O governador (Jaques Wagner) certamente é uma das últimas pessoas que têm autoridade para falar sobre corrupção. Seja por sua relação direta com os petistas envolvidos em escândalos recentes, seja pelo fato de ter colocado José Sérgio Gabrielli (ex-presidente da Petrobras) como um secretário forte de seu governo”

ACM Neto, prefeito de Salvador e principal líder do DEM no estado da Bahia, na explosiva entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, publicada na edição desta segunda-feira, 20.

out
22

Romário grava apoio para Aécio


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DEU NO BLOG DO CAMAROTTI

O senador eleito Romário (PSB-RJ) gravou na tarde desta quarta-feira (22) depoimento em apoio ao candidato tucano Aécio Neves. A equipe do PSDB vai tentar colocar a fala de Romário no programa de televisão ainda nesta quarta. É uma aposta do tucano para tentar reverter o favoritismo da petista Dilma Rousseff no Rio de Janeiro.

Inicialmente, o apoio de Romário era esperado para a primeira semana. Mas houve desencontro de agenda, o que acabou contrariando o ex-jogador. Com isso, Romário deu uma canseira na equipe de Aécio. Passou um tempo sem atender aos telefonemas de tucanos. Romário também estaria incomodado com o protagonismo de outro ex-jogador na campanha de Aécio: Ronaldo. Os dois são desafetos.

out
22

DEU NO BLOG DO NOBLAT

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É como diria o célebre colunista social Ibrahim Sued, se vivo estivesse:

“Cuidado, cavalo não desce escada!!!

(Vitor Hugo Soares)


BOA TARDE!!!


Mujica se despede depois de gestão exemplar

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DEU NO JORNAL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

O gabinete de Ana Labandera, diretora de obstetrícia do principal hospital público de Montevidéu, o Pereira Rossell, com mais de 100 parteiras sob sua supervisão, é diminuto. Mal cabem três pessoas sentadas. Mas lá acontece algo muito parecido com o que ocorre em geral nas instituições de Governo do Uruguai: a este pequeno gabinete afluem profissionais de toda a América Latina para ver o que podem aprender da sua experiência na área da saúde. “Desde que o presidente José Mujica aprovou a lei de despenalização do aborto, em dezembro de 2012”, conta Labandera, “este país é, provavelmente, o único da América Latina onde está registrada a pílula Mifepristona, que é um medicamento adequado para tratar o aborto farmacológico, sem intervenções cirúrgicas”.

O Uruguai está encaixotado entre dois gigantes, Brasil e Argentina. Mas todo o continente olha com respeito para um país de 3,2 milhões de habitantes que habitualmente dita o ritmo dos avanços sociais na região, e que no próximo domingo escolherá um novo presidente para os próximos cinco anos, o sucessor de José Mujica.

O candidato com mais chances é o ex-presidente Tabaré Vázquez (2005-2010), da coalizão de esquerda Frente Ampla. Mas a maioria das pesquisas indica que Vázquez não contará com uma maioria superior a 50% dos votos válidos, o que o obrigará a disputar um segundo turno em 30 de novembro. E é aí que Luis Lacalle Pou e Pedro Bordaberry, candidatos dos dois partidos mais tradicionais – o Blanco e o Colorado, respectivamente –, somariam seus votos, potencialmente levando a esquerda a perder a presidência que conquistou há dez anos.
mais informações

Mujica deixa um país com a taxa de desemprego mais baixa da sua história (6,3%). Um estudo da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) apontou em 2013 o Uruguai como o segundo país da região com menos pobres e o primeiro com menos indigentes. Com esses dados, supõe-se que Vázquez, um oncologista de 74 anos, tenha as condições ideais para suceder Mujica.

