose de medicamentos de seu irmão foi um “assassinato”. “Michael valía mais de um bilhão de dólares devido a seus direitos musicais e por isso alguém o matou. Valia mais morto que vivo”, indica Latoya. Ela acrerscenta que, além disso, no dia da morte de seu irmão desapareceram joias e dinheiro vivo da mansão do megaastro do Pop. “Michael sempre tinha dinheiro em efetivo em casa, geralmente em volta de dois milhões de dólares”, precisou.

Um grupo de figuras “nas sombras” obrigou Michael a assinar um contrato para realização de 50 apresentações em Londres, declarou ainda Latoya ao diário ‘Mail on Sunday’. Seu irmão, segundo ela, era fármacodependente e foi tratado como um “cavalo de ouro”. Ele era o homem mais solidário do mundo”, disse.

De acordo com o testemunho da irmã, Michael não queria fazr tantos concertos. “Há menos de un mês, eu disse que pensava que Michael ia a morrer antes das atuações de Londres porque estava rodeado de “gente que não abrigava as melhores intenções o albergaba las mejores intenciones en seu coração”. disse Latoya, que define Michael como uma pessoa “muito dócil”. cala e carinhosa, de quem “essa gente se aproveitava”. “Nunca acreditei que Michael viveria até ser um anciãoiera hasta ser un anciano”, assinal a entrevistada, convencida de que “antes ou depois lhe iria acontecer algo terrivel”.

Bahia em Pauta acrescenta ao texto de El Mundo: Latoya pode até estar sendo traída por seu instinto e sentimentos emocionais, mas suas palavras dão o que pensar.

(Texto traduzido de El Mundo, por Vitor Hugo Soares)

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