Alguns deixam de ser respeitados. Outros, abandonados ao longo do caminho, feridos pelas intrigas palacianas. O restante, por sobrevivência, assume uma confortável mudez. São esses, seguidores subservientes que não praticam, por interesses pessoais, a discordância leal”

Otávio do Rêgo Barros, general ex porta-voz do governo, no artigo  “Memento mori”, de  rompimento com o presidente Jair Bolsonaro, publicado no Correio Braziliense.

out
29

Postado em 29-10-2020 00:23

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 29-10-2020 00:23

 

rego barros

Crédito: Evaristo Sá/AFP

O recado do general Otávio do Rego Barros, ex-porta-voz do Planalto, foi elogiado nos meios militares e, embora seja lido como um recado direto ao presidente Jair Bolsonaro, não foi visto com deslealdade. O objetivo, avaliam amigos do general, jamais foi criar celeuma. E sim alertar sobre o perigo de não se dar espaço ao que ele chama de “discordância leal”. É isso que hoje mais incomoda grande parte dos generais e de antigos apoiadores do presidente, que, diante dos novos amigos do Centrão, deixa de lado aqueles que o ajudaram a chegar ao Planalto e apostaram num projeto. “Alguns deixam de ser respeitados. Outros, abandonados ao longo do caminho, feridos pelas intrigas palacianas. O restante, por sobrevivência, assume uma confortável mudez. São esses, seguidores subservientes que não praticam, por interesses pessoais, a discordância leal”, escreveu o general no artigo Memento mori, publicado nesta quarta-feira no Correio Braziliense.

Rego Barros, que foi porta-voz da Presidência, mas acabou isolado após um tempo, traduziu no artigo o sentimento que perpassa os militares, de que hoje o presidente confunde discordância leal com oposição e é preciso ter clareza de que nem toda discordância é deslealdade.

O artigo, aliás, fez com que muitos saíssem da “toca”, em solidariedade ao general. Alguns, inclusive que se veem hoje quase que atirados à oposição, embora não tenham essa intenção. “Barbara Tuchman tinha razão: ‘A Marcha da Insensatez’ parece se repetir. Toda a minha solidariedade ao General Rêgo Barros pela atitude. Leitura precisa de um sombrio cenário. O mesmo cenário já repudiado por General Santos Cruz, Sérgio Moro e outros atentos defensores da moralidade”, escreveu em seu Twitter o general Francisco Brito, numa referência aos ex-ministros de Bolsonaro e à historiadora, jornalista e escritora estadunidense, ganhadora de dois prêmios Pulitzer.

O que o general Brito menciona de público corre a caserna nas conversas reservadas. O artigo “Memento mori” vale para todos aqueles que, ao alcançar o coração do poder, terminam deixando de lado os projetos iniciais pactuados e se acham acima do bem e do mal, sem levar em conta que a próxima eleição está logo ali e que é preciso manter firme a conexão com a realidade e não apenas com a bolha de seguidores nas redes sociais.

O artigo de Rego Barros foi escrito logo depois do pito público que o presidente Jair Bolsonaro passou no ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o general que se viu no constrangimento de ter um protocolo de intenções assinado por sua pasta desautorizado pelo presidente da República, num tema tão caro à sociedade como a vacina contra a covid-19. Já estava escrito, vale dizer, quando a revista Época trouxe reportagem de Guilherme Amado, contando os bastidores dos encontros do presidente com advogadas de seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, e autoridades da área de inteligência do governo. Portanto, avisam alguns, quem tentar levar para esse lado estará num terreno que o general não pisou.

A lição deixa clara ainda a necessidade de, na falta de alguém que discorde do presidente e lhe alerte sobre determinadas atitudes, o funcionamento de todas as instituições é fundamental. “As demais instituições dessa república — parte da tríade do poder — precisarão, então, blindar-se contra os atos indecorosos, desalinhados dos interesses da sociedade, que advirão como decisões do “imperador imortal”. Deverão ser firmes, não recuar diante de pressões”. No Supremo Tribunal Federal (STF) e na cúpula do Parlamento ficou a sensação de que as críticas às instituições não terão eco na caserna. Até aqui, o Planalto fez “cara de paisagem”. Diz o ditado, quem cala, consente.

