Voltei para o elevador e foi queda livre”
Alexandro dos Santos, ajudante de obras, 31 anos, em relato ao portal IG na porta do Hospital Souza Aguiar, no centro do Rio, sobre como conseguiu sobreviver dentro do elevador de um dos prédios nos desabamentos de ontem à noite no Rio. A tragédia já contabiliza cinco mortos e 19 desaparecidos.

Cenas de uma tragédia carioca no centro do Rio
===============================================
ARTIGO DA SEMANA
De que tem medo Sérgio Cabral?
Vitor Hugo Soares
Diante do que se viu, e ainda se vê, no espaço dramático e poeirento desta tragédia inesperada que fere o coração da Cidade Maravilhosa – igualmente marcada por momentos singulares de humanismo, generosidade solidária, superação e bom humor, mesmo frente à desgraça – é preciso dizer com todas as letras a bem da verdade e seu registro histórico: ninguém fez mais feio neste episódio do que o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho.
Mando às favas o temor de ser repetitivo neste espaço, mas para contextualizar jornalisticamente o triste papel de Cabral é preciso recorrer mais uma vez ao Decálogo do Estadista, de Ulysses Guimarães. Magnífica, sólida e permanente construção do pensamento e da prática do saudoso fundador do MDB (hoje o PMDB do governador do Rio), presidente da Câmara e timoneiro da oposição em travessia das mais difíceis do País entre a ditadura e a democracia.
Sérgio Cabral Filho, neste desastre que ainda recolhe seus mortos (quando escrevo de Salvador já são 15 corpos recolhidos e a previsão oficial de 20 desaparecidos), afrontou acintosamente o primeiro mandamento do Decálogo de Ulysses: A Coragem.
Perdoem os incomodados, mas considero indispensável reproduzir aqui, mesmo para os que a conhecem e a seguem, o que reza a primeira e fundamental norma do homem público, segundo a lei do evangelho do fundador do PMDB: “O pusilânime nunca será estadista. Churchill afirmou que das virtudes, a coragem é a primeira. Porque sem ela todas as demais, a fé, a caridade, o patriotismo desaparecem na hora do perigo”.
“Há momentos em que o homem público tem que decidir, mesmo com o risco de sua vida, liberdade, impopularidade ou exílio. Sem coragem não o fará. Cesar não foi ao Rubicon para pescar, disse Andre Malraux. Se Pedro Primeiro fosse ao Ipiranga para beber água, suas estátuas não se ergueriam nas praças públicas do Brasil”.
“O medo tem cheiro. Os cachorros e cavalos sentem-no, por isso derrubam ou mordem os medrosos. Mesmo longe, chega ao povo o cheiro corajoso dos seus líderes. A liderança é um risco. Quem não o assume não merece esse nome”.
Grande e verdadeiro Ulysses Guimarães!
Agora de volta ao cenário dos desabamentos na noite de quarta-feira no centro do Rio. As primeiras notícias e imagens transmitidas na televisão deixaram em suspense o País e a parte do mundo que ainda não dormia quando os prédios começaram a ruir, reproduzindo cenas dramáticas de gente correndo da nuvem de poeira que os perseguia, como se o pesadelo do 11 de Setembro em Nova Iorque se repetisse na Cidade Maravilhosa.
Logo estavam na área os soldados do Corpo de Bombeiros (é fácil entender porque a população do Rio os ama e respeita tanto, embora Cabral pareça detesta-los). Socorrendo, ajudando, tentando retirar pessoas ainda com vida dos escombros.
Em seguida chegou também o prefeito Eduardo Paes, que estava em um teatro em Ipanema no lançamento da peça sobre Zezé Macedo. Saiu direto de um auditório de comédia para um palco de tragédia. Cumpria assim com tranqüilidade no meio da confusão – mas muita decisão e coragem, é preciso reconhecer – o seu dever de homem público com a população que o colocou no comando administrativo da cidade do Rio de Janeiro.
