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Juazeiro: emprego, cuidado e qualidade de vida
cidades,
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GRAZZI BRITO

JUAZEIRO(BA)- cidade baiana de Juazeiro, no Vale do São Francsico, está bem na fotografia de maio sobre emprego e qualidade de vida na Bahia.Os índices do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados semana pelo ministério do Trabalho, mostram a terra do cantor João Gilberto e do craque da seleção, Daniel Alves, decisivo no jogo contra a Africa do Sul pela Copa das Confederações, na liderança da criação de empregos com carteira assinada no Estado.

No mês passado, em Juazeiro, foram criadas 2.276 vagas de trabalho, ficando a capital Salvador em segundo lugar em números absolutos, com a criação de 1.508 postos de trabalho no mesmo período. A Bahia ocupa o 5º lugar no ranking brasileiro, mas o ministro Carlos Lupi, ao dar as informações, citou Juazeiro “como um modelo nacional”.

Dos 2.276 postos de trabalho formais, 1.746 deles apenas na indústria da Transformação, o que representa uma taxa de crescimento da formalidade de10,39% no município, segundo o Caged. O governo municipal, conduzido por um administrador comunista (PC do B), comemora com festa a noticia, mas reconhece que á necessário fazer bem mais, tanto no município como na região do Vale do São Francisco.

“Acredito não ter sido uma surpresa, porque Juazeiro é uma região forte, geograficamente estratégica e com uma base consolidada na economia do agronegócio, exportando praticamente para o mundo todo. O que precisamos
fazer é desenvolver uma atuação focada na capitalização de novos investimentos para a região, conquistar mais investidores”, assinala otimista o assessor dfe Planejamento e Desenvolvimento Econômico do município, Carlos Neiva.

Ele destaca ainda o fato de Juazeiro apresentar um comércio bastante prospero, “numa cidade de porte médio com uma qualidade de vida muito boa”.

Agora é aguardar os números de junho e dos meses seguintes, para verificar se eles confirmarão o otimismo do ministro Lupi e do assessor municipal.

Grazzi Brito é jornalista, mora em Juazeiro, na região do Vale do São Francisco.

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Jachson; “máquina de ilusão”
michael
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Em conversa com o repórter Claudio Leal, da revista eletrônica Terra Magazine, pouco depois da confirmação da notícia da morte de Michael Jackson, em Los Angeles, o compositor paraibano de Catolé do Rocha, Chico César confessou sua tristeza e explicou que não sabia que estava “tão ligado afetivamente” ao megaastro do pop americano.

Na avaliação de Chico Cesar , o ídolo pop falecido ontem, aos 50 anos, “emprestou sua vida a uma máquina de ilusão”.

– Emocionalmente, fico muito triste, muito abalado. Fico triste porque tenho a impressão de que ele viveu infeliz nos últimos anos. Acho ruim pra ele não ter sido da Igreja Católica, ele não teve esse respaldo.

O compositor de “Mama África”, atualmente secretário de Cultura de João Pessoa (PB), avalia que o fato de Michael Jackson “ser negro, um negro bem sucedido, o desfavoreceu”. E prossegue no Terra Magazine a análise de uma das estrelas mais fulgurantes do mundo pop (e do século 20).

– Houve uma vigilância grande contra ele. Nunca concordei com molestamento de criança, não sei se ele molestou. Ele não teve Igreja Católica pra defendê-lo. Mas, além dessa questão racial, fica esse vazio. Foi um artista que emprestou sua vida a uma máquina de ilusão, desde pequeno, no Jackson Five.

LEIA A INTEGRA DA ENTREVISTA DE CHICO CESAR NA TERRA MAGAZINE ( http://terramagazine.terra.com.br)

(Postado por;Vitor Hugo Soares)

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Música para começar o dia. Mais palavras, aqui, seriam inúteis. (VHS)

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Sarrah Faucett: “febre dos descolorantes”
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ARTIGO/ ARTE E TENDÊNCIA

A  ANJA FARRAH FAWCETT
Aparecida Torneros

Estávamos nos anos 70, o seriado das Panteras fazia sucesso na televisão e todas as jovens de 15 a 30 anos cortavam o cabelo como Farrah Fawcett. As mechas alvoroçadas, a febre dos descolorantes em camadas diferenciadas, luzes nas cabeças de uma geração espremida entre o pós-guerra, a misteriosa guerra fria e o arrocho ditatorial brasileiro.

Eu não escapei, usei madeixas como a pantera loira do Charlie, e incorporei até o perfume Charlie’s, de uma grife famosa da época.

