Aguardem novidades neste mês de aniversário de Salvador. Somos a irmã mais velha do Rio de Janeiro…”"

ACM Neto, prefeito de Salvador , na mensagem postada em sua página do Twitter, domingo (1/3) em que o Rio festejou 450 anos de fundação.Salvador festejará 466 anos no dia 29 que vem.

mar
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BOM DIA!!!

mar
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Postado em 02-03-2015 00:31

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 02-03-2015 00:31


Linha de frente do protesto em Moscou.
/ SERGEI ILNITSKY (EFE) / VÍDEO: ATLAS

DO EL PAIS

Milhares de pessoas marcharam neste domingo em Moscou em homenagem ao líder da oposição Boris Nemtsov, assassinado a tiros nas proximidades do Kremlin, na sexta-feira. O crime contra o carismático ex-vice-primeiro-ministro comoveu a sociedade russa. Nemtsov se junta à lista de outros políticos e parlamentares abatidos por pistoleiros de aluguel, como os deputados Galina Starovoytova e Sergey Yushenkov. Esses tipos de assassinato raramente são elucidados completamente. Desta vez, o Comitê de Investigações ofereceu uma recompensa em dinheiro para quem fornecer informações que ajudem a resolver o caso. Durante a marcha, a polícia prendeu o deputado ucraniano Alexander Goncharenko, membro do Parlamento de seu país. Ainda não se sabe o motivo da detenção.

A marcha começou pouco depois das 15h (9h em Brasília) no centro da capital russa, seguindo por uma das avenidas que correm à margem do rio Moscou até chegar à entrada da Grande Ponte de Pedra, onde ocorreu o assassinato. Ali, os manifestantes depositaram flores, como outras pessoas vinham fazendo individualmente desde a noite de sexta-feira.
mais informações

A maioria dos que marcharam neste domingo é de cidadãos críticos ao regime. A oposição tinha convocado uma manifestação contra a crise no subúrbio de Maryino, mas o ato acabou sendo cancelado por causa da trágica morte de Nemtsov. Em vez disso, pediram autorização para realizar uma marcha fúnebre. Muitas pessoas que não pensavam em ir a Maryino acabaram se unindo à homenagem ao carismático político.

“Os heróis não morrem”, “Morreu pelo futuro da Rússia”, “Suas balas estão em todos nós”, “Lutava pela liberdade na Rússia” foram algumas das frases exibidas em cartazes com a foto de Boris Nemtsov, carregados por cidadãos durante a marcha. A polícia moscovita calcula que cerca de 16.000 pessoas participaram da homenagem, enquanto os organizadores estimam que o ato reuniu 70.000 simpatizantes. Também houve atos de homenagem em outras cidades, entre os quais se destacou uma marcha em São Petersburgo, que juntou 6.000 pessoas.

Por enquanto, a polícia fez poucos avanços em suas investigações. Até agora nenhum suspeito foi detido. Tampouco foi encontrado o carro que os assassinos usaram para fugir. A polícia fez uma busca por pistas no apartamento de Nemtsov e examinou todas as gravações das câmeras de circuito interno de TV instaladas nas vizinhanças do local do crime. Uma delas captou o momento em que Nemtsov foi baleado pelas costas por um homem que logo depois entrou em um carro branco.

O político recebeu quatro disparos e morreu quase instantaneamente, já que uma das balas atingiu seu coração e outra, que entrou pelo pescoço, chegou até seu cérebro. Fontes policiais disseram que os seis cartuchos encontrados na ponte são diferentes, o que os leva a pensar que talvez não se trate de um matador profissional.

Os investigadores estudam todas as versões possíveis, que vão desde uma provocação para desestabilizar o regime até um possível caso passional, passando por negócios, inimizade pessoal, seu trabalho na luta contra a corrupção na Assembleia Provincial de Yaroslav, onde era deputado, sua posição contrária à guerra na Ucrânia e até o fanatismo islâmico. Mas diante da falta de pistas contundentes, o Comitê de Investigação decidiu recompensar com 3 milhões de rublos (quase 140.000 reais) quem fornecer informações para elucidar o caso.

