Eduardo Cunha redistribuía propina a Temer com ’110%’ de certeza”.

Lúcio Funaro, ex-doleiro e operador de negócios do PMDB, em delação premiada.


Raquel Dodge (com Cármen Lúcia):estreia no STF…


…Janot e Gilmar, na foto do Estadão, no mesmo
voo para Portugal, por motivos diferentes.

ARTIGO DA SEMANA

Raios na Primavera: estreia de Dodge e entrevista de Janot

Vitor Hugo Soares

Quem acordou cedo na segunda-feira desta semana, a tempo de ver e avaliar, a partir dos signos da comunicação, os movimentos sinuosos de representantes dos três pilares do poder da República, – desfilando em quase perfeita desarmonia – durante a rápida, mas simbólica cerimônia de posse de Raquel Dodge, no comando da PGR, deve ter sentido zumbidos de alerta transmitidos do cérebro para os ouvidos. Seguidos de alguns calafrios, ânsias de náuseas e outras incômodas sensações do tipo descrito por pessoas que passaram por experiências de fenômenos pré – desastres: o terremoto que sacudiu o México terça-feira; o furacão que devastou regiões inteiras no Caribe e áreas da Flórida e outros paraísos da costa atlântica dos Estados Unidos; ou o tsunami asiático anos atrás, para citar três exemplos que me ocorrem.

Gente de “alto coturno” , expressão que parece ganhar corpo, e voltar à moda, neste começo de primavera no hemisfério sul. Insidiosamente, depois das declarações do general Mourão, em versão 2017. Figurões, alguns, outros nem tanto, muitos deles cheios de salamaleques e tapinhas nas costas (para recordar da perfeita definição do ex-ministro presidente do STF, Joaquim Barbosa, em uma cerimônia do gênero): do Executivo, do Legislativo e do Judiciário, a começar pelo escorregadio mandatário da vez, Michel Temer, minutos antes de pegar o avião e viajar apressado para um inexpressivo e quase mendicante jantar em Nova York, com Donald Trump, na véspera do insosso discurso na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas.

Por falar nisso, perfeito, também, o registro desse melancólico encontro, feito em charge primorosa do cubano Osmani Simanca, de coração fincado, há décadas, no humor gráfico do jornalismo da Bahia (premiado internacionalmente), divulgada no site A Charge Online. Trump sentado em uma caixa de engraxate com bandeirinha do Brasil balançando em uma haste, tem suas botas engraxadas pelo colega mandatário brasileiro, que , literalmente, baba de felicidade. “Formidable!”, exaltariam irônicos franceses, mestres e amantes do chargismo.

De volta ao começo, para não perder o fio da meada, a posse, na PGR também teve ausências que falam alto, e emblematicamente, à exemplo do ex-ocupante do comando da PGR, Rodrigo Janot. Em elucidativa entrevista exclusiva ao Correio Braziliense, ele afirmou não ter recebido convite para a festa, “e quem vai a festa sem convite é penetra”. Precisa dizer mais?

Quem – além de observar com atenção este intrigante bailado de signos na festa da PGR, – leu, em seguida, a entrevista completa de Janot, e viu (ao vivo ou pela TV) a reunião do pleno do STF, na estreia de Dodge, cujos membros em mais que expressiva maioria, verdadeira e retumbante lavagem de votos (10 x 1) , decidiram em desfavor da suspensão da denúncia apresentada por Janot, contra o presidente Michel Temer, pelos crimes , no exercício do cargo, de organização criminosa e obstrução de justiça, deve estar ainda de orelha em pé para os riscos inesperados de raios e tempestades neste começo da estação das flores.

