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Posted on 28-05-2009
Filed Under (Multimídia) by vitor on 28-05-2009


Uma música romantica para terminar a noite desta quinta-feira e varar a madrugada da sexta-feira (29). Guilherme Arantes – o novo baiano – interpreta “Pedacinhos”, um dos maiores sucessos de uma carreira de sucesso permanente. Uma canção de separação, de fossa, segundo o autor “um dos melhores momentos para o artista compor”.  A música a seguir – e a letra que Bahia em Pauta também publica – é uma prova definitiva desta verdade. Confira.
(Vitor Hugo Soares)

Pedacinhos

(Guilherme Arantes)

Pra que ficar juntando os pedacinhos
Do amor que se acabou?
Nada vai colar
Nada vai trazer de volta
A beleza cristalina do começo
E os remendos pegam mal
Logo vão quebrar
Afinal a gente sofre de teimoso
Quando esquece do prazer
Adeus também foi feito pra se dizer
By by so long farewell
Adeus também foi feito pra se dizer
By by so long, farewell
Adeus também foi feito pra se dizer
By by so long, farewell
Adeus também foi feito pra se dizer
Pra que tornar as coisas tão sombrias
Na hora de partir?
Por que não se abrir?
Se o que vale é o sentimento e não palavras
Quase sempre traiçoeiras
E é bobeira se enganar
Melhor nem tentar
Afinal a gente sofre de teimoso
Quando esquece do prazer
Adeus também foi feito pra se dizer
By by so long farewell
Adeus também foi feito pra se dizer
By by so long, farewell
Adeus também foi feito pra se dizer
By by so long, farewell
Adeus também foi feito pra se dizer

maio
28
Posted on 28-05-2009
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Câmara de Vereadores: mau cheiro no debate do lixo
camara

Deu no Jornal

Na edição desta quinta-feira(28) do jornal A Tarde, a coluna Tempo Presente, assinada pelo jornalista Levi Vasconcelos, publica a seguinte nota:

“Veja que ironia: justamente a urgência urgentíssima com a qual o prefeito João Henrique pretende aprovar na Câmara o projeto que lhe autoriza contratar por 20 anos a coleta do lixo e o manejo dos aterros sanitários tornou a intenção suspeita suspeitíssima. Se ele ainda tem três anos e meio de mandato e os contratos serão de 20 anos, por que tanta pressa? É um estigma triste, o do lixo. Até as intenções fedem”.

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Bahia em Pauta opina:

Na ampla cobertura na edição de hoje do mesmo jornal, assinada pelas repórteres Patrícia França e Rita Conrado, sobre os apressados e agressivos debates que vararam a madrugada na Câmara de Vereadores – os ataques pessoais e ameaças de agresssão física prevaleceram em vários momentos sobre o conteúdo do debate de real interesse público – é possível encontrar várias respostas para o mau cheiro desta questão municipal.

A população de Salvador ganha com trabalhos jornalísticos como este intitulado “Lixo rende briga na Câmara”, produzida a quatro mãos e muita vontade de apurar a fundo temas de interesse da cidade e dos que vivem nela.

Ganhará ainda mais se a investigação seguir adiante – até chegar à raiz da fedentina que toma conta de Salvador- apontando os reponsáveis por ela. Bravo!

(Postado por Vitor Hugo Soares)

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Alvaro Dias: relação comercial não.

dias
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Entrevistado pela revista virtual Terra Magazine o senador Álvaro Dias, PSDB-PR, um dos três titulares da oposição a integrar a CPI da Petrobras (os outros dois são os senadores Antonio Carlos Magalhães Junior (DEM-BA) e Sergio Guerra (PSDB-PE), defende que não deve integrar a comissão qualquer parlamentar que tenha vínculos com empresas contratadas pela estatal.

“Quem tiver qualquer tipo de relação comercial (com a Petrobras e contratadas) deve se declarar impedido de participar da CPI. Essa é minha opinião. É claro que qualquer decisão que possa tomar o senador com este tipo de relacionamento ficará sempre sob suspeita. Juridicamente, seus atos podem ser invalidados na CPI sob alegação de suspeição”, argumenta Dias, autor do requerimento de instalação da CPI, em defesa da sua posição,

Sabe-se que é bastante extensa a relação de parlamentares (no Senado, Câmara e Assembléias estaduais) e seus familiares mais próximos, com vínculos de caráter comercial com a estatal do petróleo, principalmente concessionários de postos de abastecimento de combustível da BR por praticamente todas as regiões do País.

