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Posted on 01-05-2009
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Ulbra:resta a memória

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Em reportagem especial produzida em Salvador para o portal UOL, do grupo Folha de S. Paulo, o reporter esportivo baiano, Eliano Jorge, depois de exaustiva pesquisa e muita aplicação, chegou a descoberta surpreendente sobre o desaparecimento de quase metade de antigos campeões do futebol do Brasil em 107 anos de profissionalismo.

Revela a matéria da UOL: “desde o pioneiro Campeonato Paulista de 1902, nada menos do que 329 equipes comemoraram títulos estaduais no país. Mas apenas 171 delas ainda participam do futebol profissional. Ou seja, o Brasil se ressente de 158 clubes vencedores, o que corresponde a 48% do total de campeões.

Juntos, eles somam 368 conquistas. Pelo menos 82 dessas entidades estão extintas, oito deram origens a outros times por meio de fusões e 68 afastaram-se da categoria profissional.

Nesta temporada, 195 antigos campeões estão fora das primeiras divisões estaduais, devido a rebaixamento, suspensão, licença temporária ou abandono definitivo. Com eles, saem de cena currículos que incluem 494 taças dessas próprias competições”.

Alegando problemas financeiros, neste ano quatro vencedores de estaduais se licenciaram: a atual tricampeã rondoniense Ulbra Ji-Paraná, o tocantinense Alvorada, os roraimenses Baré e River. Para 2010, mais baixas são esperadas, pois oito times tradicionais já caíram e três sofrem ameaça de rebaixamento.

Das 27 unidades federativas, 12 têm ao menos metade de seus campeões longe de competições profissionais: Amazonas (56,25%), Bahia (73,68%), Ceará (54,54%), Espírito Santo (64,7%), Distrito Federal (70%), Maranhão (61,53%), Paraíba (55,55%), Piauí (50%), Rondônia (76,92%), Roraima (50%), Santa Catarina (63,63%) e São Paulo (53,33%).”

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Com suas canções extraordinárias Milton Nascimento marcou vários momentos especiais, em geral pungentes, da vida dos brasileiros.Um deles, na abertura política, na eleição das diretas já, no período de Tancredo Neves, com a canção “Coração de Estudante”, que foi o símbolo musical daquele período.Outra criação marcante é a Canção da América, feita no período triste da morte de Ayrton Sena em um 1° maio, há 15 anos passados. É esta a canção escolhida pelo Bahia em Pauta para esta sexta-feira. Ouça e medite, na voz inimitável de Ellis Regina.

(Vitor Hugo Soares)

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Ainda o maior ídolo
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Morto há exatamente 15 anos, em um acidente no GP de San Marino, a 1 de maio de 1994, quando era piloto da Williams, o tricampeão de Fórmula-1 Ayrton Senna continua como o maior ídolo do esporte brasileiro, segundo dados de pesquisa divulgada nesta sexta-feira, pelo jornal O Globo.

Segundo o levantamento, realizado pelo IBOPE/Troiano, a popularidade de Sena não é grande apenas entre os que vibraram com as vitórias dele durante as manhãs de domingo. De acordo com pesquisa , Senna (que teria 49 anos se estivesse vivo) é o esportista preferido dos jovens entre 15 e 19 anos – que praticamente não o viram pilotar.

O levantamento ouviu 390 adolescentes, que puderam escolher até cinco nomes de atletas brasileiros. Entre os rapazes, Senna ficou em primeiro lugar, com 31%, seguido por Felipe Massa e Kaká, ambos com 27%. Já entre as moças, o ex-piloto teve 26%, Kaká foi o segundo colocado, com 15%, e Bernardinho, do volei, o terceiro, com 9%. O atacante Ronaldo, idolo atual do Corinthians, recebeu 12% e 8%, respectivamente, de rapazes e moças.

(LEIA MAIS EM O GLOBO/ESPORTES)

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Foto: Paris entardecer na Primavera

CRÕNICA DE VIAGEM

Sonhando com beijos “epidêmicos” em Paris

Aparecida Torneros

“O acaso me pegou como um caso sério. Afinal, depois de ter sonhado por décadas com uma viagem à Europa, tudo praticamente pronto, a uma semana do embarque, as amigas telefonam e pensam em desistir por conta da epidemia da gripe “porquinha”. Logo agora, que entre os roteiros turísticos que programos, além das idas a capitais de países ibéricos, cidades religiosas e terras galegas dos nossos ancestrais, eu somei os beijos parisienses, os chamados beijos prometidos… Como fazer para abrir mão dessa parte do alvoroço adolescente de que me vi tomada, nos mais recentes dias, imaginando as cenas, vislumbrando sensações de plenitude afetiva, para registrar quadros impressionistas inesquecíveis, aqueles em que as ruas da capital francesa seriam pano de fundo para beijos apaixonados?