O resultado na votação do Pleno, principalmente na justificativa oral de alguns ministros, com destaque para a presidente da Corte, Cármen Lúcia, o relator Edson Fachin e o decano Celso de Mello, é de mexer com os nervos e abalar muita gente, incluindo na relação até o aparentemente inabalável e provocador ministro Gilmar Mendes: único voto favorável aos pleitos pela suspensão da denúncia contra Temer, apresentados pelos advogados do Palácio do Planalto. Aparentemente ainda grogue, com a decisão, Gilmar Mendes saiu direto da sede do STF para o voo que o levaria à Europa (pela segunda vez em menos de 15 dias), agora para Lisboa, não se sabe bem com que agenda ou missão. O que se sabe é que no mesmo avião estaria o ex – procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que inicia, assim, a sua sonhada temporada de descanso em Portugal, depois das muitas e duras refregas que enfrentou no comando da PGR, como revela ao importante jornal do DF.

O ex – procurador retorna, em seguida, para se defender, com todas as flechas que ainda lhe sobraram, dos ataques, os quais está convencido, cairão sobre sua cabeça, vindos das mais diferentes direções e de adversários declarados ou dissimulados (principalmente da CPI que se arma no Congresso), o que Janot também deixa claro, na contundente entrevista publicada no CB. Não darei, aqui, detalhes das perguntas e respostas da entrevista, cuja leitura completa este jornalista recomenda vivamente, pelo conteúdo e pela arte da conversa jornalística. Cito apenas, como atraente aperitivo, uma das considerações de Janot, ao responder a uma das perguntas, reproduzida no Blog do Noblat como Frase do Dia:

“Vão tentar usar todo mundo e tudo contra mim…Tudo é possível, vão tentar desconstituir a figura do investigador. Não levei dinheiro do Miller nem autorizei ninguém a receber mala de dinheiro em meu nome. Nem tenho amigo com R$ 51 milhões em apartamento”. Ponto.

O fato relevante é que a presidente do Supremo, Cármen Lúcia, encaminhou, ainda na noite de quinta-feira, 21, à Câmara dos Deputados, a segunda denúncia, apresentada pelo então procurador – geral, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer.Disso tudo, o jornalista tira uma conclusão, antes do ponto final: não só a sombra de Ulysses Guimarães e a força poderosa de seu exemplo pessoal e de suas metáforas políticas, sobrevoam o horizonte de Brasília e do País, na chegada da primavera de 2017. Há prenúncios evidentes de mais raios e tempestades nas plagas do Planalto Central e do resto do Brasil. A conferir.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br


“Quem são aqueles dois moços,
Como é o nome deles ?:
é o Cosme e Damião”.

Grande Ary Lobo, compositor e intérprete!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

set
23

Postado em 23-09-2017 01:01

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 23-09-2017 01:01

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Meirelles diz ter recebido apoio em NY a sua candidatura

Henrique Meirelles, que está em Nova York, disse ter recebido em eventos com investidores manifestações de apoio a sua eventual candidatura à Presidência, informa a Folha.

“Isso sempre existe, não só aqui como em outros locais por onde vou, no Brasil, sempre existe alguém manifestando apoio.”

Segundo o ministro da Fazenda, empresários estrangeiros já perguntaram diretamente a ele sobre a disputa de 2018. Ele repetiu o que já dissera quando o PSD anunciou sua pré-candidatura:

“No momento, meu foco é a economia. Estou totalmente concentrado no meu trabalho, que o Brasil volte a crescer, a criar emprego.”

set
23

Postado em 23-09-2017 00:59

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 23-09-2017 00:59


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online

set
23

Postado em 23-09-2017 00:57

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 23-09-2017 00:57


Angela Merkel durante comício
Matthias Schrader AP


DO EL PAÍS

Ana Carbajosa

A reta final da campanha alemã ganhou certa intensidade, depois de semanas de comícios sonolentos e pesquisas previsíveis. A chanceler (primeira-ministra) alemã, Angela Merkel, e candidata do bloco conservador continua liderando as sondagens, mas o nervosismo cresce à medida que o ultradireitista Alternativa para a Alemanha (Afd) amplifica suas posições, com vista às eleições de domingo. “Queremos uma Alemanha onde continuemos vivendo bem e à vontade”, disse em um comício em Munique, onde também recebeu vaias e assovios. E enfatizou: “Não podemos ceder nem um só voto”. Os analistas temem que as pesquisas minimizem a intenção de votos na ultradireita e que no domingo haja uma surpresa.

