Não importa a classe social. Não importa a idade. Ou o endereço e a profissão. Não importa se é casada ou solteira. O maior medo da mãe é que seu filho ou sua filha não seja feliz”

Ruth de Aquino, colunista da revista Época, no artigo semanal republicado este domingo (13), Dia das Mães, no Blog do Noblat.

mai
25

Postado em 25-05-2013 20:20

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 25-05-2013 20:20


Simanca, hoje, no jornal A Tarde(BA)

=======================================================

Postado na California(USA), com os cumprimentos da turma do BP ao grande e premiado cartunista cubano-baiano, Osmany Simanca

(Vitor Hugo Soares)

mai
25

Postado em 25-05-2013 19:56

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 25-05-2013 19:56


Strauss-Khan e namorada no tapete de Cannes
antes de chegar aos cinemas/DN
=========================================================


O ex-diretor geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn, desfilou na passadeira vermelha do Festival de Cinema de Cannes 2013 na companhia de Myriam L’Aouffir.

Strauss-Kahn foi assistir à estreia de “Only Lovers Left Alive”, de Jim Jarmusch. A imprensa, segundo a agência France Press, noticia que Myriam L’Aouffir, a sua acompanhante no evento, é a sua namorada.

A história de Dominique Strauss-Kahn, que esteve envolvido num escândalo sexual, vai ser contada num filme de de Abel Ferrara intitulado “Welcome New York” e protagonizado por Gérard Depardieu. O trailler deste filme, com cerca de um minuto e 43 segundos, surgiu na internet no primeiro dia do festival de Cannes.

(Deu no Diario de Noticias, de Lisboa)

mai
24

Postado em 24-05-2013 03:31

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 24-05-2013 03:31


Durante uma intervenção na Universidade de Defesa Nacional, em Washington, o presidente Barack Obama revelou ter assinado um novo memorando que determina as circunstâncias em que devem ser efetuados ataques com aviões não tripulados (‘drones’) no estrangeiro.

Assim, as pessoas visadas por estes bombardeios devem representar uma ameaça «iminente» contra os norte-americanos, e prevê-se que as ações apenas sejam desencadeadas caso o suspeito em causa não possa ser facilmente capturado.

Numa referência à prisão militar de Guantanamo, em Cuba, onde desde 2002 permanecem dezenas de detidos suspeitos de terrorismo, muitos ainda sem qualquer acusação formal, o Presidente norte-americano anunciou que vai levantar uma moratória sobre a transferência para o Iémen de presos que se encontram na base, apesar de prevenir que os seus dossiers serão examinados «caso a caso».

Obama, que repetiu a intenção de encerrar a prisão, uma promessa do início do seu primeiro mandato, também indicou que vai nomear um novo responsável para supervisionar as eventuais transferências de prisioneiros e apelou ao Pentágono para designar um local em território norte-americano onde serão organizados os processos militares de exceção para julgar os detidos que já foram formalmente

( Do portal europeu TSF)

mai
24

Postado em 24-05-2013 02:26

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 24-05-2013 02:26


O editor do BP boquiaberto na hora do coffee no Hollywood Hotel
onde La Monroe habitou um tempo.A foto foi feita por Regina Soares,
da turma do BP na California.

====================================================================

Com os agradecimentos da turma do BP ao jornalista Gilson Nogueira, que garimpou e sugeriu este presente musical enquanto a turma viajava de Los Angeles para Las Vegas.Ate o proximo contato.
Boa sexta-feira

(Vitor Hugo Soares)

http://youtu.be/FhTjAmqdy2M

mai
22

Morre em São Paulo o jornalista Ruy Mesquita, diretor de O Estado de S. Paulo
Começou no jornalismo em 1948 e foi redator e editor de Internacional em O Estado de S. Paulo até que em 1966 assumiu a direção do recém-criado Jornal da Tarde. A publicação, que foi considerada uma grande inovação na linguagem jornalística da época, fechou em 2012.