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“Ready for Freddie”, Freddie Hubbard: para ouvir, recordar e caminhar! Afinal, a vida é bela, como a flor.

BOM DIA!

(Gilson Nogueira)

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Postado em 29-10-2020 00:14

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 29-10-2020 00:14

Urgente: Bolsonaro revoga decreto sobre gestão privada de UBS
Foto: Reprodução/Redes sociais

Jair Bolsonaro decidiu revogar o decreto que autorizou a realização de estudos de modelagem para parcerias público-privadas na construção e gestão de Unidades Básicas de Saúde.

Ele escreveu no Facebook, no entanto, que a narrativa de privatização do SUS é falsa e que o espírito do decreto era permitir encerrar obras inacabadas.

“Temos atualmente mais de 4.000 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e 168 Unidades de Pronto Atendimento (UPA) inacabadas. Faltam recursos financeiros para conclusão das obras, aquisição de equipamentos e contratação de pessoal.”

Foto: Reprodução/Redes sociais

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Postado em 29-10-2020 00:12

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 29-10-2020 00:12

 

Do Correio Braziliense

Acusada de assassinato, deputada será julgada por quebra de decoro parlamentar pelo Conselho de Ética nas próximas semanas. Decisão da Mesa Diretora foi unânime

JG
Jéssica Gotlib
 

Deputada é acusada de ser a mandante do assassinato do marido - (crédito: Fernando Frazão/Agência Brasil)

Deputada é acusada de ser a mandante do assassinato do marido – (crédito: Fernando Frazão/Agência Brasil)

A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decidiu, por unanimidade, dar prosseguimento à investigação por quebra de decoro parlamentar contra a deputada federal Flordelis (PSD-RJ). Acusada de ser a mandante do assassinato do marido, Anderson do Carmo, Flordelis está respondendo ao processo em liberdade por ter imunidade parlamentar. Agora, ela poderá perder o mandato por decisão da Comissão de Ética da Casa.

Ao anunciar o prosseguimento do processo na manhã desta quarta-feira (28/10), o corregedor da Câmara, deputado Paulo Bengtson (PTB-PA) afirmou que a congressista “não apresentou as provas contrárias para as acusações de quebra de decoro”. “O relatório foi aprovado de forma unânime. Será encaminhado o caso da deputada Flordelis para a Comissão de Ética que, segundo o presidente, será encaminhada e retomada na próxima semana”, explicou Bengtson.

Essa última parte da fala do corregedor é importante, porque, assim como outras comissões permanentes, a de Ética está com os trabalhos suspensos durante a pandemia. Ainda de acordo com Bengtson, os deputados já costuram acordos para que os colegiados possam ser retomados, mesmo que remotamente, a partir da próxima semana. “Acredito que, com mais uma semana de prazo, esse projeto já chegue à comissão”, declarou.

Investigações

O caso Flordelis ganhou desdobramentos surpreendentes quando as investigações revelaram diversos planos anteriores dela e dos filhos para a morte de Anderson, além de depoimentos de testemunhas que afirmavam que a deputada e o marido mantinham relações sexuais com alguns dos filhos e “ofereciam” filhas a pastores. Apesar disso, a deputada continua alegando inocência, segue fazendo cultos e chegou a exibir a tornozeleira eletrônica em um vídeo postado no Facebook.

Foto: AP Photo / Molly Riley
Credit…Foto: AP Photo / Molly Riley

Por Jornal do Brasil

A vantagem do candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Joe Biden, sobre o presidente Donald Trump em Michigan parece cada vez mais confortável, mas os dois permanecem lado a lado na Carolina do Norte, mostraram pesquisas de opinião Reuters/Ipsos nessa terça-feira.

