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Postado em 08-04-2009
Arquivado em (Artigos) por bahiaempauta em 08-04-2009 22:55

Dantas:PF aperta o cerco
Enquanto o delegado Protógones Queiroz, condutor da Operação Satiagraha, prestava depoimento na tarde desta quarta-feira (8) na chamada CPI dos Grampos , a Polícia Federal cumpria mandado de busca e apreensão em escritórios do Banco Opportunity, no Rio de Janeiro, para obter os “livros fiscais de registro obrigatório da contabilidade”.

Em matéria produzida a quatro mãos pelos repórteres Cládio Leal e Thais Bilenky, a revista virtual Terra Magazine informa sobre a batida cujo mandado foi expedido pelo juiz Fausto De Sanctis, da Sexta Vara Federal de São Paulo, responsável pelo processo da Operação Satiagraha. O Opportunity havia se negado a apresentar os livros à PF. Procurado, informa Terra Magazine, o advogado do banco, Andrei Schmidt, atendeu ao telefonema , mas logo em seguida encerrou a ligação; alegou não ter ouvido.

Quase ao mesmo tempo em que, durante seu depoimento na CPI, transmitido pela Globo On-line e Band News em canais fechado, o delegado Protógenes informava que provavelmente ainda durante a reunião da CPI o País teria novidades importantes sobre desdobramentos da Satiagraha, os agentes da PF atuavam no Rio.Os advogados do Grupo Oportunity lançaram nota condenando a ação da Federal nos escritórios das empresas do empresário Daniel Dantas , “mpregnada de arbitrariedade”, segundo o advogado Schimidt.

“Foi executada exatamente no dia em que se inicia o feriado de Páscoa na Justiça Federal, com o evidente objetivo de dificultar a defesa”, diz o advogado na matéria publicada no Terra Magazine. E acrescenta:: “a razão para a Polícia Federal buscar, pela segunda vez, documentos que já tinha em seu poder é evidente: ciente de que a Operação Satiagraha é nula em sua origem, tenta-se novamente acessar documentos para conferir nova aparência a uma prova antiga, já viciada”.

Para a PF, no entanto, a medida tem justificativas sólidas e foi executada com aprovação judicial. “A apreensão de tais documentos fez-se necessária após surgimento de indícios de que as transferências de recursos entre as empresas do Grupo, por meio de contratos de mútuo e AFACs (Adiantamento de Futuro Aumento de Capital), poderiam estar relacionadas a práticas delituosas”.

Leia matéria completa e nota da PF no Terra Magazine ( http://terramagazine.terra.com.br )

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