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Posted on 01-03-2009
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( Informações Folha Online) -A um ano e sete meses da eleição de 2010, a cúpula do PT aceitou a vontade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dá como consolidada a candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) à Presidência, informa reportagem da Folha, publicada neste domingo.
De acordo com levantamento da reportagem, 78 dos 96 ouvidos –o equivalente a 81% do total– cravam o nome de Dilma, que nunca disputou uma eleição, como o melhor que o PT possui para concorrer à sucessão de Lula. Foram ouvidos presidentes estaduais e membros do Diretório do partido.

Como indicativo da preferência por Dilma, só 15 dos 96 ouvidos chegaram, depois de provocados pela reportagem, a citar outros nomes. Os ministros Patrus Ananias (Desenvolvimento Social) e Tarso Genro (Justiça) e o governador Jaques Wagner (BA) foram os mais mencionados -Patrus, nove vezes; os outros, cinco cada.

“O único nome melhor do que ela é o Lula. E o Lula não é candidato”, resume Valter Pomar, secretário nacional de Relações Internacionais do partido.

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Posted on 01-03-2009
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Por Vitor Hugo Soares, editor.

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Posted on 01-03-2009
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Na busca de um presente para oferecer ao Rio de Janeiro neste 1º de Março de 2009, data em que se comemoram os 444 anos de fundação da Cidade Maravilhosa pelo português Estácio de Sá, fui bater no site Alma Carioca. É uma esquina da Internet  onde só se fala dos encantos – e  alguns desencantos também – do Rio, um lugar singular do planeta, como Veneza, Paris ou Salvador, que, como se costuma dizer, “ninguém tem o direito de morrer sem visitar”.
 
Nesse recanto virtual de louvor ao Rio (www.almacarioca.com.br) encontrei o texto que escrevi para o Blog do Noblat há alguns anos, quando de um de meus retornos à cidade depois de larga ausência. Acho que segue atual e é o que posso oferecer, de coração, à cidade que aniversaria. Dedico o texto também à jornalista Olívia Soares, minha irmã, e a pessoa mais apaixonada pelo Rio que conheço na Bahia.

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Vitor Hugo Soares

Depois de largo afastamento volto ao Rio de Janeiro e a cidade segue sedutora como sempre, apesar das amedrontadoras notícias que sobre ela chegam na Bahia. Nesse quase final de primavera embarco para uma semana dividida entre o trabalho de julgador de primeira viagem do Prêmio Esso de Jornalismo e o gozo do visitante saudoso. “Minha alma canta”, como na música de Tom, quando sobrevôo a Baia de Guanabara. No chão, entretanto, as primeiras impressões deste novembro no Rio me abatem.

 E isso nada tem a ver com certas peripécias políticas – e muitas malandragens – do pregador Anthony Garotinho, primeiro-cavalheiro da corte fluminense, em seu esforço protestante para viabilizar-se como candidato a sucessão do presidente Lula. A insatisfação também não decorre do desempenho administrativo do prefeito blogueiro do PFL, Cesar Maia. Afinal, ele reduziu o seu tempo de navegante na Internet para olhar e cuidar melhor da cidade.

A decepção tem motivo afetivo. De amor – talvez seja esta a expressão mais exata para o caso – a uma instituição do Rio, tão apaixonante quanto o meu tricolor das Laranjeiras: o Jornal do Brasil, a que estive vinculado durante quase duas décadas, desde o processo de reforma tocado por Alberto Dines. Rememoro enquanto o táxi que me leva do Aeroporto para Ipanema roda pela pista da Avenida Brasil.

Na altura do bairro de São Cristóvão, na suburbana zona norte, bem à minha frente vejo o monumental edifício-sede do JB. Construção erguida a peso de vultosos empréstimos em dólares, no tempo do “milagre brasileiro” operado na ditadura militar pelo czar da economia de então, Delfim Neto, atual parlamentar do PMDB-SP e espadachim na defesa da política econômica do ministro Palocci. O prédio abrigou o jornal durante 29 anos, tempo suficiente para praticamente servir de sepultura a uma mais que centenária legenda da imprensa brasileira.