Segundo a pesquisa publicada pelo Bild, o bloco democrata-cristão, de Merkel, obteria 34% dos votos e a social-democracia, de Martin Schulz, ficaria em segundo lugar, mas a 13 pontos porcentuais de distância, o que representaria um mínimo histórico para o SPD. Schulz se aferra aos indecisos que, de acordo com vários estudos, seriam por volta de um terço dos eleitores. Estima-se, porém, que a maioria deles acabe optando pela abstenção. “Tudo ainda é possível”, disse Schulz. Durante a noite desta sexta-feira, ao dar a palavra em um comício em Berlim a uma sobrevivente do Holocausto, este proclamou: “Esta Alternativa para a Alemanha não é uma alternativa. São a vergonha de nosso país”. De qualquer modo, os dois grandes partidos alemães perderiam apoio para opções mais extremistas.

Liberais, Verdes, a extrema esquerda Die Linke e a ultradireita competem pelo terceiro lugar, que determinará por sua vez, em boa medida, que tipo de coalizão o Governo pode formar. Porque nesta eleição o importante não é tanto quem ganha – dá-se como certo que será Merkel –, mas por quanto e, em consequência, com quem formará uma coalizão de Governo.

A aritmética das pesquisas indica que há apenas duas possibilidades, uma vez excluído o Afd, boicotado pelos demais partidos. Uma das opções seria a reedição da atual grande coalizão, na qual coabitam os democratas-cristãos (CDU/CSU) e a social-democracia (SPD), uma fórmula que proporcionou estabilidade e bons resultados, mas que também provocou oposição política e nutriu as fileiras extremistas à esquerda e à direita. A segunda possível coalizão seria a chamada Jamaica – negro, verde e amarelo, pelas cores da bandeira da ilha caribenha. Ou seja, a CDU compartilharia o Governo com os liberais e os verdes, uma fórmula complexa em razão das contradições entre os dois pequenos partidos, e que nunca foi testada em âmbito federal.

A campanha transcorreu sem incidentes graves e, sobretudo, sem a temida pirataria russa. Mas nos últimos dias se instalou uma certa aspereza incomum nas campanhas nestas latitudes. Partidários do Afd tentaram perturbar os comícios de Merkel na base dos gritos, até obrigar a candidata a realizar os últimos atos em lugares fechados. Mesmo nesta sexta-feira um grupo vaiou e assobiou durante mais de meia hora enquanto a chanceler encerrava a campanha em Munique. “Com vaias e assobios não poderemos forjar o futuro da Alemanha”, lamentou Merkel diante dos gritos que tentaram emudecer seu discurso. Os manifestantes também portavam cartazes com slogans como “Traidores da pátria” contra a União Democrata-Cristã (CDU), informa a agência de notícias alemã.

Uma saúde econômica invejável e o quase pleno emprego de que a Alemanha desfruta são alguns dos trunfos que a chanceler utiliza, em oposição a Schulz, que centrou sua campanha na desigualdade social e na falta de investimentos públicos. “As pessoas se preocupam com a justiça social em geral, mas, quando olham sua situação, veem que estão indo bem. Apenas 7% considera que vai mal”, interpreta Oskar Neidermayer, cientista político da Universidade Livre de Berlim. “As pessoas têm outras preocupações, como o terrorismo, os refugiados, as crises internacionais. Só com a justiça social não se pode ganhar as eleições e Schulz não conseguiu introduzir outros temas na agenda”, acrescenta.

Além do mais, Merkel conta com um clima de instabilidade global que a favorece. “Em tempos de Trump é preciso de alguém forte, capaz de lhe fazer frente”, explicava Anja Muller, gerente de uma empresa, durante um ato de campanha da candidata democrata-cristã no domingo passado. Como ela, são muitos os alemães que valorizam a estatura internacional da candidata, a qual consideram que lhes pode garantir a segurança e o bem-estar.