E o governador Sérgio Cabral? Em outros momentos, trágicos, ele foi apanhado em viagens mal justificadas ao exterior ou em estranhas transações com magnatas dos empreendimentos privados em Porto Seguro, na costa sul da Bahia. Desta vez, aparentemente, Cabral estava na capital do estado que ele governa. Ainda assim, ele que é um falastrão contumaz na hora de contar vantagens, se manteve escondido. Em silêncio. Ausente.
Com a suspeita bem humorada levantada pelo site carioca “Sensacionalista” de que o governador estava “entre os desaparecidos dos desabamentos”, Cabral resolveu dar sinal de vida. Mais de 15 horas depois dos desabamentos, na tarde do dia seguinte, o governador resolveu quebrar o silêncio. Em entrevista à Rádio CBN disse o óbvio, mas com palavras reveladoras: lamentou a tragédia, afirmou ter acompanhado os trabalhos, que estão sob o comando do prefeito Eduardo Paes e do secretário estadual de Saúde, Sérgio Cortes. E sentenciou com mais uma obviedade e outro tiro no pé: “a tragédia poderia ter sido ainda maior caso tivesse ocorrido horas antes”.
“Por amor de Deus, me bata um abacate!”, como dizem os baianos.
“Os medrosos têm cheiro!”, regista Ulysses em seu Decálogo do Estadista, e não custa repetir sempre esta verdade. Resta agora saber, diante dos fatos da recente tragédia carioca, de que ou de quem tem medo o governador Sérgio Cabral Filho?
Como no samba, responda quem souber.
Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor-soares1@terra.com.br
============================================
Vídeo com imagens do Rio de Janeiiro em 1968.
Ainda continua lindo, apesar de tudo.
BOA NOITE!!!
(VHS)
=============================================
Para ouvir enquanto aguarda o por do sol nesta tarde formidável de verão na capital baiana. Obrigado poeta paulista.
(VHS)

Ubaldo:festa na ilha para ele
===========================================
DICA DA JORNALISTA MARIA OLIVIA PARA O BAHIA EM PAUTA
Os 71 anos de João Ubaldo Ribeiro, celebrados dia 23 de janeiro,
terá mais comemoração na próxima sexta-feira, 27. A Ilha de Itaparica,
na bela Baía de Todos os Santos, será o palco dos festejos em
homenagem ao filho querido da cidade.
A programação tem início às 19h, na Biblioteca Juracy Magalhães
Junior, com duas exposições, bibliográfica e fotográfica, intituladas
‘Vida e obra do escritor João Ubaldo Ribeiro’. No mesmo espaço, será
apresentado um monólogo inspirado na obra Sargento Getúlio, dirigido e adaptado por Gil Vicente Tavares, com interpretação do ator Carlos Betão.
No encerramento, acontece o encontro do festejado escritor com novos talentos da literatura baiana, por conta do re-lançamento da coletânea de micro-contos “Tardes com Anões”, que reúne textos de Carlos Barbosa, Elieser César, Igor Rossini, Lidiane Nunes, Mayran Gallo,
Rafael Rodrigues e Thiago Lins, com organização de Gal Meirelles.

Dilma com Temer: PMDB em queda livre no governo
============================================
DEU NO IG
Mesmo com um lugar na vice-presidência da República, o PMDB diminui cada vez mais de tamanho no governo da presidenta Dilma Rousseff. Sem levar ameaças em conta, ela amplia a estratégia de tomar espaços de poder de lideranças do maior partido do País, que detém a maior bancada do Senado, a segunda maior na Câmara e o maior número de prefeitos.
A última vítima foi o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). Há um semana ele tentava evitar a demissão de Elias Fernandes, seu afilhado político, da direção geral do Departamento Nacional de Obras contra Secas (Dnocs). Provável candidato a presidente da Câmara em 2013, Alves acabou vencido.