A modelo ucraniana Anna Duritskaya, que acompanhava Nemtsov no momento do crime, recebeu neste domingo a visita do cônsul da Ucrânia depois que um deputado em Kiev denunciou que ela estaria sendo mantida contra a sua vontade em um apartamento em Moscou. Duritskaya é a principal testemunha – há também um rapaz que viu quando dispararam contra o político – e a polícia anunciou que, por causa das investigações em curso, ainda precisa que ela permaneça na capital russa.

mar
02

Postado em 02-03-2015 00:29

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 02-03-2015 00:29


Sid, no portal de humor digital A Charge Online

mar
01

Postado em 01-03-2015 18:31

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 01-03-2015 18:31


Tuna: o existencialista da Bahia que amava Sartre,Simone
e o cinema sobre todas as coisas

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SIMONE, QUE MULHER!!!
Vitor Hugo Soares | 29.04.2006
extraído do Blog do Noblat

Leio no jornal logo depois de desembarcar em Salvador de volta das férias: “Beauvoir, vinte anos de morte”. E a memória recua o dobro do tempo, até aquela aula do curso clássico do Colégio da Bahia, o legendário Central, na qual recebi do professor Carlos Caetano, que ensinava Literatura, a inesperada incumbência de produzir um trabalho escolar de pesquisa sobre o Existencialismo, seu criador e incansável pregador e praticante: Jean-Paul Sartre.

Corria a primeira metade da década de 60, tempo encrespado tanto no Brasil quanto na França, e a tarefa escolar foi um susto enorme para o jovem tímido e desconfiado das barrancas do Rio São Francisco recém-desembarcado na capital. Na época, os sensíveis ponteiros dos detectores de fenômenos sísmicos no mundo político e intelectual ainda registravam sinais dos fortes abalos causados pela passagem do autor de A Crítica da Razão Dialética e de O Muro pelo Brasil, no período entre 12 agosto a 21 de outubro de 1960, ao lado da sua companheira da vida inteira.

Os dois desembarcaram em Recife, a convite da Universidade Federal de Pernambuco, para participar em Olinda do I Congresso Brasileiro de Crítica e História Literária. Depois cruzaram várias regiões — viram até Brasília ainda em construção por JK — sempre acompanhados de perto por outro casal famoso: Jorge Amado, escritor já mundialmente consagrado, e Zélia Gattai. Em Salvador, a passagem de Sartre e Simone deixou rastros indeléveis, principalmente nos meios universitários e nos bares mais populares, freqüentados por intelectuais e artistas.

O professor de etnografia da UFBA, Vivaldo da Costa Lima, a quem a escritora se refere várias vezes em seu livro autobiográfico A Força das Coisas, costumava apontar para velho tamborete de um desses barzinhos no Maciel — antiga área de prostituição do restaurado Pelourinho — e informava: “ali Simone de Beauvoir sentou o seu traseiro”.

O desafio do trabalho sobre Sartre era demasiado para mim. Precisava de um parceiro para a tarefa que implicava mergulhar na obra literária e na ação política de Sartre. Encontrei-o sentado bem ao meu lado na sala de aula: José Antônio D`Andrea Espinheira, o primeiro “existencialista” de fato que conheci na vida, um dos meus primeiros amigos em Salvador. Desde então já enfeitiçado pelo cinema que o atrairia ao Rio de Janeiro, antes de terminar o curso secundário no Central, para transformar-se no cineasta Tuna Espinheira, que faz das tripas coração agora para lançar em circuito nacional o seu longa metragem Cascalho, filmado na Chapada Diamantina há dois anos.

Saímos os dois por bibliotecas, faculdades, Escola de Teatro, livrarias e pontos de vendas de livros usados de Salvador à procura do que havia sobre o revolucionário pensador francês, um xodó na época, principalmente entre os jovens. No sebo de Edgard Loureiro, que ficava ao lado do ponto de ônibus no Viaduto da Sé, no alto da Ladeira da Praça, encontrei uma edição do livro O Segundo Sexo (L’expérience vécue), de Simone de Beauvoir, e logo estava perdidamente apaixonado pela autora do livro.