Ficou para trás a crise de popularidade que a chanceler sofreu depois da entrada de 1,3 milhão de refugiados nos últimos dois anos no país. Uma pesquisa publicada na quinta-feira pela rede de televisão ZDF indicava que 56% dos consultados disse preferir a chanceler Angela Merkel contra 32% que afirmou optar por Schulz.

O SPD parte, pelo contrário, de uma situação muito complicada. Governaram oito dos últimos 12 anos com a união democrata-cristã na chamada grande coalizão. A esta altura os eleitores não sabem muito bem quem é quem e, sobretudo, quem faz o quê. O único debate televisionado, em que os dois primeiros candidatos estiveram de acordo em quase tudo, alimentou a sensação de que os dois grandes partidos são quase o mesmo. Nesse contexto, é muito difícil para o SPD fazer crer que pretende governar de modo muito diferente do que fez até agora na coalizão. “Não soube se diferenciar de Merkel, não foi suficientemente radical”, avaliava Vera Wolff, uma professora de 41 anos que há alguns dias transitava por um comício de Schulz em Hamburgo.

Enquanto isso, nas fileiras do SPD cresce a rejeição à repetição da grande coalizão porque consideram que Merkel se apropriou dos trunfos próprios e alheios. “Há cada vez mais vozes contra ficar com Merkel. Fizemos um bom trabalho, mas, o que conseguimos? Nada”, consideram fontes do partido. Schulz já anunciou que qualquer acordo de coalizão terá de ser votado pelos 440.000 membros do partido.

CRÔNICA/VIAGEM

Versailles: um alerta contra a ostentação

Maria Aparecida Torneros

Versailles, nos arredores de Paris. Fui em 2009. Beleza e luxo históricos.

A pompa da corte de Maria Antonieta que viveu uma realidade distante da pobreza da maioria da população francesa na época da queda da Bastilha e o período conturbado da Revolução Francesa.

Jardins magníficos e Palácio exuberante. Versailles abriga um museu visitado por milhares de turistas que constatam a riqueza de seus aposentos e presumem a distância daquela vida nababesca que devia ser um insulto à fome do povo francês sofrido com tanta desigualdade.

Versailles permanece como um alerta para o mundo atual pois a ostentação dos dirigentes não pode ultrapassar os limites do humano direito de sobrevivência digna de todas as classes sociais.

Paris ao longe ainda exala o cheiro da injustiça daquele tempo. Muita coisa aconteceu de lá para cá e o mundo ainda vê o atônito leque de governos que se distam das necessidades dos seus governados nos dias atuais.

Os ideais da Revolução Francesa estão mais vivos do que nunca!

Maria Aparecida Torneros é jornalista e escritora, mora no Rio de Janeiro, onde edita o Blog da Cida.

Postado por Maria Apa

“Diz que não gosta de samba e acha o rock uma beleza”.

Grande Nora Ney!!! Imenso Bllly Blanco. Inesquecíveis ambos.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

set
22

Postado em 22-09-2017 00:49

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 22-09-2017 00:49


DE A TARDE

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, enviou na noite desta quinta-feira, 21, à Câmara dos Deputados a segunda denúncia apresentada pelo então procurador-geral da República (PGR) Rodrigo Janot contra o presidente Michel Temer.

A formalidade foi feita para cumprir a decisão da Corte, que autorizou o envio por 10 votos a 1 em julgamento concluído nesta tarde.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), disse que pretende encaminhar a segunda denúncia contra Temer “com total isenção”. Ela afirma que esse tema quase “paralisa” a Casa e precisa ter solução rápida. Por isso, pretende até até outubro já tenha uma decisão sobre o assunto.

Formalidade

A entrega coube ao diretor-geral do STF, Eduardo Toledo, que levou o documento à Secretaria-Geral da Mesa da Câmara.