Ruy Mesquita foi um defensor da liberdade, da democracia e da livre-iniciativa , princípios que sempre nortearam a linha editorial do ‘Estado’. Ao longo de seus 88 anos, teve participação ativa em momentos importantes da história do Brasil e da América Latina. Presenciou o início da revolução em Cuba, nos anos 50, e foi homenageado pelos irmãos Castro, de cujo regime se tornou depois crítico contumaz.

Reuniu-se com militares antes do golpe de 1964, que apoiou, em nome da defesa da democracia, mas, assim como seu pai e seu irmão, também passou a criticar a ditadura, uma vez instalada. Os três lideraram uma das mais emblemáticas resistências à censura prévia, substituindo as reportagens cortadas por poemas e receitas.

Trabalhando em período integral no jornal desde 1948, Ruy dizia que a sua missão era a mesma de seu pai e seu irmão: “Manter os padrões éticos, culturais e informativos do jornal”. “Um bom jornal tem de ter, em primeiro lugar, objetividade na informação. Deve superar sua ideologia na apresentação do noticiário político, não deixando que suas opções ideológicas influam na objetividade do noticiário. Isso não quer dizer que um jornal deva ser neutro diante dos conflitos políticos e sociais. Imparcial na transmissão das noticiais, sim. Neutro nos conflitos políticos, não”, afirmou.

Neto do fundador de O Estado de S. Paulo, um dos grupos mais tradicionais de mídia do País, ele comandava o jornal desde 1996, após a morte de seu irmão Julio de Mesquita Neto. Ruy manteve sua rotina de trabalho até a véspera da internação. De hábitos reclusos, dividia seu tempo entre o jornal e a casa, onde se dedicava a leituras.

Deixa a mulher, Laura Maria Sampaio Lara Mesquita, os filhos Ruy, Fernão, Rodrigo e João, 12 netos e um bisneto.

Em nota, a presidente Dilma Rousseff lamentou a morte do diretor e afirmou que Ruy Mesquista “foi símbolo de uma geração da imprensa brasileira”. “Ruy Mesquita foi um homem de convicções. Diretor do jornal O Estado de S. Paulo, criador do inovador Jornal da Tarde, Doutor Ruy – como era conhecido – foi símbolo de uma geração da imprensa brasileira. Neste momento de dor, presto a minha solidariedade à família e amigos.”

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso lamentou a morte do amigo Ruy Mesquita, em artigo publicado no site do jornal: “Choro hoje não apenas a morte do grande jornalista, mas a perda do amigo. (…) São Paulo e o Brasil perderam um grande cidadão”.

O Estado de S. Paulo é o mais antigo jornal da capital paulista ainda em circulação. Além dele, o Grupo Estado, de propriedade da família Mesquita, também controla a empresa de classificados OESP Mídia, a agência de Notícias Agência Estado e as rádios Estadão e Eldorado. Segundo o ranking de 2012 da Associação Nacional de Jornais, O Estado de S.Paulo é o quarto maior jornal do país, com uma circulação de 235 mil exemplares.

Com informações da Agência Estado

mai
19

Postado em 19-05-2013 03:23

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 19-05-2013 03:23


BP na California:o editor,Regina, Margarida e Marcia na Golden Gate

mai
18

Postado em 18-05-2013 16:04

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 18-05-2013 16:04


Sid, hoje, no prtal Metro1

mai
18

Postado em 18-05-2013 01:28

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 18-05-2013 01:28

DEU NO IG/FERNANDO OLIVEIRA NA TV

A julgar pelos resultados anteriores das tramas de Gloria Perez, não havia motivo para duvidar que “Salve Jorge” poderia ser um sucesso arrebatador e poderia manter o frisson causado por “Avenida Brasil”. Afinal, “O Clone”, “América” e “Caminho das Índias” atingiram todas médias gigantescas de audiência, com capítulos ultrapassando a marca de espantosos 50 pontos. Além disso, alguns elementos conspiravam a favor. A autora resolveu ambientar parte da novela numa favela – onde se passaram grandes sucessos do cinema como “Cidade de Deus” e “Tropa de Elite” – e abordar um tema importante: o tráfico humano. Difícil entender, portanto, o momento em que essa receita desandou o folhetim ser alvo de pesadas críticas em alguns momentos.

