jun
10
Postado em 10-06-2009
Arquivado em (Newsletter) por vitor em 10-06-2009 00:30

No Roda Viva
gabrielli2
==================================================
A Petrobras está “pronta” para a CPI. A informação é do presidente da estatal, o baiano José Sergio Gabrielli, dada na entrevista publicada nesta terça-feira(9) pela revista virtual Terra Magazine. “O que tiver de equívoco será avaliado. O que tiver de melhorar, vai melhorar. O que forem acusações infundadas, serão tratadas assim, como acusações infundadas. Então, cada caso é um caso”, afirmou Gabrielli em resposta a uma das perguntas sobre o comportamento da estatal em relação à CPI, cuja instalação foi adiada pela terceira vez.

Na conversa com o repórter Aloisio Milani, Gabrielli adianta que a instalação da CPI da Petrobras no Senado trará uma nova rotina para a estatal do petróleo brasileira. A de responder todas as acusações – de parlamentares e da imprensa – envolvendo as decisões e obras da empresa. .

Na apresentação da entrevista TM destaca o fato de na segunda-feira(8), o presidente da Petrobras ter-se sentado no centro do cenário do programa Roda Viva, da TV Cultura, para responder às críticas que a oposição levanta sobre a estatal.
Questionado sobre o momento “pré-eleitoral” que impregna o Congresso Nacional, o presidente da Petrobras se esquiva:

– Não quero ficar respondendo sobre esse debate. (…) A questão é que nós temos uma CPI que precisamos responder as questões que sejam pertinentes.

QUESTÕES POLÊMICAS

Na entrevista a Terra Magazine, em seguida à gravação do programa, Gabrielli deu justificativas sobre o aumento dos custos da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e do gasoduto Urucu-Manaus. Na primeira, o Tribunal de Contas da União (TCU) aponta irregularidades e suspeitas de superfaturamento. Na segunda obra, o custo da obra quase dobrou em relação ao que se previa no começo da obra em 2006 – foi para R$ 4,5 bilhões.

Gabrielli respondeu que, estruturalmente, os dois casos tem justificativas semelhantes. “Sobre o gasoduto na Amazônia primeiro… Construir um gasoduto no meio da floresta amazônica, com todas as preocupações ambientais, com todos os cuidados necessários, são condições completamente distintas de outras obras. Então, consequentemente, o que aconteceu no Amazonas é que, na medida que começávamos a obras, víamos que a tecnologia adotada tinha que ser completamente alterada.

Ou seja, ao invés de fazer uma construção em período seco, como é tradicional em obras pequenas, vimos que era melhor fazer em período molhados. E isso exige tecnologias que são usadas em construções no mar. Você tem que usar equipes e tubulações transportadas por helicópteros. São condições distintas das anteriores. Quem fez obra sabe isso só ocorre na hora”, respondeu o presidente da Petrobrá a Terra Magazine.

LEIA A INTEGRA DA ENTREVISTA DE GABRIELLI NA TERRA MAGAZINE ( http://terramagazine.terra.com.br)

Be Sociable, Share!

Comentários

Go Oliveria on 10 junho, 2009 at 18:47 #

Enquanto a roubalheira corria solta em São Paulo, até a era FHC, nada era questionado.
Agora que os recursos estão democraticamente sendo distribuídos Brasil afora, tudo é suspeito…


Deixe um comentário
Name:
Email:
Website:
Comments:

  • Arquivos