Os pesquisadores estão entrevistando prováveis eleitores em seis Estados –Wisconsin, Pensilvânia, Michigan, Carolina do Norte, Flórida e Arizona– que desempenharão papéis fundamentais na votação que decidirá se o republicano Trump vai conquistar um segundo mandato ou se Biden vai substituí-lo no comando do país.

Abaixo estão números das pesquisas por Estado, com base nas respostas online de prováveis eleitores, que incluem respostas de alguns que votaram antes do dia formal da eleição, em 3 de novembro –o que é cada vez mais comum devido ao coronavírus.

MICHIGAN (21-27 Out):

* Votos em Biden: 52%

* Votos em Trump: 43%

* Biden tinha vantagem de 51%-44% na semana anterior

* 32% disseram que já votaram

* 52% dizem que Biden enfrentaria melhor a pandemia do coronavírus; 39% dizem que Trump se sairia melhor.

* 48% dizem que Trump seria melhor na condução da economia; 45% dizem que Biden se sairia melhor.

CAROLINA DO NORTE (21-27 Out):

* Votos em Biden: 49%

* Votos em Trump: 48%

* Na semana anterior o placar mostrava 49%-46% para Biden

* 35% disseram que já votaram

* 48% dizem que Biden enfrentaria melhor a pandemia do coronavírus; 44% dizem que Trump se sairia melhor.

* 51% dizem que Trump seria melhor na condução da economia; 43% dizem que Biden se sairia melhor.

WISCONSIN (20-26 Out):

* Votos em Biden: 53%

* Votos em Trump: 44%

* Semana anterior mostrava 51%-43%

* 33% disseram que já votaram

* 52% dizem que Biden enfrentaria melhor a pandemia do coronavírus; 38% dizem que Trump se sairia melhor.

* 47% dizem que Trump seria melhor na condução da economia; 45% dizem que Biden se sairia melhor.

PENSILVÂNIA (20-26 Out):

* Votos em Biden: 50%

* Votos em Trump: 45%

* Semana anterior mostrava Biden com vantagem de 49%-45%

* 21% dizem que já votaram

* 50% dizem que Biden enfrentaria melhor a pandemia do coronavírus; 42% dizem que Trump se sairia melhor.

* 50% dizem que Trump seria melhor na condução da economia; 43% dizem que Biden se sairia melhor.

FLÓRIDA (14-20 Out):

* Votos em Biden: 50%

* Votos em Trump: 46%

* Pesquisa anterior mostrava Biden com vantagem de 49%-47%.

* 21% dizem que já votaram.

* 50% dizem que Biden enfrentaria melhor a pandemia do coronavírus; 42% dizem que Trump se sairia melhor.

* 51% dizem que Trump seria melhor na condução da economia; 45% dizem que Biden se sairia melhor.

ARIZONA (14-21 Out):

* Votos em Biden: 49%

* Votos em Trump: 46%

* Pesquisa anterior mostrava Biden com vantagem de 50%-46%

* 27% dizem que já votaram.

* 49% dizem que Biden enfrentaria melhor a pandemia do coronavírus; 43% dizem que Trump se sairia melhor.

* 48% dizem que Trump seria melhor na condução da economia; 45% dizem que Biden se sairia melhor.

NOTAS
As pesquisas de opinião Reuters/Ipsos são conduzidas online em todos os seis Estados em inglês, assim como em espanhol no Arizona e na Flórida.

* Em Michigan, a pesquisa reuniu respostas de 1.005 adultos, incluindo 652 prováveis eleitores, com um intervalo de credibilidade de 4 pontos percentuais.

* Na Carolina do Norte, a pesquisa reuniu respostas de 1.006 adultos, incluindo 647 prováveis eleitores, com um intervalo de credibilidade de 4 pontos percentuais.