Além disso, Vázquez deixou o Governo com uma avaliação positiva de 75%. Tem fama de honesto e bom gestor. Entretanto, o candidato dos blancos, o advogado Luis Lacalle Pou, de 41 anos, ganhou de forma surpreendente as eleições internas do seu partido e foi reduzindo a distância que o separa do ex-presidente. Conseguiu isso admitindo as conquistas da Frente Ampla, mas afirmando que elas podem ser melhoradas. Seu lema, “pelo positivo”, convida ao diálogo, à eficácia. E, para transmitir uma imagem de mudança e modernidade, empenhou-se em esconder seu pai, o ex-presidente Luis Alberto Lacalle Herrera (1990-1995), no 30º e último lugar da lista de suplentes a senador.

Eduardo Bottinelli, diretor do instituto de pesquisas Factum, argumenta que boa parte das expectativas que Lacalle Pou soube criar se deve à mudança geracional no eleitorado. “O eleitor médio tem 54 anos. Mas as pessoas que têm direito a voto pela primeira vez são 9%. Tabaré Vázquez começou sua campanha com o lema ‘Vamos bem’”. Mas a sociedade melhorou, e o que existe não basta. Ela quer ir muito melhor. Quer mais segurança e melhor educação. E Tabaré apresentou como seu futuro ministro do Interior o atual ocupante da pasta, Eduardo Bonomi, que não soube aplacar a sensação de insegurança da população. Além disso, Lacalle Pou aparenta ser mais jovem do que é, transmite proximidade e trata as pessoas com informalidade, ao passo que Vázquez não usa Twitter nem Facebook.”

Tabaré Vázquez carrega uma mancha na visão de muitos eleitores de esquerda: foi o presidente que revogou em 2008 a lei de despenalização do aborto. E, depois de o Governo de José Mujica a aprovar novamente em 2012, fez campanha para organizar um referendo que permitisse revogar a lei pela segunda vez. Os antiabortistas como Vázquez precisavam da adesão de 25% do eleitorado, mas só obtiveram 8%. “O fracasso foi tão taxativo”, explica a obstetra Ana Labandera em seu pequeno gabinete, “que ninguém vai se atrever a mudar a lei. O uruguaio respeita a lei e, desde que ela foi aprovada, não houve nenhum ruído. O que pode ocorrer é que tanto Vázquez como Lacalle Pou adiem as melhorias necessárias, que o atendimento às mulheres que pretendem interromper a gravidez seja enfraquecido.”

Seja quem for o vencedor, o novo presidente sabe que a sociedade se tornou muito mais exigente do que quando José Mujica começou a governar, há quatro anos.

out
22

Postado em 22-10-2014 11:12

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 22-10-2014 11:12


Amarildo, hoje, na Gazeta Online (ES)

out
22

Postado em 22-10-2014 10:59

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 22-10-2014 10:59

DEU NO UOL/FOLHA

O mercado financeiro, a maioria dos economistas e alguns organismos internacionais podem estar muito pessimistas com a economia do país em 2015. Mas os brasileiros em geral estão na contramão desse sentimento, o que ajuda a explicar o aumento da aprovação da presidente Dilma Rousseff (PT) e sua reação na corrida pela reeleição.

Os dados da corrida eleitoral do Datafolha desta terça são quase idênticos aos da pesquisa da segunda, um dia antes. Em votos válidos, Dilma registrou 52%; Aécio Neves (PSDB), 48%. Empate técnico no limite máximo da margem de erro, de dois pontos.

Em votos totais, Dilma oscilou de 46% para 47%, Aécio manteve os 43%. Brancos e nulos foram de 5% para 6%; indecisos, de 6% para 4%.

O exemplo mais eloquente disso é o da inflação. Pesquisa Datafolha realizada nesta terça (21) mostra que a expectativa de aumento dos preços desmoronou para o patamar mais baixo da série do instituto, desde 2007.

Em abril, no momento de maior pessimismo, 64% achavam que a inflação iria aumentar. No fim de setembro, 50% continuavam esperando o pior. Agora, apenas 31% acreditam nisso.

No sentido oposto, a esperança de queda da inflação também é recorde. Para 21%, o índice irá diminuir.