Os argumentos das minhas companheiras de vida e viagem são plausíveis, centrados, afinal a pandemia da influenza suina ou A, como a querem rebatizar agora, nos coloca em situação à mercê do imponderável e imprevisível, nunca se sabe o que vem depois que a peste se instalar infectando os ares e as respirações de povos, adentrando por aeroportos e escondendo sorrisos atrás de máscaras de proteção. Uma delas me questiona: – Que graça teria essa viagem, asim, sempre com medo do que possa vir adiante, se fecham lugares públicos que pretendíamos visitar, se nos interrompem os passeios, se podem até nos impedir de sair de alguns lugares ou entrar em outros? Instala-se o pânico, vejo-me na idade média, sei lá, ou no início do século XX, quando minha avó contava que as carroças passavam nas ruas para recolher os cadáveres de vítimas da gripe espanhola. E não havia ainda o uso indiscriminado de antibióticos e nem a farmacologia tinha chegado aos patamares de sofisticação que alcançou atualmente. Porém, um mundo tão globalizado e em crise econômica, todo e qualquer procedimento que envolva a parada para pensar ou a matança de gente e de sonhos, tem uma aura de guerra sem estrelas, verdadeira batalha travada no inconsciente afetado pelo medo generalizado e por inimigos virais, passíveis de serem detectados em microscópios, passados por bocas, ai meu Deus, por bocas falantes, respirações ofegantes, sorrisos escondidos, talvez por mãos contaminadas, etc. etc.

E como ficarão os beijos em Paris? Adiados, descartados, esquecidos ou desistidos?
Difícil aceitar que vou acovardar-me diante de gripe emporcalhando vidas, e ainda por cima vou temer ser uma “Kamikase” dos melhores beijos “epidêmicos” que ainda quero provar em boca que me esperará em Paris. Nas próximas 24 horas, vou remoer pensamentos, resolver questões de medo e audácia, vou tentar convencer as amigas, vou rezar aos santos da Velha Europa para que me iluminem as idéias, e me mostrem que destino devo dar aos beijos “prometidos” e aos “sonhados”…

Já não posso permitir que eles fiquem eternamente “perdidos” por aí, pois, há uns anos atrás, um poema meu “procura-se beijo perdido em aeroporto”, deixou-me marca que custei a apagar. Logo agora, que reencontrei a chance de cantar como a Rosa Passos cantou magistralmente em Madri, um “Besame mucho”, carregado de latinidade abrasileirada e sutil, nem pensem os senhores de laboratórios onde se fabricam moléstias advindas de mutações virais, que vou permitir que injetem seus males nos meus “beijos desmacarados”.

Com máscaras de proteção fica impossível beijar e sentir o quanto lábios mornos e vivos são capazes de neutralizar medos e vírus. Minha Notre Dame, guardai nossos beijos, quer dizer , os meus, os dele, e os de todos que sonham com beijos assim, e, num milagre possível, rogai ao
Pai para que eu viaje, adentre sua Nave para agradecer a maravilhosa epidemia de beijos que testemunharei na face da Terra, apesar dos pesares, no mes das Nossas Senhoras, isso mesmo, num maio primaveril, de beijos em flor, pelos cantos de uma Paris que merecerei conhecer”.

Aparecida Torneros é jornalista e escritora carioca, autora de “A Mulher Necessária”.

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Posted on 01-05-2009
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Bellucci:negócio na Bahia

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Já separa o que pretende cologar na bagagem para embarcar rumo ao Brasil a atriz italiana Monica Bellucci, diva atual do cinema europeu, que começou a abafar no filme “Second Wind” (O segundo sopro), que abriu o prestigiado Festival de Veneza, em 2007.Bellucci, admiradora confessa do País, que passou o carnaval do ano passado com a família no Rio de Janeiro, deve desembarcar de novo por aqui em junho. Desta vez, segundo revela a revista Isto É, não vem apenas para lazer ou divertimento, mas a negócio também.

É verdade que o principal motivo da viagem da bela italiana é a participação, ao lado do marido e ator francês Vincent Cassel, de um evento relacionado com as comemorações do Ano da França no Brasil. No entanto, segundo a revista, há um forte motivo extra para a visita da estrela da nova campanha da Dior. Monica, segundo seus advogados, avalia a possibilidade de abrir dois restaurantes no Brasil: um em Sâo Paulo e outro na Bahia.

Boa Viagem

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