Formava-se aí um platônico triângulo amoroso que o existencialismo permitia conceitualmente, praticado muitas vezes por Sartre e, algumas, por sua companheira Simone, falecida no dia 14 de abril, em plena primavera francesa de tão expressiva presença em sua obra imortal. Simone, que mulher!

Procurando-se no palheiro da história das grandes mulheres, pode até ter havido muitas mais belas. A começar por Gilda, a esplendorosa personagem vivida no cinema por Rita Hayworth. Mas, como registrou em Zero Hora o colunista Ruy Carlos Ostermann, ao chamar para a palestra do professor Voltaire Schilling sobre a escritora francesa, “talvez não tenha havido mulher mais valiosa e decisiva para a questão de todas as mulheres quanto Simone de Beauvoir”. Pode apostar, gaúcho.

Seu primeiro romance, A Convidada, explora os dilemas existencialistas da liberdade, da ação e da responsabilidade individual, temas que aborda depois em outras novelas como O Sangue dos Outros e Os Mandarins, que a levou à conquista do Goncourt, o mais cobiçado prêmio da literatura na França. Em Todos os Homens são Mortais, produz fabulosa reflexão sobre o sentido da existência humana. Uma obra permanente.

Seus escritos autobiográficos são igualmente ricos, densos, contundentemente verdadeiros e corajosos. Nos ensaios escritos merece destaque especial O segundo sexo (1949), talvez o mais profundo estudo sobre a vida das mulheres na sociedade; A Velhice, no qual critica apaixonadamente a atitude da sociedade perante os idosos, e o polêmico A Cerimônia Adeus, no qual evoca a figura de Sartre, seu amante, colega e companheiro da vida inteira.

Bem, para encerrar, devo informar que o trabalho sobre Sartre foi produzido a duas cabeças e quatro mãos, mas assinado por metade da classe do Central. O professor Caetano deu nota 10, “com louvor”, a todos. Foi uma alegria geral da turma, mas nada me fazia tão feliz quanto a descoberta de Simone. Que mulher!!!

Vitor Hugo Soares é editor do Bahia em Pauta, neste triste 1 de março de 2015, de volta da cerimônia da despedida de Tuna Espinheira, no cemitério Jardim da Saudade, em Salvador.

mar
01

Postado em 01-03-2015 17:58

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 01-03-2015 17:58


Vazquez: oncologista inimigo ferrenho
do tabaco volta ao poder no Uruguai

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DEU NO PORTAL TERRA BRASIL

Sob a sombra da fama mundial alcançada por José Mujica, Tabaré Vázquez assumiu neste domingo (01) a presidência do Uruguai com o desafio de manter a expansão econômica, avançar no bem-estar social e levar a maconha às farmácias, uma herança que incomoda este militante antitabaco.

Ao prestar juramento ante o Parlamento neste domingo, este oncologista de 75 anos que foi em 2005 o primeiro presidente de esquerda do país se desvinculou do estilo de Mujica, que com sua austeridade, linguagem simples e discurso anticonsumista ganhou fama mundial.

Com um impecável terno preto e falando pausadamente, e depois de lamentar como “a violência, o medo, o terror, a intolerância vencem em diferentes regiões do planeta”, Vázquez dedicou a maior parte de seu discurso de 24 minutos a lembrar do pensamento do herói nacional José Artigas, prometendo que valores como a igualdade, a liberdade e a tolerância serão referências de seu governo.

Vázquez chega à presidência “como há dez anos, decidido a realizar”, segundo o cientista político Adolfo Garcé em declarações à rádio Uruguay.

A capacidade de ação deste oncologista, empresário e maçom ficou demonstrada poucos dias após sua vitória no segundo turno sobre o centro-direitista Luis Lacalle Pou – com 53,6% dos votos – ao anunciar seu gabinete sem consultar Mujica ou respeitar quotas políticas.

O presidente planeja anunciar durante a noite as primeiras disposições de seu governo, que incluirão melhorar a gestão de governo, criar um sistema nacional de cuidados e um imposto às grandes extensões de terra.

