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Posted on 15-05-2009
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-05-2009


Depois de passar quase um dia fora do ar, por motivos técnicos, o Bahia em Pauta tenta compensar os seus leitores de alguma maneira, além de simplesmente pedir desculpas.

Aí está a forma encontrada por sua equipe: postar o clipe de uma das mais românticas e famosas canções francesas, “Sour le ciel de Paris”.  Aqui nas interpretações singulares de dois monstros sagrados da música da França: Ives Montand e Edit Piaff. Como se não bastasse, uma versão instrumental de tirar o fôlego, à base de um legítimo acordeon parisiense. Além, é claro, de um tour fantástico por imagens de uma das cidades mais românticas e deslumbrantes do mundo.

Um agradecimento especial à jornalista Margarida Cardoso, revisora deste site-blog, pela sugestão de pauta sobre a Torre Eiffel,  postada mais cedo.
(Vitor hugo Soares)

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Posted on 15-05-2009
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Encanto permanente
eifel
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Monumento mais fotografado e a atração paga mais visitada do planeta, a Torre Eiffel que festeja 120 de fundação neste mês de maio,  promoveu festivamente nesta sexta-feira (15), em seu primeiro pavimento (muitos visitantes não vão até o cume da torre) uma série de manifestações, entre elas a inauguração de uma exposição em seu interior que conta a saga, desde a criação ,  do magnífico símbolo francês..

Intitulada de “A Epopeia da Torre Eiffel”,  a mostra estará aberta de hoje , (15 de maio)  a 31 de dezembro e será encerrada depois da grande festa de Reveillon 2009, na capital francesa. Caroline Mathieu, curadora do museu d’Orsay e encarregada de uma outra exposição, realizada no Hôtel de Ville de Paris, de 7 de maio a 29 de agosto, em homenagem a Gustave Eiffel, ressalta nesta exposição a beleza e a imponência elegante da torre, “resultante do jogo da estrutura com o vento”.

Na recepção aos visitantes do primeiro andar estão maquetes da torre em metal e alabastro ornado. Fotos e documentos que registram o trabalho dos arquitetos podem ser consultados. Há fotos da montagem, com guindaste gigante e andaimes, e ainda, detalhes da utilização de ar comprimido ao lado do Rio Sena para estabilizar o solo.

Segundo estes registros, as peças de ferro fundido chegavam em partes montadas, com a mesma técnica já experimentada pelo engenheiro Eiffel na ponte sobre o Douro em 1877. Eiffel também construiu o viaduto de Garabit, a estrutura interna da Estátua da Liberdade de Bartholdi que domina Nova York e o observatório de Nice.

A exposição,  aberta nesta sexta-feira mostra, também, Gustave Eiffel na sua intimidade de burguês, pai de cinco filhos e infatigável empreendedor, que morreria aos 91 anos de idade, em 1923.

Pintada de novo, a silhueta alongada que corta o céu parisiense,  desde 15 de maio de 1889 (construída para a Exposição Universal) domina a cidade. Do alto de seus mais de 300 metros, a torre Eiffel acolhe cerca de 7 milhões de visitantes por ano, celebrando a posteridade de seu construtor. Depois da iluminação noturna, cintilando suas 20 mil lâmpadas, a Torre Eiffel reencontrou seu brilho habitual e inigualável.

(Por Vitor Hugo Soares, com France Press e Folha)

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Grazzi Brito

JUAZEIRO (BA) – A péssima situação das estradas e o transporte de passageiros em carros inapropriados, somado ainda à insegurança nas estradas da região, ocasionaram a morte de uma mulher de 44 anos, em Curaçá, município próximo a Juazeiro, no Vale do São Francisco.

Altina Tertuliana dos Santos voltava de um povoado para Curaçá, em cima da carroceria de um carro, quando um pneu estourou. Segundo outras pessoas que vinham na caminhonete ela se assustou, pensando que fosse um tiro, em razão dos assaltos que ocorrem na região, e se jogou do carro em movimento. Foi socorrida e levada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

Uma tragédia, que reflete o quadro de descaso e abandono a que estão sujeitas pessoas obrigadas a trafegar por estradas mal cuidadas e sem vigilância, devido principalmente à falta de compromisso do poder público em manter serviços fundamentais para a população, como melhoria das rodovias e fiscalização da precária (às vezes clandestina e criminosa) estruturação do transporte coletivo em dezenas de cidades e vilas da borda do rio.

Grazzi Brito, jornalista, mora em Juazeiro.

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