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Postado em 10-06-2009
Arquivado em (Newsletter) por vitor em 10-06-2009 11:51

Camões e Portugal: inseparáveis
portugal
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Na sessão solene das comemorações em Santarém do 10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, o presidente da República de Portugal, Cavaco e Silva, lamentou o elevado nível de abstenção nas eleições parlamentares européias do último domingo(7). Ele considerou inaceitável o alheamento dos portugueses da vida pública, ê informou que a ausência nos níveis verificados “empobrece a democracia” e deve “fazer reflectir os agentes políticos”.

“Em tempos reconhecidamente difíceis como aqueles em que vivemos, não é aceitável que existam portugueses que se considerem dispensados de dar o seu contributo, por mais pequeno que seja”, defendeu o Presidente da República em seu discurso, divulgado pela agencia de notícias Lusa.

Segundo o presidente de Portugal uma abstenção como a registada nas eleições européias de domingo, na ordem dos 62,95 por cento, é “um sintoma de desistência, de resignação, que só empobrece a nossa democracia”, salientou. “Quando estão em causa questões que a todos dizem respeito, nenhum de nós se pode eximir das suas obrigações, sob pena de a gestão da coisa pública ficar sem esse escrutínio indispensável que é o voto popular”, defendeu o Presidente da República.

Mas Cavaco e Silva não eximiu de culpa políticos e administradores pela reação de aus~encia dos europeus, principalmente dos portugueses.A abstenção, segundo ele “deve fazer refletir os agentes políticos”, já que, sustentou, “a confiança dos cidadãos nas instituições democráticas depende, em boa parte, da forma como aqueles que são eleitos atuam no desempenho das suas funções”.

“Se não tivermos órgãos de representação prestigiados, será difícil aumentar a participação dos eleitores e demonstrar-lhes que o seu voto é importante e útil para a formação das decisões de interesse geral”, acrescentou Cavaco Silva, referindo-se ainda à importância da “credibilidade dos agentes políticos” no contexto da atual situação de crise financeira.

Para cavaco e Silva, “a credibilidade dos agentes políticos é tanto mais necessária quanto a situação económica e financeira atual representa um desafio, sem precedentes nas últimas décadas, à qualidade das instituições democráticas, à competência e visão de futuro dos dirigentes e ao comprometimento responsável e solidário de cada um dos cidadãos”

(Postado por:Vitor Hugo Soares, com informações da agência Lusa de notícias e da edição on-line do Diário de Notícias, de Lisboa).

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