Alguns fatores podem ser apontados, como a construção do mocinho. Theo (Rodrigo Lombardi), vendido como “o cara” na trilha sonora, era um militar facilmente manobrável que ainda vivia com a mãe. Em contraste com essas fortes tintas de Morena (Nanda Costa), uma protagonista muito bem delineada e interpretada com vigor, o personagem perdeu o apelo já visto em figuras icônicas do universo de Gloria Perez, como Raj ou Sayid. Aliado a isso, todas as histórias relacionadas ao tráfico de drogas sumiram da trama, assim como vários personagens – quase cem atores foram escalados. Miro (André Gonçalves), que colocava vídeos na internet fingindo ser um grandão do crime, foi completamente limado, assim como Beto (Sasha Bali), o ex de Morena, que foi dado como morto numa linha de diálogo. Parte do elenco acabou servindo de figuração de luxo. Para completar, houve muitos erros de continuidade e equívocos de direção. Em suma, tivesse sido melhor burilada, “Salve Jorge” poderia ter passado incólume a piadistas e críticos de plantão.

Elencar os problemas da novela não significa, no entanto, que “Salve Jorge” não tenha proporcionado bons momentos. Obviamente, ao colocar no horário nobre da Globo uma questão importante como o tráfico de pessoas, a novela cumpriu um grande papel social ao alertar para essa modalidade de crime. Da mesma maneira, o folhetim consagrou o trabalho de Totia Meirelles e Giovana Antonelli, que ganharam grandes personagens, além de confirmar o que já se sabia sobre Nanda Costa no cinema: é uma grande atriz, que enfrenta desafios sem medo. Igualmente serão eternamente gratos à trama artistas como Adriano Garib – que já foi escalado para a “Dança dos Famosos” – e Thammy Miranda, que despontaram para o estrelato.

Feitas as ressalvas, é preciso afirmar que nas últimas semanas Gloria Perez soube imprimir um forte ritmo a “Salve Jorge” e amarrou bem suas principais histórias. O último capítulo não reservou grandes surpresas além dos finais já revelados pela coluna, mas garantiu bons momentos como o fato de Wanda (Totia Meirelles) ter se convertido na prisão numa clara ironia. Restaram, no entanto, fios soltos. Dois deles: como Helô cuidou de sua compulsão por compras? Ninguém avisou a Theo que ele perdeu um filho com o atropelamento de Érica (Flávia Alessandra)? Outros finais ficaram apenas subentendidos como Russo e Irina (Vera Fischer) cumprindo sua sentença e Celso (Caco Ciocler) assumindo sua parte na fortuna dos Flores Galvão.

No quesito audiência, a novela não foi tão bem quanto as antecessoras e registrou a menor média de um último capítulo dos últimos anos. Foram 45 pontos com pico de 49, mesmo número da última segunda-feira, quando a novela atingiu seu recorde. A antecessora, “Avenida Brasil”, marcou 7 pontos a mais.

“Salve Jorge” – 45 pontos com pico de 49

“Avenida Brasil” – 52 pontos com pico de 54

“Fina Estampa” – 47 pontos com pico de 50

“Insensato Coração” – 47 pontos com pico de 51

“Passione” – 52 pontos com pico de 54

“Viver a Vida” – 46 pontos com pico de 52

“Caminho das Índias” – 55 pontos com pico de 59

“A Favorita” – 50 pontos com pico de 53

mai
18

Postado em 18-05-2013 00:52

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 18-05-2013 00:52

================================================================

Tony Bennett ”MacArthur Park”

A VOZ QUE MARCA SÃO FRANCISCO PARA VITOR HUGO SOARES DE FELICIDADE E FAMÍLIA!!!

