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Posted on 12-06-2009
Filed Under (Multimídia) by vitor on 12-06-2009


A música para encerrar este 12 de junho, Dia dos Namorados, é “Como eu Quero”, do Kid Abelha, ou talvez fosse melhor dizer “da Paulinha do Kid Abelha”, como um dia falou deslumbrado Chico Buarque de Hollanda, ao apresentar a cantora Paula Toller em um programa de televisão em que ele era o centro das atenções. Neste vídeo ela interpreta uma das musicas mais conhecidas do grupo , como a própria Paulinha assinala ao convidar Edgard Scandurra, fera da guitarra, para subir ao palco e participar da apresentação. Um arraso! Confira.

(Vitor Hugo Soares)

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Posted on 12-06-2009
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Renato Russo em 95/Marcos Prado/VEJA
russo
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DEU NA REVISTA

Um texto do jornalista Sergio Martins na edição desta semana da revista VEJA, faz instigante resenha do livro “O Filho da Revolução”, do jornalista Carlos Marcelo, 39 anos, editor executivo do Correio Braziliense. O ensaio biográfico lança novas luzes sobre a vida e a trajetória do prematuramente falecido cantor e compositor Renato Russo. O autor mostra o planejamento cuidadoso com que o notável e complicado artista brasiliense conduziu sua carreira – e narra algumas das saborosas excentricidades que fizeram sua fama.

Da excentricidade e da lingua de Russo não escapa nem o ministro baiano da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, ex-colega de escola que Renato Manfredini Jr. considerava “in-su-por-tá-vel”. Em 1975, então com 15 anos, Russo foi diagnosticado com uma condição que o imobilizaria na cama pelos dois anos seguintes. Sofria de epifisiólise – um desgaste dos ossos e cartilagens que faz a cabeça do fêmur se descolar da bacia.

O texto na VEJA assinala que nesse período de sofrimento e tédio, o futuro artista dedicou-se a criar uma banda de rock imaginária, a 42nd Street Band, na qual assumiria a persona do baixista e vocalista Eric Russell. Encheu cadernos e cadernos – em inglês – com a história da banda. “Aos 19, já recuperado, o jovem dava os primeiros passos para realizar os projetos que esmiuçara nos seus rascunhos, como cantor e baixista do grupo punk Aborto Elétrico. Já adotara então o nome artístico com o qual ficaria conhecido: Renato Russo. Em 1985, ao lado do baterista Marcelo Bonfá, do guitarrista Dado Villa-Lobos e do baixista Renato Rocha, ele lançou o primeiro disco do Legião Urbana”.

O jornalista Sergio Martins destaca que foi como letrista e vocalista dessa banda que Renato Russo se tornou o maior nome da história do rock brasileiro. “Os treze discos do grupo e os quatro álbuns-solo do cantor somam 14 milhões de cópias vendidas – 300 000 unidades só no ano passado”.

Toda essa história de obstinação é narrada “no saboroso Renato Russo: o Filho da Revolução (Agir; 416 páginas; 59,90 reais), do jornalista Carlos Marcelo, 39 anos, editor executivo do jornal Correio Braziliense, diz Martins na resenha da Veja.

MALHANDO GEDDEL

Segundo Martins, o livro não pretende ser uma biografia completa e abrangente. Se caracteriza mais como ensaio biográfico. Um retrato sem retoques, “centrado na tormentosa relação de Renato Russo com Brasília, cidade com a qual o Legião Urbana sempre seria identificado”. Revolve, por exemplo, o tumultuado show da banda no estádio Mané Garrincha, em 1988 – em que Renato Russo brigou com o público e interrompeu a apresentação com menos de uma hora de performance.

O episódio tem destaque central no livro. Assim como as relaçoões amorosas do artista – com meninas e meninos, como dizia uma de suas letras –, as drogas e a morte em consequência da aids, em 1996, são tratadas de modo mais sucinto. “Mesmo com essas lacunas deliberadas, O Filho da Revolução é um retrato mais profundo do músico do que O Trovador Solitário, biografia reverencial do jornalista Arthur Dapieve”, opina Martins na VEJA.

Este novo livro sobre Renato Rosso também mapeia as relações familiares dos roqueiros de Brasília com o governo, ao tempo da ditadura militar. Segundo assinala a matéria da revista semanal, “o jovem Renato Russo – filho de um funcionário graduado do Banco do Brasil – quis muito conhecer o garoto que tinha uma guitarra Gibson, item raríssimo na década de 70, quando as barreiras alfandegárias eram rigorosas. O proprietário da guitarra tinha um canal seguro para importar instrumentos: seu pai, que viajava ao exterior como piloto do presidente Ernesto Geisel. O nome do garoto: Herbert Vianna, futuro líder dos Paralamas do Sucesso”.

