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Postado em 03-05-2009
Arquivado em (Artigos) por bahiaempauta em 03-05-2009 11:40

Deu na revista:

A Isto É, na edição desta semana, publica em sua coluna Brasil/Confidencial, a seguinte nota, que remete ao faroeste no Oeste da Bahia:
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“CRIME SEM CASTIGO – A população de São Desidério, no oeste da Bahia, aguarda ansiosa o julgamento em maio de sete PMs que executaram, em 1998, o policial civil Jesus Antonio de Oliveira e o funcionário do Ministério da Fazenda Daniel Pereira da Silva. Participaram da ação o primeiro tenente Alexandre Cesar Freire Lima e o sargento Paulo Tasso Costa. A última tentativa de colocar os acusados no banco dos réus, em dezembro, foi adiada porque um dos advogados alegou que tinha posto aparelho ortodôntico e estava sem condições de defender os réus. Há revolta na região com a onda de crimes envolvendo PMs”.

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Bahia em Pauta comenta: que a gripe suina não seja alegado agora como motivo para se adiar o julgamento mais uma vez.

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Comentários

Lena on 3 Maio, 2009 at 18:01 #

Bem lembrado.


Romenil on 12 Maio, 2009 at 11:01 #

Isto é mentira. Não é verdade que a população de São Desidério, ou de qualquer parte do oeste da Bahia, esteja ansiosa, ou revltada clamando pelo julgamento dos PMs envolvidos no caso que culminou com a morte do policial civil Jesus Antonio de Oliveira e do funcionário do Ministério da Fazenda Daniel Pereira da Silva.
Nem ouço falar sobre o assunto, a
mídia local, por exemplo, trata das fortes chuvas na região, da gripe suina e da dengue, que são tema importantes para a população.
No caso em questão, segundo informações, os PMs abordaram um carro suspeito parado em local onde marginais assaltavam cotidianamente
ônibus interestaduais, havendo troca de tiro e final trágico. Coincidêcia
ou não, após o acontecido, os assaltos acabaram.
É esta informação que circula entre os poucos que falam sobre este assunto.


osmar ferreira on 19 Maio, 2009 at 17:15 #

no meu entender, a revista isto é, tem por obrigação, apurar com mais empenho a veracidade do conteudo que vem a ser publicado, tal atitude esta de vincular uma noticia infamia dessa, cheia de maldades e mentiras, só vem a denegrir a imagem do Estado da Bahia, e da gloriosa Policia Militar, deixo aqui a minha nota de repudio, pois moro aqui na região há desessete anos, e nunca vi tamanha acusação sem fundamento. Revista Isto é, dinheiro não é tudo!


DEUS A DE FAZER JUSTIÇA on 1 junho, 2009 at 10:49 #

Falam assim, pois não foram com a familia de vocês… Ou são da familia dos culpados???
Não foram vocês que perderam um pai, ou ficaram viuvos com um filho no ventre…
Será que querem que uma história dessa fique impune??? Peço a Deus que nunca sofram por uma causa dessa…
Aí está mais uma vez a matéria, já que esqueceram!!!!

Pela primeira vez um oficial da Polícia Militar da Bahia perdeu sua patente e será excluído da corporação. O tenente Alexandre César Freire Lima comandava uma patrulha que executou um funcionário público no dia 7 de fevereiro de 1998, na BR 020, na altura do município de São Desidério, e, horas depois, ele próprio executou outro funcionário, deixando seu corpo em um posto de saúde do município de Luis Eduardo Magalhães, crimes que tiveram grande repercussão na época. Ao participar da última reunião do Pleno do Tribunal de Justiça, que teve por relator do processo o desembargador Antônio Pessoa Cardoso, a Procuradoria do Estado fez a sustentação, bem como o procurador-geral de Justiça Lidivaldo Reaiche Britto, e, por decisão unânime, foi ratificada a conduta incorreta do oficial que violou a honra da corporação militar. Alexandre agora deverá ser julgado em Barreiras.

Segundo informações prestadas por soldados que faziam parte da patrulha, estavam acontecendo assaltos na região de Barreiras e ao avistarem um veículo tipo Gol, parado na estrada, receberam ordem do tenente para atirar. Daniel Pereira da Silva morreu no local e Jesus Antônio de Oliveira conseguiu fugir por entre as fazendas. Mas foi localizado em seguida, sendo entregue ao Tenente Alexandre que se dispôs a levá-lo para a delegacia de Luis Eduardo Magalhães. No caminho, o tenente parou na estrada, espancou e atirou na nuca de Jesus, levando seu corpo para o hospital. Ocorre que Daniel e Jesus, residentes de Brasília, vieram passear na Bahia e aguardavam, no carro, a chegada de um ônibus com o restante do grupo, mas não tiveram a oportunidade de explicar o porquê de estarem dormindo na estrada.


eu on 1 junho, 2009 at 11:01 #

Estão achando que seus conterrâneos ficarão impunes?
Justiça neles!
Onde já se viu dizer que uma pessoa avista uma patrulha da PM e resolve trocar tiros sozinho com eles? Só se for suicida. Que historinha para boi dormir…


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