Na apresentação da entrevista da repórter Thais Bilenky com o senador paranaensei, a Terra Magazine registra, por exemplo, que o irmão do senador Romero Jucá (PMDB-RR), Álvaro Jucá, é diretor-executivo da empresa Diagonal Urbana Consultoria, que presta serviço para a Petrobras. Segundo Rodrigo Moraes, assessor da área comercial da Diagonal, o senador Romero Jucá “não tem e nunca teve vínculo com a empresa, nem técnico, nem na área societária nem na direção”.

“TRATORAÇO”

O senador Alvaro Dias adianta ainda na entrevista, qual vai ser o procedimento da oposição para barrar o que chama de “tratoraço” do governo na CPI Petobras. “A cada denúncia relevante, vamos enviar uma representação ao Ministério Público Federal”, informa o senador. Ele deixa claro ainda, que a oposição pretende, ao dispensar o relatório final da comissão, “produzir as consequências jurídicas, o que é a finalidade da CPI”, diz.

Na onda da reação ao que considera ser o “tratoraço” governamental – ou seja, a criação de uma barreira que impeça a investigação aprofundada da estatal – o tucano revela também que a oposição decidiu obstruir a pauta no Plenário.

– Nós não votaremos matérias que não sejam de interesse público diante da postura adotada pelo governo na CPI. Nós vamos disputar as matérias que possam ser só do interesse do governo e não da população.
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LEIA A INTEGRA DA ENTREVISTA DE ALVARO DIAS SOBRE A CPI DA PETROBRAS NA TERRA MAGAZINE (http://terramagazine.terra.com.br).

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Posted on 28-05-2009
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Mistério nos preços do combustível
gasolina
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Deu no jornal:

Na edição desta quinta-feira(28) do jornal Tribuna da Bahia, o jornalista Alex Ferraz abre a sua coluna com um comentário sobre dois temas cruciais: CPI do Petróleo, cujos trabalhos devem começar na próxima semana – se até lá forem resolvidas as pendengas políticas quanto aos postos de comando da comissão – e uma possível CPI do DNIT sobre a escandalosa situação da rodovias do País. Bahia em Pauta reproduz o comentário de Alex.
(Postado por:Vitor Hugo Soares, editor)

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AS DUAS CAIXAS PRETAS

“O Congresso Nacional, mais especificamente o Senado, tem duas chances históricas de tentar refazer a sua imagem perante a opinião pública: ao contrário do que muita gente boa pensa, a CPI da Petrobras e uma possível CPI do DNIT (Departamento Nacional de Infra-estrutura Terrestre) não têm como alvo principal o PT e sua candidata à Presidência da República. A primeira, principalmente, mas a segunda CPI também, podem levar a opinião pública brasileira a, finalmente, começar a acreditar em seus políticos novamente. Este é o foco.
A CPI da Petrobras tem a chance de revelar aos brasileiros o porquê de um país que é autossuficiente em petróleo ter os combustíveis nas bombas entre os mais caros do planeta. Os contratos de “apoio cultural” nunca bem explicados, o óleo diesel lotado de enxofre e por aí vai.
Já a possível CPI do DNIT, que começa a ser gestada no Senado, pode ter resultados muito mais explosivos, pois explicaria o porquê de a infra-estrutura terrestre no Brasil ser permanentemente negligenciada desde o primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e ter continuado no mesmo caminho de descaso nos dois governos de Lula (PT). Um país que teve uma “janela de oportunidade” de desenvolvimento nos anos 1990, perdeu a chance de nos catapultar para o rol dos países desenvolvidos simplesmente porque verdadeiras máfias se estabeleceram no setor de infra-estrutura e impediram o país de deslanchar, como aconteceu com a China”.

LEIA A INTEGRA DA COLUNA DE ALEX NA TRIBUNA DA BAHIA

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