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Posted on 13-03-2009
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Rodriguez Pozzebom/ Agência Brasil

“Quem está sem dormir de noite é o promotor, o procurador, o juiz… Os investigadores é que estão sem sono”. A observação irônica é do atento senador gaúcho, Pedro Simon, que entende como poucos dos rumos dos ventos e das correntes políticas no País, em entrevista à revista eletrônica, Terra Magazine. Simon, uma voz diferenciada no PMDB, fez críticas severas à inversão nos trabalhos da Operação Satiagraha.

Na conversa com o repórter Claudio Leal, o peemedebista histórico afirma que o Brasil “ainda é o País da impunidade”. E apresenta mais uma prova: não se ouve mais falar em “nenhuma investigação” contra o banqueiro Daniel Dantas (dono do grupo Oportunity).

– O juiz que pediu duas vezes a preventiva do banqueiro já está respondendo a três processos. O promotor, a mesma coisa. E o Protógenes (delegado da Polícia federal que comandou a Operação Satiagraha), a mesma coisa… – constata Simon.

Na entrevista o senador gaúcho condena também a proposta do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, de criar corregedorias na Justiça para controlar externamente as ações da polícia, por considerar que isso fere frontalmente a Constituição. “Quem controla a polícia é a Procuradoria”, diz Pedro Simon.

Leia a íntegra da entrevista de Pedro Simon no Terra Magazine:

( http://terramagazine.terra.com.br )

Por:Vitor Hugo Soares

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Posted on 13-03-2009
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Hoje (13) as escolas públicas estaduais de Juazeiro, como anunciado desde o início da semana, não abriram seus portões. A paralisação foi definida ontem em assembléia realizada pela APLB – Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia – aqui em Juazeiro.

Segundo Antônio Carlos, diretor regional da APLB, esta é uma paralisação de advertência “Estamos reivindicando a contratação de pessoal. Nas escolas não temos pessoal para trabalhar: agentes de portaria, coordenadores pedagógicos, auxiliar de serviços gerais, nem merendeira algumas escolas têm merenda, mas não tem a pessoa responsável por fazer a merenda”, afirma.

Outro fator que motivou a paralisação de hoje, segundo Antônio Carlos, é a questão do ensino médio nos distritos do município que é de responsabilidade do Estado e que até hoje não teve seu ano letivo iniciado por falta de pessoal para o trabalho.

O diretor da DIREC 15, Flamber Araujo Pinheiro, disse hoje em entrevista para rádio local que trata- se de uma atitude precipitada por parte da APLB, mas entende que eles estão fazendo a parte deles. Garantiu ainda que já a partir de segunda (16) haverá novas contratações do pessoal que foi aprovado pelo último concurso realizado pela Secretaria de Educação do Estado.

Por Grazzielli Brito, de Juazeiro (Ba)

mar
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Posted on 13-03-2009
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Sexta-Feira, 13 de março, ano da graça de 2009. A música para começar o dia, hoje, é o Hino ao Senhor do Bonfim, cântico de louvor ao santo de maior devoção dos católicos da Bahia, sincretizado como Oxalá dos cultos afro-brasileiros.Música religiosa e cívica, de autoria de Arthur de Salles e João Antonio Wandeley, composta em 1923 para as comemorações da Independência da Bahia, virou também uma das canções mais cultuadas no Brasil inteiro, depois de gravada por Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Mutantes (com Rita Lee e tudo) no disco histórico de lançamento do Tropicalismo, um dos mais criativos e vigorosos movimentos da Música Popular Brasileira. Música especial, para ouvir e repetir. Sempre.

Por Vitor Hugo Soares

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Posted on 13-03-2009
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Rosane Santana

( De Boston-EUA) – Dificuldades econômicas de toda ordem, agravadas pela crise financeira nos Estados Unidos, estão provocando um colapso generalizado na midia americana, de um extremo a outro do pais, da Filadelfia a California, onde os trabalhadores fecharam acordo com empresas de jornalismo abrindo mão de beneficios como férias. Espécie de efeito dominó atinge os jornais, alguns centenários, que já fecharam as portas ou estão na iminencia de faze-lo, segundo informação de capa do The New York Times desta quinta-feira 12 de marco, sob titulo “As Cities Go From Two Papers to One, Some Talk of Zero” (Como cidades vão de dois jornais para um, alguns falam de zero).

Diz o The New York Times, o mais importante jornal americano e um dos mais atingidos pela crise, que niguém sabe qual sera a primeira cidade sem um grande jornal, mas que existem candidatas em todo o país. Do mesmo grupo empresarial, as publicações The Washington Post, que empregava cerca de 900 jornalistas há seis anos e agora tem menos de 700, e The Boston Globe, tambem estão atuando no vermelho. The Los Angels Times que emprega ainda o maior numero de profissionais, cerca de 600, chegou a possuir o dobro nos anos 90.

A Gannett Company, a maior editora de jornais dos EUA eliminou mais de 8.300 postos de trabalho nos últimos dois anos, o que significa 22% do total. Para sobreviver, muitos jornais estão simplesmente cortando cadernos inteiros de suas edições. A circulação de jornais impressos nos EUA caiu dos 62 milhões há duas decadas, para 49 milhões atualmente. Enquanto isso, o webjornalismo tem ganho leitores numa velocidade impressionante. Quase 75 milhões, em janeiro e 3.7 bilhões de page views, de acordo com o jornal.

Ainda segundo o NYTimes, o diretor de jornalismo interativo da Universidade de Nova York, Jeff Jarvis, disse que a morte dos jornais impressos deve resultar numa explosão de pequenas fontes de notícias on line, menos politizadas, mas competitivas, encerrando um ciclo onde jornais detiveram monopólio por muito tempo.

Rosane Santana é jornalista

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