* Em Wisconsin, a pesquisa reuniu respostas de 1.008 adultos, incluindo 664 prováveis eleitores, com um intervalo de credibilidade de 4 pontos percentuais.

* Na Pensilvânia, reuniu respostas de 1.001 adultos, incluindo 653 prováveis eleitores, com um intervalo de credibilidade de 4 pontos percentuais.

* Na Flórida, a pesquisa reuniu respostas de 1.005 adultos, incluindo 662 prováveis eleitores, e tem intervalo de credibilidade de 4 pontos percentuais.

* No Arizona, reuniu respostas de 951 adultos, incluindo 658 prováveis eleitores, e tem intervalo de credibilidade de 4 pontos percentuais.(com agência Reuters)

out
29

Postado em 29-10-2020 00:07

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 29-10-2020 00:07


Charge atualizada direto no site pelo próprio autor, ontem às 19:04 h

 

Thiago Lucas, NO PORTAL

 

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29

Postado em 29-10-2020 00:04

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 29-10-2020 00:04

As informações foram apresentadas nesta quarta-feira (28) durante sessão de julgamento do TCU pelo relator da matéria, ministro Bruno Dantas

Rêgo Barros: “A soberba lhe cai como veste. Infelizmente, o poder inebria, corrompe e destrói!”
(Foto: José Dias/PR)

Em artigo publicado no Correio Braziliense, o general Otávio do Rêgo Barros, que foi porta-voz de Jair Bolsonaro até o início do mês, faz duras críticas à mudança de comportamento do presidente da República, que optou por cercar-se de “seguidores subservientes” a ter de enfrentar a “discordância leal”.

Sem citar o nome de Bolsonaro uma única vez (como se fosse necessário), o general lembra que os generais romanos sempre traziam junto de si escravos cuja missão era “sussurrar incessantemente aos ouvidos vitoriosos: ‘Memento Mori!’ — lembra-te que és mortal!”.

Não é o caso de Bolsonaro, cuja “audição seletiva acolhe apenas as palmas”. “A soberba lhe cai como veste”, escreve o militar. Segundo ele, é “doloroso perceber que os projetos apresentados nas campanhas eleitorais são meras peças publicitárias”. “Valem tanto quanto uma nota de sete reais.”

No artigo, Rêgo Barros critica indiretamente também os colegas de farda que se calam diante dos abusos que são cometidos, apenas para manter seus cargos.

“Alguns deixam de ser respeitados. Outros, abandonados ao longo do caminho, feridos pelas intrigas palacianas. O restante, por sobrevivência, assume uma confortável mudez. São esses, seguidores subservientes que não praticam, por interesses pessoais, a discordância leal.”PUBLICIDADE

Além do diagnóstico, o general faz um alerta. Segundo ele, “as demais instituições dessa república — parte da tríade do poder — precisarão blindar-se contra os atos indecorosos, desalinhados dos interesses da sociedade, que advirão como decisões do ‘imperador imortal’”.

“Deverão ser firmes, não recuar diante de pressões. A imprensa, sempre ela, deverá fortalecer-se na ética para o cumprimento de seu papel de informar, esclarecendo à população os pontos de fragilidade e os de potencialidade nos atos do César.”

Leiam alguns trechos:

“Os líderes atuais, após alcançarem suas vitórias nos coliseus eleitorais, são tragados pelos comentários babosos dos que o cercam ou pelas demonstrações alucinadas de seguidores de ocasião. É doloroso perceber que os projetos apresentados nas campanhas eleitorais, com vistas a convencer-nos a depositar nosso voto nas urnas eletrônicas, são meras peças publicitárias, talhadas para aquele momento. Valem tanto quanto uma nota de sete reais.

Tão logo o mandato se inicia, aqueles planos são paulatinamente esquecidos diante das dificuldades políticas por implementá-los ou mesmo por outros mesquinhos interesses. Os assessores leais — escravos modernos — que sussurram os conselhos de humildade e bom senso aos eleitos chegam a ficar roucos. Alguns deixam de ser respeitados. Outros, abandonados ao longo do caminho, feridos pelas intrigas palacianas. O restante, por sobrevivência, assume uma confortável mudez. São esses, seguidores subservientes que não praticam, por interesses pessoais, a discordância leal.