Ao opinar sobre desemprego, poder de compra, situação econômica do país e a própria situação, a tendência é a mesma: otimismo crescente, pessimismo cadente.

A explicação para o aumento do otimismo pode ser a própria campanha eleitoral. Inclusive a de Aécio.

Isso porque tanto a maioria dos eleitores da petista quanto a maioria dos adeptos do tucano apostam que seus respectivos candidatos irão vencer. Então, naturalmente, todos tendem a crer que o próximo presidente terá condições de promover melhorias.

Entre os que votam em Dilma, 82% acham que ela será reeleita. No grupo dos que votam em Aécio, 78% acham que o vencedor será ele.

O descompasso com as perspectivas econômicas parece grande. Depois de entrar em recessão entre janeiro e junho, a economia teve leve recuperação em julho e agosto, mas nada que altere a previsão de que o PIB deve crescer perto de 0,3% neste ano.

Já a inflação, que havia perdido fôlego entre junho e agosto, voltou a acelerar em setembro, com aumento dos preços dos alimentos. O aumento do custo de vida superou o limite fixado pelo próprio governo e está em 6,75%.

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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

OPINIÃO

A Esquizofrenia Populista

Carlos Pagni

Se perguntassem aos brasileiros como foram para eles os Governos do Partido dos Trabalhadores (PT) da porta de suas casas para dentro, Dilma Rousseff ganharia com folga as eleições do próximo domingo. Mas, se forem consultados por suas vidas da porta de suas casas para fora, o vitorioso seria Aécio Neves, o candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Não é um fenômeno local. A campanha eleitoral do Brasil exibe uma dualidade que é constitutiva do populismo em toda a América Latina.

Na última década o país foi testemunha de uma grande mobilidade social. Saíram da pobreza 35 milhões de pessoas. São a denominada nova classe média brasileira, ou classe C. Essa população protagonizou um boom de consumo. Em 2013 as vendas de smartphones cresceram 118%. E 35% dos usuários são da classe C. A venda de carros passou de 1.300.000 em 2005 para 2.400.000 em 2013. E 48% corresponde à nova classe média. Entre 2002 e 2012 esse setor gastou 277% a mais em turismo e 150% a mais em roupas. Em 2013 destinou a eletrônicos 122% mais dinheiro que em 2010.

A propaganda do PT se dirige a esse Brasil. Nos anúncios aparece Luiz Inácio Lula da Silva recordando um país no qual, para os pobres, não era costume construir casas, ter carros zero quilômetro, viajar de avião ou ir a um restaurante. Dilma repete o monólogo, enumerando subsídios para reformas de casas ou aquisição de eletrodomésticos.

Em seu afã por sacralizar o presente, o populismo se desliga do futuro. Nessa prioridade está a semente de sua decadência

Esse ciclo de consumo encontrou um limite na deterioração da vida pública. Em meados do ano passado o desajuste se expressou nos protestos nas grandes cidades do país. A população saiu à rua para se queixar porque os hospitais, ônibus ou escolas não eram “padrão FIFA”, como os estádios que estavam sendo construídos.

Essas mobilizações, inauguradas em São Paulo após o aumento no preço do transporte, evidenciaram as penúrias que se tem de enfrentar quando se transpõe a porta de casa. Apesar dos progressos registrados na segurança de cidades como o Rio de Janeiro, a taxa de homicídios de 2012 foi de 21 a cada 100.000 habitantes. É verdade que na Venezuela foi de 37. Mas no Chile foi de 2.

Das estradas brasileiras, somente 12% estão asfaltadas. O Tribunal de Contas avaliou em 2013 que 81% dos 116 hospitais mais requisitados estão em más condições.

Aécio ataca Dilma nesses flancos. Em seus anúncios ele a critica por ter feito somente 12% das obras de infraestrutura prometidas; ter provocado 181 apagões desde 2011; ter endividado a Petrobras para subsidiar o combustível; e não ter construído um porto sequer.