Mais surpresas reveladas em “O Filho da Revolução”: “No círculo dos jovens roqueiros, apareciam também futuros políticos. Renato Russo foi colega de aula do atual ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima. Gordinho, Vieira Lima foi maldosamente apelidado de “Suíno” pela turma do músico, que não tinha simpatia por ele. “Geddel é in-su-por-tá-vel”, o roqueiro dizia aos amigos. O próprio Renato Russo sabia ser bem insuportável. Era o chato do gênero “cabeça”. Metido a cinéfilo, certa vez se irritou com o enredo convencional de Brubaker, filme estrelado por Robert Redford – e se levantou no meio do cinema para insultar, aos gritos, a plateia “burra” que apreciava aquele lixo de Hollywood”, conta o jornalista Sergio Martins na VEJA.

Nada mais a adiantar.Agora é sair correndo para a livraria mais próxima.
(Postado por:Vitor Hugo Soares)

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…E nada melhor que poesia para começar este 12 de Junho, data consagrada aos namorados do Brasil. Esta vem do Rio de Janeiro. A autora é a jornalista, escritora e poeta Aparecida Torneros, competente e leal colaboradora deste site-blog baiano que almeja ser também carioca e universal. Um poema recém saído do forno criativo da autora do livro “A Mulher Necessária”. Belas palavras!. “Jorradas logo depois de ouvir Chico Buarque no Bahia em Pauta”, informa Cida. O blog agradece a ela e a Chico.

(Vitor Hugo Soares)
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namorados

AMOR, LÁ VEM ÊLE..

Aparecida Torneros

“Das águas profundas do nosso sentimento
lá vem o amor ressurgindo, nos surpreende
sempre
Dos rios que levam tesouros aos oceanos
lá vem o amor descendo a foz, nos atende
eternamente
Dos maremotos revoltos das nossas expectativas
lá vem o amor invadindo nossa praia silente
todavia
Dos tsunamis imensos dos nossos dissabores
lá vem o amor desmentindo o medo candente
embora
Das tempestades devastadoras da nossa solidão
lá vem o amor acalmando o clima, nos reacende
contudo
Das tormentas da vida, altos e baixos, dos anos
lá vem o amor e reprograma a paixão ardente
porém
Da escuridão da floresta do nosso inconsciente
lá vem o amor para desmascarar seus desenganos
entretanto
Da coragem reativada em nossos corações
lá vem o amor renascendo em cada olhar brilhante
perante
Das sombras nubladas de vidas escondidas
lá vem o amor e inunda de luz a manhã nascente
fulgurante
Do passado contido ou negado, nas desilusões
lá vem o amor transformando tudo em esperança
ressurgente…”

Cida Torneros
Rio de Janeiro, 12 de junho de 2009

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A música do Bahia em Pauta para esta madrugada de sexta-feira, 12 de Junho, Dia dos Namorados, é “Futuros Amantes”. Há quem a considere , a exemplo deste editor que vos escreve, a mais bela e profunda composição romântica de Chico Buarque de Holanda, tema musical do filme “Amor de A a Z”, um dos maiores sucessos de público do cinema nacional nas últimas décadas. Neste vídeo, antes de interpreta-la, Chico fala do nascimento de uma de suas obras primas e do significado da canção. Não sei de outra melhor para oferecer e ouvir na madrugada de um Dia dos Namorados. Confira.

(Vitor Hugo Soares)

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Corpos recolhidos
corpo

Os grupos de buscas da Marinha e da Aeronáutica brasileiras reagataram nesta quinta-feira(11) mais tres corpos das pessoas que viajavam no Airbus de Air France que caiu no Atlântico na noite de 1º de junho. Agora chega a 44 o total de cadáveres recuperados, segundo informaram fontes oficiais na noite de hoje.

O brigadeiro Ramón Cardoso, chefe do Departamento de Controle do Espaço Aéreo da Força Aérea Brasileira, afirmou em entrevista coletiva que durante o dia de hoje, apesar do mau tempo reinante na área, foram recuperados outros três corpos.
Cardoso revelou que as autoridades brasileiras foram informadas de que navíos franceses avistaron “outros corpos” flutuando no Atlantico, em águas do Senegal, e que se presume sejam vítimas do desastre do avião da Air France.

O oficial brasileiro, no entanto, assinalou hoje que a possibilidade de regataros corpos das 228 pessoas que viajavam no Airbus é “muito remota”. “muy remota”. O porta-voz militar revelou que «os familiares das vítimas foram informados que nem todos vão receber os corpos das pessoas que estavam a bordo do avião”.

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