A próxima vítima tem tudo para ser o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL). Ele é responsável pela indicação do ex-senador Sérgio Machado na presidência da Transpetro, uma empresa estatal subsidiária da Petrobras. Com a troca de comando na Presidência da companhia de petróleo — saiu José Sérgio Gabrielli e entrou Maria das Graças Foster – Dilma sinalizou que fará muitas mudanças na empresa.
Em entrevista ao Poder Online, Renan tratou de negar a demissão Machado, a mesma coisa que fizera Alves no caso de Fernandes, do Dnocs no sábado passado.
O aviso sem nomes
Dilma avisou o vice-presidente da República (e presidente licenciado do PMDB), Michel Temer, que mexeria nos cargos de segundo escalão. Apesar da deferência, a presidenta não adiantou quais nomes seriam trocados.
A conversa se deu na primeira reunião entre os dois no último dia 17. No mesmo encontro, Dilma adiantou a Temer que não faria mudanças nos ministérios do PMDB. Revelou ainda que escolheria um nome técnico para o Ministério da Ciência e Tecnologia, como o iG antecipou.
Líder do PMDB, Henrique Alves
Peemedebistas sabem que o maior estrago será mesmo em diretorias e empresas subsidiárias da Petrobras. No Congresso, lideranças da sigla tentam evitar, pelo menos, a substituição de Sérgio Machado. Temer foi avisado que ele pode ser preservado, mas não há garantia alguma até agora.
No Dnocs, as demissões de Elias Fernandes e do diretor administrativo-financeiro Albert Gradvolh só foram o começo da reestruturação que será feita no órgão vinculado ao Ministério da Integração Nacional. O ministro da Integração, Fernando Bezerra, é do PSB e já disse que tentará promover as mudanças no Dnocs “em comum acordo com o PMDB”. A palavra final, porém, será de Dilma.
Ataque inicial
Apesar do ataque da presidente aos postos do PMDB ter se agravado mais recentemente, a desidratação teve início ainda nos primórdios do governo Dilma. Durante a transição.
Do governo Luiz Inácio Lula da Silva, o PMDB manteve as pastas de Agricultura, Minas e Energia e Defesa. Mas teve de trocar as poderosas Comunicações e Saúde por Assuntos Estratégicos, Previdência e Turismo. Nessas duas últimas, o partido foi obrigado a aceitar secretários-executivos indicados pelo Palácio do Planalto. E, ainda no Turismo, o PMDB assistiu a cobiçada Embratur cair nas mãos do PCdoB.
Formado o governo Dilma, a esperança do PMDB passou a ser retomar espaço no segundo escalão. Henrique Eduardo Alves chegou a bater de frente com o então chefe da Casa Civil, Antonio Palocci. O vice Michel Temer teve de intervir e adiar a formação do segundo escalão. Os cargos acabaram sendo ocupados a conta a gotas, sempre de acordo com a vontade do Palácio do Planalto
No fim de fevereiro, Dilma começou a minar os espaços do PMDB no setor elétrico. O primeiro alvo foi o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que detinha, desde 2007, a indicação do presidente de Furnas.
Parceiros em articulações na bancada do PMDB na Câmara, Alves e Cunha se uniram para impedir a exoneração de Carlos Nadalutti Filho, presidente de Furnas na época. Não deu certo. No dia 4 de fevereiro de 2011, Flavio Decat foi nomeado no lugar de Nadalutti. Restou a Alves dizer: “Vamos virar a página”. O iG ainda mostrou que haveria outras trocas no setor elétrico. Ao longo do ano, listas para nomeações do PMDB no segundo escalão foram encaminhadas do Congresso para a Casa Civil.
Uma delas, a que o iG teve acesso, havia 20 nomes. A lista circulou na mesma noite que foi votado o aumento do salário mínimo na Câmara, que o PMDB tentou usar como barganha por cargos. Alguns nomes o partido conseguiu emplacar, como o ex-deputado federal Geddel Vieira Lima na vice-presidência da Caixa de Pessoa Jurídica.