As mobilizações, iniciadas em São Paulo após o aumento no preço do transporte, evidenciaram as penúrias que se tem de enfrentar quando se transpõe a porta de casa

Um artigo do jornal O Globo com base em estatísticas oficiais desnuda essas duas caras do Brasil: 50% das famílias que sobrevivem nas favelas pertencem à nova classe média.

A contradição sobre a qual se organiza o debate é intrínseca ao modelo. No Brasil aparece atenuada uma deformação que na Argentina e na Venezuela é caricatural. Em seu afã por sacralizar o presente, o populismo se desliga do futuro. Premia o consumo, não a poupança. O gasto, em vez do investimento. E se empenha mais em ampliar subsídios do que em criar trabalho genuíno. Nessas prioridades estão as sementes de sua decadência.

Por causa da defasagem cambial e do déficit de infraestrutura, a economia brasileira perdeu competitividade. Este ano não deve crescer. Mas a inflação estará em 6%, um ponto e meio acima da meta oficial. Como o crédito foi decisivo na criação da nova classe C, a desaceleração surpreende os brasileiros com um nível de dívida preocupante. Segundo a consultoria Serasa, 60 milhões de consumidores estão com dívidas. Lula atemoriza os eleitores dizendo que, se Aécio for eleito, perderão o que adquiriram. Mas isso também poderá acontecer com uma vitória de Dilma. A fragilidade é macroeconômica.

A esquizofrenia do bem-estar doméstico e da inquietação pública não é paradoxal. Está na essência do projeto populista. O Governo de Dilma, em menor medida que o de Cristina Kirchner (Argentina) e Nicolás Maduro (Venezuela), menospreza a iniciativa privada, distorce os preços com subvenções e exalta a distribuição da riqueza muito mais do que a sua criação. Esse estilo afugenta a corrente de investimentos que as obras públicas ou a exploração energética requerem.

Maduro dá tablets de presente, mas conectar-se à Internet na Venezuela leva mais de 15 minutos. Cristina Kirchner multiplicou os celulares, mas como não se preocupou com a interconexão, os argentinos já não conseguem comunicar-se pelo celular. De vez em quando a antítese adquire um signo trágico. Em abril do ano passado, a falta de obras hidráulicas produziu uma inundação em La Plata, a capital da província de Buenos Aires. Houve 89 mortes. A televisão mostrava as telas de plasma que saíam, flutuando, das casas mais humildes.

out
22

Postado em 22-10-2014 00:22

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 22-10-2014 00:22

BOM DIA!!!

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DEU NO POR ESCRITO

Luis Augusto Gomes

Apesar de muitos – no PT e em partidos adjacentes de bancadas numerosas – desejarem que o governador eleito, Rui Costa, interfira no processo da eleição de presidente da Assembleia Legislativa, marcada para 2 de fevereiro, é improvável que isso venha a acontecer.

Mesmo que seja falsa a versão de que o cargo foi garantido nas mãos do presidente Marcelo Nilo como parte do acordo em que ele foi excluído da chapa majoritária, a questão é de governabilidade e paz interna num grupo que parte para a terceira etapa de poder na Bahia.

Não é que o governo não reúna condições para um conflito dessa dimensão, mas o que lhe falta, sobretudo, é interesse. Como presidente durante os oito anos do governo Wagner, Nilo atendeu a todas as expectativas, tornando possível a aprovação de matérias até quando o líder Zé Neto não exercia 100% de sua competência.

É certo que o presidente, nos seus quatro mandatos, construiu uma liderança, sendo muitos os deputados – governistas e da oposição – que lhe dão apoio para a empreitada e o seguiriam em outros temas que possam advir.

Rui Costa, homem forjado nas negociações da luta sindical, acostumado a conceder nas horas próprias, sabe pesar as circunstâncias e não quererá trincamentos no início da gestão. Nilo já se movimenta claramente para reeleger-se. Companheiros que sejam mais uma vez preteridos terão abrigo e consolo na generosa máquina estadual.