No julgamento, os ministros seguiram entendimento do relator do caso, ministro Edson Fachin, no sentido de que cabe ao Supremo encaminhar a denúncia sobre o presidente diretamente à Câmara dos Deputados, sem fazer nenhum juízo sobre as acusações antes da deliberação da Casa sobre o prosseguimento do processo no Judiciário.

O entendimento do Supremo contraria pedido feito pela defesa de Temer, que pretendia suspender o envio da denúncia para esperar o término do procedimento investigatório, iniciado pela PGR, para apurar ilegalidades no acordo de delação da J&F, além da avaliação de que as acusações se referem a um período em que o presidente não estava no cargo, fato que poderia suspender o processo.

Tramitação

Com a chegada da denúncia, a Câmara dos Deputados deve fazer uma votação para decidir sobre a autorização prévia para prosseguimento do processo na Suprema Corte.

O Supremo não poderá analisar a questão antes do parecer da Câmara. De acordo com a Constituição, a denúncia apresentada contra Temer somente poderá ser analisada após a aceitação de 342 deputados, o equivalente a dois terços do número de parlamentares que compõem a Casa.

A autorização prévia para processar o presidente da República está prevista na Constituição. A regra está no Artigo 86: “Admitida a acusação contra o presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade”.

O prosseguimento da primeira denúncia apresentada pela PGR contra o presidente, pelo suposto crime de corrupção, não foi autorizado pela Câmara. A acusação estava baseada nas investigações iniciadas a partir do acordo de delação premiada de executivos da J&F.

set
22

Postado em 22-09-2017 00:47

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 22-09-2017 00:47

OPINIÃO

México enfrenta a tragédia

EL PAIS

O terremoto que devastou o México na terça-feira voltou a testar a coragem dos mexicanos e a capacidade de resposta das autoridades e serviços de emergência. A natureza teve uma maneira trágica de lembrar o terremoto de 1985 que causou milhares de mortos e mais de um milhão de desabrigados. Aos mais de 220 mortos e centenas de feridos é preciso adicionar os graves danos materiais entre os quais se destacam as duas escolas que desabaram com os alunos dentro como resultado dos tremores.

O México merece toda a ajuda que possa precisar e solicitar nesses momentos. As expressões de solidariedade demonstradas por vários líderes mundiais, incluindo o primeiro-ministro Mariano Rajoy, devem ser acompanhadas – como certamente serão – pelo envio de equipamentos e materiais que possam ajudar no resgate e normalização da vida.

Embora a força da natureza seja imparável, o elevado número de edifícios desabados ou danificados – incluindo a redação do EL PAÍS na Cidade do México – torna necessário que os controles nos edifícios usem de maneira rigorosa todas as medidas técnicas disponíveis para minimizar os danos causados pelo terremoto. Da mesma forma devem melhorar, na medida do possível, os sistemas de alerta.

Em qualquer caso, o urgente agora é ajudar as vítimas. O México viveu uma tragédia da qual vai se recuperar, como sempre fez, mostrando a tenacidade e coragem dos seus cidadãos.

set
22

Postado em 22-09-2017 00:45

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 22-09-2017 00:45

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

“É uma goleada contra quem apostava num enfraquecimento de Janot”

Arnaldo Jordy, líder do PPS na Câmara, sobre a derrota de Michel Temer no STF.

“Não prosperou a tese palaciana que queria engavetar a segunda denúncia ainda no âmbito do Judiciário. O que o STF fez foi respaldar o trabalho do ex-procurador-geral da República. Portanto, a decisão desta quinta-feira é uma goleada contra aqueles que apostaram num enfraquecimento de Rodrigo Janot e da própria denúncia.”

O deputado diz que a peça acusatória da PGR é densa e mostra a formação de um quadrilhão liderado pelo presidente da República.

“São denúncias sérias e consistentes contra Temer e nomes fortes do PMDB.”

Na primeira denúncia, apenas 1 dos 10 deputados do PPS — Arthur Maia, relator da PEC da Previdência — votou com Temer.