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Postado em 11-07-2009
Arquivado em (Multimídia) por vitor em 11-07-2009 10:50


Em 7 de junho de 1989 morria prematuramente Nara Leão, aos 47 anos. 20 anos depois de seu desaparecimento, completados mês passado, a importância de Nara para a MPB, em especial para a Bossa Nova, segue inabalável. Quase como amadora ela presenciou o nascimento do movimento , em razão da amizade com Roberto Menescal (que ela conheceu na praia aos 11 anos de idade), Edu Lobo, Wanda Sá e Ronaldo Boscoli. Estreu profissionalmente em 1963, ao lado de Vinícius de Moraes e Carlos Lyra, na comédia Pobre Menina Rica, “ano em que a bossa nova já ultrapassara a sua primeira fase e vivia a segunda, em plenitude”.

Nara nasceu em Vitória, capital do Espírito Santo, a 19 de Janeiro de 1942. Mudou-se com a família para o Rio de Janeiro com um ano. Sua formação é, pois, toda carioca, zona sul, Copacabana no auge, anos 50 . Estimada, querida, amada pelo charme oriundo da invencível timidez que não a impedia de ser franca, sempre que necessário, “Nara polarizou como figura feminina simbólica, a natureza íntima do movimento”.

Ei-la, na música para começar o dia no Bahia em Pauta, neste sábado, 11/7, em fantástica interpretação de “Dueto”, com Chico Buarque de Holanda, sua alma gêmea masculina.

(Vitor Hugo Soares)

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