Goiânia:Aécio convoca as ruas

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DEU NO G1

por Maria Lima

GOIÂNIA — A trégua do último debate, na TV Record, pode não se repetir no debate decisivo dos presidenciáveis na TV Globo, sexta-feira. Ao lado do governador Marconi Perillo (PSDB), que alcançou 60% das intenções de votos sobre o adversário Íris Rezende, com 40%, o candidato do PSDB a presidente, Aécio Neves, disse na noite desta sexta-feira que voltava ao lugar onde começou sua virada para o segundo turno. Quando veio à capital goiana, Aécio começava a retomar a curva de crescimento e disse que estaria no segundo turno. Hoje garantiu que vencerá a eleição no próximo domingo. Sobre a agressividade da adversária Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula, o tucano disse que, nesta reta final, continuará fazendo campanha propositiva, mas está preparado para rebater ataques no mesmo tom.

Hoje o ex-presidente Lula disse que Aécio não era um homem sério.

— Essa campanha vai passar para a História como a de mais baixo nível, pelo desespero dos governistas. Eu farei uma campanha propositiva, mas responderei a todos os ataques no mesmo tom. Eu me preparei 30 anos para ser o presidente da República e sou um homem honrado —disse Aécio, completando:

— De 22 anúncios no programa de TV de Dilma, 19 eram para me atacar. Foi um desrespeito não só comigo e com a minha família, mas com todos os brasileiros que deixaram de conhecer as propostas — disse Aécio, citando levantamento do jornal “Folha de S. Paulo”.

Ele minimizou a pesquisa Datafolha, que o coloca numericamente atrás de Dilma. E anunciou o ato em Goiás como o de encerramento de sua campanha pelos estados. Amanhã ele faz campanha em Minas Gerais e passa quinta-feira e sexta-feira no Rio. No sábado, volta a Belo Horizonte para votar e acompanhar a apuração.

Segundo o presidente do PSDB de Goiás, Paulo de Jesus, Aécio vem tendo um crescimento expressivo no estado, e acompanha hoje os números do governador Marconi Perillo: 60% das intenções de votos contra 40% de Dilma. No primeiro turno foi vitorioso no estado com 41.54% e Dilma 32.10%

— Aqui começou a onda da vitória e eu disse que estaria no segundo turno. E aqui haverá de ser também o começo da vitória no segundo turno. Sou o candidato dos que todos os dias se indignam com as denúncias de corrupção —disse, completando:
Comício foi realizado na Praça Cívica, em Goiânia – André Coelho / Agência O Globo

— A minha percepção é que já temos uma campanha vencedora. Muitos tinham dúvidas de que eu estaria no segundo turno e eu disse que iria para o segundo turno. Hoje eu digo de novo: eu vou vencer essa eleição para dar um basta ao que aí está.

Perguntado sobre o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meireles, eleito deputado em Goiás pelo PSDB, Aécio disse que terá muito orgulho de ter goianos em seu ministério. O comício foi na Praça Cívica, em frente ao Palácio das Esmeraldas. A estimativa dos organizadores é que havia na praça cerca de 20 mil simpatizantes de Marconi e Aécio. Ele pediu a todos que fossem sua voz rouca nesses cinco dias que faltam para a eleição.

— Assim como 30 anos atrás Tancredo convocava de Goias o povo brasileiro para deixar o regime autoritário, quero convocar o povo brasileiro para deixarmos para trás o tempo da corrupção, da infâmia, do desgoverno, da mentira e da irresponsabilidade — conclamou Aécio num discurso emocionado após o hino nacional.

Com uma mega estrutura que contou com uma cascata de fogos e papel picado no palanque, Aécio disse que no dia 1º de janeiro subirá a rampa do Palácio do Planalto de mãos dadas com o anfitrião, Marconi Perillo. A campanha gravou imagens para o último programa de TV.

Perillo disse que Goiás não ficará omisso nesse momento:

— Vença as eleições, moralize o Brasil e coloque o Brasil nos rumos do desenvolvimento! — discursou o governador, dizendo que Aécio será o novo JK.