Comandadas por peemedebistas, as pastas da Agricutura e do Turismo foram alvo de denúncias ao longo de 2011. Ministro originário do governo Lula, Wagner Rossi (PMDB-SP) não resistiu e Dilma acabou emplacando o amigo Mendes Ribeiro (PMDB-RS) no lugar dele.
No Turismo, Pedro Novais (PMDB-MA) desgatou-se por conta de uma operação da Polícial Federal que encontrou irregularidades na pasta. Sobreviveu, mas, na sequência, descobriu-se que ele contratou no seu gabinete na Câmara uma funcionária para lhe serviços domésticos. Acabou demitido.
Para substituir Novais, o PMDB apresentou uma lista de nomes. Dilma só aceitou um, do deputado Gastão Vieira (PMDB-MA). Ele é ligado ao grupo político do senador José Sarney (PMDB-AP), um dos poucos peemedebistas com prestígio junto à presidenta.
Em 2011 o partido ainda perdeu a Defesa. Após declarar ter votado em José Serra (PSDB) em 2010, Nelson Jobim forçou sua saída do governo. Em seu lugar, assumiu o ex-ministro das Relações Exteriores Celso Amorim, que é filiado ao PT.
Ainda durante a campanha de 2010, os atritos com o PMDB por cargos já existiam. Dono do Ministério das Comunicações e de postos-chave nos Correios, o PMDB perdeu diretorias da empresa estatal com o aval do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da sua candidata, Dilma.
A intervenção foi coordenada pelo então ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que, não por acaso, ganhou a pasta das Comunicações no governo Dilma.
DEU NO IG
Mais uma vítima foi retirada pelos bombeiros dos escombros dos edifícios que desabaram na noite de quarta-feira (25), no centro do Rio.
Sobe assim para sete o número de vítimas fatais. Ainda não se sabe se o corpo encontrado é de um homem ou de uma mulher.
Dos corpos já retirados, quatro vítimas já foram identifcadas. São eles: Nillson de Assunção Ferreira, 50 anos; Margarida Vieira de Carvalho, de 65 anos; Cornélio Ribeiro Lopes, de 73 anos; e Celso Renato Braga Cabral, de 46 anos. Eles permanecem no IML (Instituto Médico Legal), na Leopoldina.
Próximo ao sétimo corpo foi encontrada uma bolsa feminina. Dentro da bolsa havia uma carteira com a identidade e uma foto 3×4 de Alessandra Alves Lima, de 29 anos.
O namorado dela já havia relatado que estava conversando com Alessandra através de uma rede social no momento do desabamento. Após o acidente, a conexão foi perdida e os dois não mantiveram mais contato.
Os bombeiros encontraram ainda, no meio dos entulhos a identidade de Édson de Oliveira Menezes, de 31 anos.
Durante essa madrugada o sexto corpo foi encontrado entre os escombros. Ele é de uma mulher e foi encontrado por volta das 3h, enquanto o anterior, também de uma mulher, foi retirado às 23h. O número de desaparecidos oficiais é de 17 pessoas. Outras seis pessoas ficaram feridas, sem gravidade.
=============================================
OPINIÃO POLÍTICA
Tem pedras nos trilhos
Ivan de Carvalho
Depois de um tempo enorme para ficar pronta e começar a ser testada a Linha 1 do metrô de Salvador, com seis quilômetros de extensão, as polêmicas e agruras para a implantação da chamada Linha 2 do metrô mal começaram com as muitas divergências entre o governo do Estado e a Prefeitura de Salvador.
Depois de mil peripécias de parte a parte, afinal foi assinado o convênio que põe fim às querelas que, sem solução, não permitiriam o avanço das medidas que deverão ou poderão resultar algum dia – indefinido no futuro, podendo ser antes ou depois da Copa do Mundo de 2014 – na conclusão da ainda não iniciada Linha 2.