Fiel ao seu estilo até o último dia, Mujica chegou no meio da manhã à sede da presidência em seu já famoso Fusca azul.

“Estou feliz por que há 30 anos a democracia voltou e há dez o povo chegou ao governo”, declarou à AFP María del Carmen Sosa, de 51 anos, que com uma enorme bandeira sobre os ombros se dirigia à praça para ver Mujica e Vázquez protagonizem o momento mais esperado do dia, com a transferência da faixa presidencial.

“Tabaré é mais estruturado e ‘Pepe’ o mais simples, mas os dois fizeram governos bons que sempre estiveram voltados para o povo, para os mais pobres, para os necessitados”, disse a mulher.

Mujica, que deixa o cargo com uma popularidade superior a 60%, foi o senador mais votado, e continuará atuando na política interna nos próximos cinco anos.

Vázquez admitiu neste domingo que Mujica “é uma figura importantíssima no contexto nacional e internacional”.

“Tem que ser um ponto de referência de primeira ordem”, sustentou.

Para o doutor em Ciência Política Jorge Lanzaro, “a fama de Mujica pesa sobre Vázquez”.

“É um contraste permanente, uma rivalidade bastante surda e às vezes não tão surda”, comentou à AFP.

A cerimônia de posse é acompanhada por vários presidentes, entre eles Dilma Rousseff, a chilena Michelle Bachelet, Raúl Castro de Cuba, Rafael Correa do Equador, Horácio Cartes do Paraguai e Ollanta Humala do Peru, além de dezenas de delegações oficiais de todo o mundo.

A grande ausente é a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, cujo governo teve atritos com o uruguaio.

Também cancelaram sua participação, no último minuto, o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o líder venezuelano, Nicolás Maduro, o primeiro devido a uma gripe e o segundo pela situação política em seu país.

Diferentemente de Mujica, Vázquez receberá o governo sem o celebrado “vento de cauda” dado nos últimos anos à economia local pelos altos preços de commodities como a soja e a carne e pela expansão da região.

Após doze anos de crescimento econômico ininterrupto e desemprego em níveis historicamente baixos, a economia uruguaia deverá superar um contexto regional no qual seus dois grandes vizinhos, Argentina e Brasil, mostram sinais de desaceleração.

Conter a inflação, que supera em mais de um ponto a meta do governo (3% a 7%) e manter na linha um crescente déficit fiscal serão os desafios de Vázquez e de sua equipe econômica que, como na última década, será liderada pelo vice-presidente de Mujica, Danilo Astori.

Após a concretização, no período de Mujica, de velhas aspirações da esquerda, como a descriminalização do aborto, à qual Vázquez se opôs durante sua gestão, e a legalização do casamento homossexual, o presidente deverá se voltar para a educação e para uma infraestrutura deteriorada, mas também implementar a venda de maconha sob controle estatal, algo que Mujica deixou pendente.
AFP

VIDA ETERNA À CIDADE MARAVILHOSA!!!

BOA TARDE!

(Vitor Hugo Soares)

mar
01

Postado em 01-03-2015 00:47

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 01-03-2015 00:47


Tuna e André (os dois agora lá em cima:
“Alguém lembrou de Guido Araujo”

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PUBLICADO NO BAHIA EM PAUTA EM 24 DE MAIO DE 2010. REPRODUZIDO NESTE SÁBADO TRISTE, 28 DE FEVEREIRO DE 2015, DIA DA PARTIDA DE TUNA ESPINHEIRA. SAUDADES PARA SEMPRE.
(Vitor Hugo Soares)
Bateu na Caixa de Mensagens do editor deste Bahia em Pauta, e-mail do cineasta Tuna Espinheira, premiado documentarista e diretor do belo longa “Cascalho”, inspirado na obra de Herberto Sales..

