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Postado em 19-04-2009
Arquivado em (Artigos) por bahiaempauta em 19-04-2009 19:29

Deu na revista:

 

A revista VEJA desta semana, cuja edição chega às mãos do assinante neste domingo (19) traz a seguinte nota na coluna Holofote, assinada pelo jornalista Fábio Portela.

 

 

”LEVANDO FUMO – A indústria do fumo no Brasil, baseada na Bahia, está prestes a pedir a extrema-unção. Desde fevereiro as exportações caíram 46% devido à crise global. E, no mercado interno, os produtores não conseguem competir com os similares cubanos. Motivo: não pagam imposto de importação. Enquanto isso, os brasileiros são taxados com 30% do IPI. O presidente do Sindifumo, José  Henrique Barreto, faz campanha em Brasília  para reduzir pela metade o imposto e ainda tenta negociar um desconto no ICMS com o governo baiano. Sem isso a indústria do fumo negro vai virar fumaça até o fim do ano”.

 

 

Comentário do Bahia em Pauta: Isto é, seguramente, tudo o que o governador JaquesWagner menos gostaria de ler na véspera de pegar o avião que o levará na viagem à Índia esta semana.  

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Comentários

Lena on 19 Abril, 2009 at 22:47 #

Com isto, mais desemprego e portanto mais problemas. Como adaptar um solo a tanto tempo,praticando a cultura do fumo,prá outras culturas? Não entendo disso,mas sei que não deve ser fácil prá eles,ainda mais que há essa campanha pesada contra qualquer tipo de fumo,não é? Acho que charutos também,não? (Nunca fumei) Qto à Índia, ainda tenho dúvidas sobre os benefícios que ele trará para a Bahia. Tantas coisas a serem resolvidas por aqui e ele se manda. Vai acabar seu mandato prometendo resolver os problemas em outro mandato, trocando o voto pela casa de Dilma. Em 2006, funcionou com a bolsa família.Abçs.


Humberto Guanais on 20 Abril, 2009 at 10:34 #

Ao invés de estarmos discutindo esta questão da indústria fumageira (pesquisem, para saber quantos empregos gera tanto no campo como na própria fábrica?), deveríamos estar discutindo a famosa Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco da OMS, a qual o Brasil é signatário, e alternativas para aplicabilidade da mesma. Estive recentemente no municipio de Cabaceiras de Paraguaçu, e desde 2005 que as empresas fumageiras da região tem submetido os agricultores e os próprios gestores públicos a dificuldades sem fim. Não é culpa da liberação de impostos sobre importação que levou a este quadro crítico. Toda a região fumageira está buscando alternativas para este, que se antes era solução para a região, tornou-se um problema de saúde e de sobrevivência para quem planta o fumo.


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