Obrigada a pagar as milionárias dívidas contraídas em tempo de baixa irreal do dólar, a empresa se descapitalizou. Veio então a asfixia financeira, sofregamente enfrentada com a venda das rádios AM e FM. A queda no precipício começou em 2002, no arrendamento por 60 anos do que restava do grupo, com o jornal incluído no pacote, e o abandono do prédio. O JB retornou, agora como inquilino, à antiga sede da Avenida Rio Branco, onde purga o restante dos seus pecados.

Inúmeras vezes, andei na sede da Avenida Brasil 500 como ovelha desgarrada de Salvador para participar de reuniões de planejamento de coberturas com alcance nacional: da Política, da Geral, da Economia, do Esporte. Sou testemunha ocular do vigor e euforia – às vezes, tensão à flor da pele – que percorriam todas as editorias do jornal como fagulha elétrica.O entusiasmo começava na proprietária do JB, a Condessa Pereira Carneiro.

Como esquecer das reuniões de pauta, das idéias e debates da cobertura estimulados em diferentes fases por profissionais como Carlos Castelo Branco (Castelinho), João Saldanha, Sandro Moreira, Juarez Bahia, Zózimo Barroso do Amaral e Felix de Athayde, entre tantos que se foram. Ou por Paulo Henrique Amorim, Zuenir Ventura, Artur Xexéo, Ricardo Noblat, Marcos Sá Correia, Hélio Gáspari, Walder de Góes, Carlos Lemos, Hedyl Vale, Renato Machado, Xico Vargas, Beatriz Bonfim, Mirian Leitão, entre tantos que ainda aí estão espalhados por outras redações, ou no próprio JB como Evandro Teixeira e Rogério Reis, que revejo nesta viagem. Sem falar da Rádio JB: Ana Maria Machado – hoje imortal da ABL- e o incansável Procópio Mineiro à frente.

Na passagem, a visão do estrago, mesmo a distancia, dói fundo. O prédio do JB virou um edifício-fantasma de nove andares na entrada da cidade. Abandonado, várias vezes saqueado e depredado, os sem-teto levaram móveis, divisórias, portas e janelas.Os objetos de cobre mais valiosos foram vendidos como sucata por R$ 8 o quilo e o alumínio a R$ 6. Atento, o motorista do táxi percebe as lágrimas e se espanta. “O ar do Rio continua com essa poluição insuportável!”, minto. O educado taxista finge acreditar na desculpa, mesmo diante do límpido e ensolarado dia que faz.

E chego a Ipanema em pleno meio dia, cercado da luminosidade e das garotas de lá, que desfilam, patinam no calçadão do Pier e se bronzeiam na praia que o poeta Vinícius de Morais, a Bossa Nova e o desbunde dos anos 60 e 70 consagraram. Para fruição e delírio de americanos, argentinos, italianos, portugueses e paulistas embasbacados que agora disputam espaços na areia com os nativos e aderentes e lotam hotéis, bares e lojas.

Depois vem Copacabana e o Cine Roxy restaurado, onde assisto ao belo e pungente documentário “Vinícius, 10 anos”, de Miguel Farias Jr. O coração fica leve outra vez e a alma volta a cantar. Agradeço, então, ao poetinha e à Bossa Nova por esse reencontro de saudade e esperança com o Rio de Janeiro.

Vitor Hugo Soares, jornalista, é editor do site-blog Bahia em Pauta

mar
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Posted on 01-03-2009
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A Navii, do jornalista Arthur Andrade, acaba de tirar do forno, com aquele inigualável sabor de pão quentinho, um levantamento com os dados mais atualizados – e em alguns casos surpreendentes – do Carnaval 2009 em Salvador.Trabalho de luxo, para ser lido, curtido e analisado por quem gosta de carnaval e, principalmente, por quem vive a folia baiana ou sobrevive dela. Um presente da Navii e a equipe de bambas de Arthur, que Bahia em Pauta compartilha com seus leitores (Vitor Hugo Soares, editor).