Sem críticos por perto, ressalta o general, “a autoridade muito rapidamente incorpora a crença de ter sido alçada ao olimpo por decisão divina, razão pela qual não precisa e não quer escutar as vaias. Não aceita ser contradita. Basta-se a si mesmo. Sua audição seletiva acolhe apenas as palmas. A soberba lhe cai como veste. Vê-se sempre como o vencedor na batalha de Zama, nunca como o derrotado na batalha de Canas. Infelizmente, o poder inebria, corrompe e destrói!

(…)

As demais instituições dessa república — parte da tríade do poder — precisarão, então, blindar-se contra os atos indecorosos, desalinhados dos interesses da sociedade, que advirão como decisões do “imperador imortal”. Deverão ser firmes, não recuar diante de pressões. A imprensa, sempre ela, deverá fortalecer-se na ética para o cumprimento de seu papel de informar, esclarecendo à população os pontos de fragilidade e os de potencialidade nos atos do César.

A população, como árbitro supremo da atividade política, será obrigada a demarcar um rio Rubicão cuja ilegal transposição por um governante piromaníaco será rigorosamente punida pela sociedade. Por fim, assumindo o papel de escravo romano, ela deverá sussurrar aos ouvidos dos políticos que lhes mereceram seu voto: — “Lembra-te da próxima eleição!”

“La vie est une aventure”, Charles Trenet: chansinieur máximo da música francesa, voz e carisma insuperável. Tudo de bom para embalar leitores e ouvintes do Bahia em Pauta na última quarta-feira de outubro.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

out
28

Postado em 28-10-2020 00:28

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 28-10-2020 00:28

 

DO CORREIO BRAZILIENSE

Em debate sobre a PEC que determina a prisão para réus que acumulam duas condenações, ex-ministro considerou “hipocrisia” reprovar a proposta porque ela poderia ser aplicada a processos antigos. E disse que “não vê ninguém do governo” na discussão

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Wesley Oliveira
 

 (crédito: Evaristo Sá/AFP)

(crédito: Evaristo Sá/AFP)

O ex-ministro da Justiça Sergio Moro participou do debate sobre a Proposta de Emenda à Constituição 199 — conhecida como a PEC da segunda instância –, realizado nesta terça-feira (27) pela Secretaria de Relações Internacionais da Câmara. Moro defendeu a aprovação da PEC e acusou o governo Bolsonaro de ter abandonado a matéria.

Moro disse também ser favorável à aplicação da prisão em segunda instância mesmo para processos anteriores à aprovação da lei. O relator da PEC na Câmara, deputado Fábio Trad (PSD-MS), comentou no mesmo debate a pressão para limitar o alcance da proposta.  

“Eu preferia que a PEC fosse mais abrangente, mas se esse é o custo para aprovar, eu acho razoável. É hipocrisia reprovar a proposta por causa da questão temporal”, defendeu o ex-ministro.

Sobre a articulação do governo pela aprovação da matéria, Sergio Moro afirmou que “não vê ninguém participando desse debate. “Dentro do governo, eu era a única pessoa que falava da PEC. Desde que deixei o ministério, nunca mais se falou sobre. É lamentável que o governo tenha abandonado a execução em segunda instância”, atacou o ex-ministro.

A visão do ex-ministro foi rechaçada pelo deputado Alex Manete, que cobrou um posicionamento por parte do presidente Jair Bolsonaro. “É importante ressaltar que já cobramos do vice-presidente Hamilton Mourão, do presidente Jair Bolsonaro, que de fato eles se posicionem e colaborem. Essa pauta inclusive os conduziu para o processo vitorioso de 2018”, completou o deputado.

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