Do que passou, ficaram coisas não essenciais pendentes, como é o caso de uma dívida-surpresa de dezenas de milhões de reais que o chefe da Casa Civil da Prefeitura, João Leão, anunciou que o município tem a receber.
Mas intrincadas questões deverão ainda se apresentar. Na segunda-feira, por exemplo, será protocolada no Ministério Público estadual uma solicitação assinada por moradores de bairros adjacentes à Avenida Paralela. Os articuladores do documento não pretendem reunir milhares de signatários.
Menos de duzentos são considerados suficientes.
Querem apenas que o MP examine a possibilidade da “elaboração de estudos técnicos para a real viabilidade do metrô de superfície que será implantado na Avenida Paralela, como também as questões de impacto ambiental, os transtornos que futuramente irá causar ao já caótico tráfego da citada avenida com as referidas obras e, principalmente, mais uma extinção das poucas áreas de lazer e beleza urbana da nossa capital”.
Área de lazer e beleza urbana, aliás, que leva a respeitável assinatura do paisagista Burle Marx, o mesmo de Brasília. A sugestão que o documento faz é a de que se faça um metrô subterrâneo, e não de superfície, sob a alegação de que isso evitaria a maior parte dos transtornos esperados durante a construção deste e os decorrentes de sua operação.
Bem, já se vê que o empreendimento estatal a ser – segundo a já anunciada opinião do governador Jaques Wagner – privatizado depois que ficar pronto vai encontrar oposição de diversos tipos e também poderá provocar polêmicas as mais surpreendentes.
Uma delas já começou e foi revelada ontem pelo site Política Livre. À tarde, enquanto tomava conhecimento do abaixo-assinado (não é uma representação) ao Ministério Público, eu pensara no problema que se colocaria em relação ao Memorial ao deputado Luís Eduardo Magalhães, cujo nome alguns querem tirar do Aeroporto Internacional de Salvador. No começo da noite, vi a matéria publicada no site.
A esse respeito, convém lembrar que no Egito antigo os faraós eram muito ciosos da própria importância – afinal, era cada um deles “deus vivo” –, o que lhes inflava a vaidade. Então tudo que um faraó construía, ele punha o seu nome ou deixava registrado como seu o crédito da construção. Mas sempre acabava vindo o sucessor e este costumava mandar apagar o nome do antecessor de todas as coisas que importavam e substituir pelo próprio nome.
Bem, voltando ao Memorial a Luís Eduardo Magalhães, monumento público construído com dinheiro particular, o já mencionado site revelou que há um enxame de petistas loucos para que o trator passe por cima e apague a memória do importante ex-presidente da Câmara dos Deputados. Ainda bem que o governador Jaques Wagner, que não só era amigo de Luís Eduardo como tem noções corretas de respeito às pessoas e também é inteligente o suficiente para perceber o impacto social negativo da tese da destruição já pediu que seja encontrada uma alternativa técnica.
Claro que outros problemas virão. Aqui se deu conta apenas de uma amostra.
===================================================
Basta ouvir, fechar os olhos e se deixar levar…
BOA NOITE!!!
(VHS)

Os filhos de Jackson na homenagem ao Pai/DN
======================================
Os três filhos do ‘rei da pop’ marcaram hoje as mãos e os pés de Michael Jackson no cimento da calçada do Teatro Chinês, em Hollywood, usando as luvas e os sapatos do cantor.
Paris, Prince e Blanket, que raramente aparecem em público, abriram uma exeção e compareceram na cerimónia na companhia da avó paterna, Katherine, e de três tios: Tito, Marlon e Jackie Jackson.
Nesta cerimonia, que foi precedida de um espetáculo de cerca de uma hora, estiveram também Justin Bierber e o famoso produtor musical Quincy Jones.
(Com informações do Diario de Notícias )