“Gente,
Fiz, hoje cedo, este bilhete para o Zé Umberto, resolvi passar para outras pessoas, uma vez que não o fiz para publicar, mas acabo de o fazer, embora no mundo virtual. É que o cinema baiano não pode ser atropelado por este programa televisivo de grande difusão, numa reportagem sem pesquisa, primária, eivada de provincianismo. Vade retro…
Tuna
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O BILHETE DE TUNA

O sempre presente “velho Tuna”, que não corre de uma boa polêmica, está mais uma vez como o diabo gosta depois da entrevista do professor de cinema da Facom-UFBA, crítico e blogueiro, André Setaro, na TVE.

Em escrito para o crítico de cinema Zé Humberto em defesa da história e personagens do cinema da terrinha, que teriam sido maltratados ou omitidos na entrevista de André, o diretor de “Cascalho” entra na briga.

Bahia em Pauta, que gosta e admira os três, mas também não foge de uma boa polêmica, publica o protesto de Tuna. E aguarda réplicas

Assunto: Entrevista do André

Zé Umberto, bom dia!

Há pouco, pela TV-E, assisti uma longa entrevista do confrade André, fiquei surpreso com a afirmação dele considerando apenas o Edgard Navarro como o único nome a ser citado como talento do atual cinema baiano. Nada tenho contra os merecidos méritos do Edgard, respeito a opinião e não vou discutir o gosto do crítico! Mas é sempre bom lembrar que o próprio André, numa longa entrevista ao jornal, A Tarde, disse, a propósito do filme, Eu me Lembro, “não é nenhuma obra prima, mas tem momentos de talento” (não sei se a frase foi exatamente assim, cito de memória). Tudo bem, como dizia o Millôr: “Livre pensar, é só pensar”. O que não condiz com o ofício crítico exercido, muito bem, na maioria das vezes, foi o expurgo, a menção infeliz de atirar no limbo os outros filmes, de longa metragem, excluídos de qualquer menção crítica, deixando passar a impressão, aos que acompanharam o programa, a configuração da desimportancia destas produções genuinamente baianas.

O entrevistador, por sua parte, não ajudou, não soube conduzir, ou, provavelmente, não tinha conhecimento mais apurado da saga do cinema feito aqui. Uma comicidade surrealista ficou patente quando foi declarado que, os ditos filmes justificando os 100 anos de história da sétima arte, realizados nestas plagas, não deixaram vestígios da sua existência, foram tragados pelas águas da Bahia de Todos os Santos ou consumidos pelo tempo e o vento!

Pergunta-se: Por que o cinema da Bahia não se contenta com as suas 50 primaveras!? Nem em cerimônia dos Eguns, assim como, em sessão espírita, os referidos materiais rodados há 100 anos, podem ser materializados, ao alcance das nossas cansadas retinas. Comemora-se 100 anos de que!?

Por algumas décadas o combalido cinema baiano só existiu graças a Jornada de Cinema de Guido Araújo, alguém se lembrou!?
Triste Bahia!! O cinema baiano está virando uma ação entre amigos…
Forte abraço,
Tuna Espinheira

(Postado po Vitor Hugo Soares)

mar
01

BOM DIA, RIO DE JANEIRO. FELIZ ANIVERSÁRIO, CIDADE MARAVILHOSA!!!

BOM DOMINGO

(Vitor Hugo Soares)

mar
01

Postado em 01-03-2015 00:44

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 01-03-2015 00:44

ELEGIA

para Tuna Espinheira

Viver é perder quem amamos
sem tempo para despedidas.
E um dia seremos nós
a confrontarmos o segredo
inócuo da vida.
Desbrave essa luz, Tuna,
jogue a câmera nessa luz,
ria e beba muito,
matando as saudades dos seus.
Faça rir aos transeuntes
desse céu largo e iluminado
em luz plúmbea, cinematográfica.
Mostre enfim para Herberto
a beleza que ficou “Cascalho”
em fita. Finalmente assistirão juntos
a Praça da Matriz em festa
Filó Finança comprando tudo
com o bambúrrio na serra.
Bamburraste também muito, Tuna,
pois que agora segues
para o outro mundo
com grandes diamantes
na alma, desses
que brilham
que nem fogo
na palma
da mão

Ângela Vilma

mar
01

Postado em 01-03-2015 00:43

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 01-03-2015 00:43


Amarildo, no jornal A Gazeta(ES)