Ela, a atriz, não nos indicou somente o modismo da série televisiva, valores comerciais ou cortes de cabelos, ela nos passou identidade de mulher do nosso tempo, amante assumida dos seus amores, e foi das primeiras mães solteiras hollywoodianas a assumir publicamente amor e maternidade, sem casamento e sem divórcio.

Há duas semanas, quando seu estado de saúde se agravou, a bela Farraw, em noticiário constante, foi pedida em casamento pelo pai do seu filho, o não menos famoso ator Ryan O’Neal , e nem deu tempo de sabermos se aceitou a proposta. O que sabemos é que ela lutou contra o câncer, bravamente, em meio a infortúnios e desgostos, acompanhando problemas constantes do filho herdeiro envolvido com prisões e drogas.

A guerreira Farrah nos lembrava mesmo a saga das garotas do Charlie, anjos lutadores em favor da lei. Ela demonstrou, muitas vezes, sua performance atlética nas produções cinematográficas, em meio a sorrisos grandiosos, olhares profundos, posturas próprias de mulheres que dizem ao que vieram, que não fogem da raia e nem tampouco se escondem sob subterfúgios inconsistentes.

Hoje, ao descansar seu corpo do embate inglório, a angelical Farrah nos dá o exemplo da fêmea contemporânea, ocidental, modelo e atriz, aquela que posou para a Playboy, andou metida em questões judiciais em função de quebra de contrato comercial, cumpriu papel como detetive na fantasia televisiva e chegou a vender 1 milhão e trezentos e cinquenta e um mil exemplares na edição das suas fotos sensuais. Foi o segundo recorde da publicação norte americana. Também, durante a amargura da doença, produziu um documentário corajosos sobre abordando o tema, de frente, exemplarmente, servindo de referência para o público feminino do mundo inteiro.

Farrah Fawcett foi casada com Lee Majors (da série “O Homem Biônico”). Nessa altura adotava o nome de Farrah Fawcett-Majors. Depois de se separar de Lee Majors, Farrah teve um romance com o ator Ryan O’Neal que durou 17 anos e com quem teve um filho. Esse caso fez com que Ryan tivesse um sério atrito com sua filha atriz Tatum O’Neal, que não aceitou essa relação. Estiveram separados por 13 anos e voltaram a se relacionar recentemente.

A atriz americana, nascida no Texas, tinha 62 Anos e enfrentou um câncer anal desde setembro de 2006. Em outubro do mesmo ano, Farrah se submeteu a uma cirurgia para retirar um tumor do intestino grosso e fez sessões de quimioterapia e radioterapia durante seis semanas. Quatro meses depois, a atriz recebeu um diagnóstico de que estava curada. No entanto, em maio de 2007, ela anunciou que o tumor havia voltado.

Farrah, cujo nome verdadeiro é Mary Farrah Leni Fawcett, estudou microbologia na Universidade do Texas, mas sempre quis ser atriz. Estreou na televisão em 1965 na série Jeannie é um Gênio. Nos anos seguintes, participou de The Flying Nun (1967) e The Partridge Family (1970). O grande sucesso veio após ser convidada pelo produtor Aaron Spelling para atuar no seriado As Panteras (Charlie Angel’s), em 1976, ao lado de Kate Jackson e Jaclyn Smith.

Ela nos deixa sob o real impacto da identificação de mulher da nossa geração. Imagem forte, com expressivo rosto da modernidade, a bela Mary viveu com intensidade, carreira e vida pessoal, e agora, a expontaneidade do seu sorriso nos faz entender que anjos são mesmo assim, fortes, femininos muitas vezes, e , trazem um brilho que faz bem aos nossos olhos e à nossa imaginação, envolto por cabelos iluminados, que ficarão pra sempre esvoaçando em torno dos nossos corações.

Cida Torneros, jornalista e escritora, é autora do livro “A Mulher Necessária”, mora no Rio de Janeiro.

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Posted on 26-06-2009
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Boston no verão/Imagem Rosane Santana
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Verao comecou dia 21 de junho, ultimo domingo, no Hemisferio Norte. Mas o tempo segue indiferente a entrada da nova estacao, depois de uma primavera de poucas flores. As temperaturas continuam baixas, com chuvas constantes. Em Massachusets, um dos estados mais frios dos Estados Unidos, a previsao e de que o sol comece a dar as caras, a partir de hoje (25.06) na Regiao Metropolitana de Boston. Na capital, ontem a tarde, uma densa cortina de neblina cobria o ceu, impedindo a visao dos edificios mais altos e emprestando um ar ainda mais pesado a arquitetura bostoniana, quebrado apenas pela beleza do Charles River, onde semana que vem havera um desfile comemorativo da Independencia, dia 4 de Julho.

Rosane, jornalista, mora em Boston

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