(Gilson Nogueira)

mai
17

Postado em 17-05-2013 14:31

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 17-05-2013 14:31


DEU NO PUBLICO, DE LISBOA

O antigo ditador argentino Jorge Videla, responsável por um dos mais brutais regimes da América Latina no século passado, morreu esta sexta-feira na cadeia de Marcos Paz, na província de Buenos Aires. Tinha 87 anos de idade.

A notícia foi adiantada pela Radio Once Diez, através das palavras da mulher de um militar, Cecilia Pando: “Videla morreu durante o sono. À noite, não quis jantar, porque se sentia mal.” O jornal Clarín apresenta uma versão ligeiramente diferente, com base em “informações judiciais”, segundo as quais o antigo ditador morreu quando se levantou, de manhã, depois de ter passado a noite com dores de estômago.

Jorge Videla assumiu o poder na Argentina no golpe militar de 24 de Março de 1976. A ditadura na Argentina só iria acabar em 1983, com denúncias de 30 mil desaparecidos, entre os quais 500 crianças.

Em Julho do ano passado, foi condenado a 50 anos de prisão por ter supervisionado uma rede que roubava bebés de prisioneiros políticos, juntamente com o ex-Presidente Reynaldo Bignone, este condenado a 15 anos de prisão. Os ex-líderes argentinos foram responsabilizados criminalmente pela “prática sistemática e generalizada de subtracção, retenção e ocultação de menores de idade” – de cerca de 500 crianças que, durante os anos da ditadura, nasceram na prisão e foram retiradas às mães, prisioneiras políticas do regime.

O tribunal deu como provada a denúncia apresentada pela organização das Avós da Praça de Maio no final de 1996, estabelecendo que o rapto de crianças para serem educadas por “boas famílias” militares era uma política deliberada – um capítulo do “plano geral de aniquilação lançado sobre parte da população com o argumento de combater a subversão”, lia-se na sentença.

A condenação de Julho do ano passado foi acrescentada à pena perpétua que Videla estava a cumprir, por crimes contra a humanidade.

Videla é muitas vezes descrito como “o ditador mais cruel da América Latina”. Chegou ao poder em 1976, na sequência de um golpe de Estado, e o seu revolucionário “processo de reorganização” do país ficou marcado pela violenta repressão dos opositores políticos – detenções ilegais, tortura e assassínios. Mais de 30 mil pessoas desapareceram durante o seu governo, estimam organizações de defesa dos direitos humanos.

Julgado por terrorismo de Estado e condenado a prisão perpétua, em 1985, foi indultado cinco anos mais tarde. Em 2010, a declaração de inconstitucionalidade das leis de perdão e indulto pelo Supremo da Argentina abriu a porta a uma nova acusação, pelos crimes contra a humanidade da ditadura argentina. Foi condenado a prisão perpétua, tal como Reynaldo Bignone, o homem que assumiu o governo depois do seu afastamento, em 1982, e que representa já o estertor do regime, depois da derrota contra o Reino Unido na guerra das Malvinas/Falkland. Antes de dissolver a junta militar e convocar eleições, em Outubro de 1983, Bignone mandou destruir todos os arquivos relativos às detenções, torturas e outros crimes da chamada “guerra suja” de Videla.

Nascido a 2 de Agosto de 1925 em Mercedes, na província de Buenos Aires, o percurso de Jorge Videla esteve intimamente ligado à vida militar. Ingressou no Colégio Militar da Nação em 1942, que passou a comandar em 1971, já como general.

Em 1973, foi nomeado chefe do Estado-Maior do Exército e em 1975 a Presidente María Estela Martínez de Perón nomeou-o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas. Sete meses depois, Videla, Emilio Eduardo Massera e Orlando Ramón Agosti derrubaram “Isabelita” Perón, num golpe de Estado militar que instituiu o Processo de Reorganização Nacional, com a proibição dos partidos políticos e o fim das sessões do Congresso Nacional.

4