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  “O músico Carlinhos Brown destrona Ivete Sangalo no índice de exposição nacional em TV do Carnaval de Salvador. Pela primeira vez, Carlinhos dispara para o primeiro posto na visibilidade em TV no país com 4h53min no ar  maior parte na Globo.  Desfilar e vencer  o Carnaval  do Rio pela Salgueiro ajudou catapultar o músico para o topo da mídia nacional.  Só o canal a cabo Globo News  fez especiais e várias entrevistas durante 3h20min com o músico do Candeal. Mas não apenas o desfile no Salgueiro transformou Brown em celebridade nas emissoras de TV. Suas performances mirabolantes e sua inquietação com modelos surrados  o transformam em peça diferenciada no rol de modelos pasteurizados. Daí o interesse de produtores e consumidores dessa fábrica de celebridades de vida curta.  No ranking de visibilidade em TV local, Carlinhos fica em segundo lugar,  atrás de Ivete, a poderosa  do pedaço há mais de três carnavais.

 Disputa com Ivete

 Das pouco mais de 200 horas de transmissão pesquisadas em oito emissoras locais de TV ( Bahia, Band, Itapoan, Aratu, Educativa, Salvador, Globo News e Record News) entre quinta-feira, 19 e quarta, 25,  Ivete aparece com quase 8% do total.  São mais de 630 imagens sobre a artista em cerca de  16 horas de exposição . Estão computados performances ao vivo, entrevistas, reprises e breaks publicitários.  O tempo de Ivete é mais do total dedicado pela TV Itapoan ao Carnaval inteiro.  No item publicidade, Ivete virou a predileta de empresas e instituições públicas, com 2h20min de inserções no papel de garota propaganda. Fez campanhas para cerveja, tintura para cabelo, suco, motocicleta, eletrônico e até para a Polícia Militar e Voluntárias Sociais do governo do Estado. 

  O levantamento foi feito pela  Navii  Informação Inteligente, empresa de comunicação de Salvador que desenvolveu exclusivo sistema de pesquisa  Web e elabora  clipping especializado de TV, rádio e jornais para artistas, políticos, profissionais, empresas e instituições.  A empresa registrou imagens em alta definição de 138 artistas, bandas e blocos do Carnaval, no maior banco de dados do período.

 Chiclete é terceiro

  O Chiclete com Banana, em terceiro lugar em exposição na mídia local, ficou 10h24min no ar, seguido pelo Ilê Ayê (9h44)  Cheiro de Amor (9h36), Daniela Mercury (9h04) e Cláudia Leitte (9h01), as duas praticamente empatadas.  Em nível nacional, o bloco de Bell Marques ficou em quarta posição (3h11), atrás do Cheiro de Amor (3h21). Correndo por fora, a surpresa é a sambista Mariene de Castro,  18º no ranking local, com  cerca de 4 horas de imagens. Espaço até para “momento especial” na TV Bahia – e 33º no nacional. Mariene foi tema de abertura da programação do carnaval da TVE e destaque em várias inserções.  A TVE, aliás, outra surpresa,  transmitiu mais de 60 horas de Carnaval.

  Cláudia é destaque na web

  Num universo de quase duas mil matérias sobre a folia em Salvador, publicadas nos principais portais e blogs do país entre quinta, 19, e quarta, 25,  22,4% (443 matérias) citam Cláudia Leitte.  Estão excluídas matérias replicadas em centenas de outras fontes, com menos de 500 acessos por dia.  A cantora Daniela Mercury vem atrás de Cláudia com 13% do total de matérias na web. Ivete Sangalo, com 11,3%.

  Veja  ranking local de TV:

 1. Ivete Sangalo

 15:49:59

 2. Carlinhos Brown

 12:22:27

 3.  Chiclete

 10:24:37

 4.  lê Aiyê

 09:44:44

 5. Cheiro De Amor

 09:36:07

 6. Daniela Mercury

 09:04:52

 7. Cláudia Leitte

 08:59:57

  Ranking TV nacional TV

 Carlinhos

 04:53:22

 Ivete Sangalo

 04:09:14

 Cheiro De Amor

 03:21:10

 Chiclete

 03:11:55

 Cláudia Leitte

 03:03:43

  Quantidade de matérias nos principais portais e blogs de notícias com mais de 500 acessos diários

   Por: Arthur Andrade

 
Diretor de Conteúdo e Projetos – Navii (www.navii.com.br)

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