Se eu for para o Ministério das Comunicações como estão especulando, aí é que vão dizer que minha vida é seguir os passos de Antonio Carlos Magalhães””

Jaques Wagner, governador da Bahia e principal chefe político do PT no estado.Ao falar sobre as especulações quanto ao seu futuro político quando deixar o Palácio de Ondina dentro de mais alguns dias, na entrevista ao Correio da Bahia,de propriedade da família do falecido governador ACM .

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DEU NO G1
A ex-gerente da Petrobras Venina Velosa da Fonseca diz que informou pessoalmente à presidente da empresa, Graça Foster, sobre irregularidades em contratos de diversos setores da companhia. Em entrevista exclusiva ao Fantástico, exibida na noite desde domingo (21), Venina contou que “percebeu que havia irregularidades” em 2008 e que, desde então, reportou problemas aos superiores, entre eles o gerente-executivo, diretores e a atual presidente.

A documentação com as denúncias da gerente, que está afastada, foi entregue ao Ministério Público, que investiga o escândalo de corrupção na Petrobras e que resultou na Operação Lava Jato. A ex-gerente diz que “vai até o fim” nas denúncias e que outros funcionários da empresa possuem conhecimento dos problemas. Ela fez um apelo para que os outros funcionários sigam seu exemplo e também denunciem o que sabem sobre o esquema de corrupção.

Venina relata que as irregularidades na área de comunicação eram de conhecimento da então diretoria e que pagamentos por serviços não-prestados, contratos aparentemente superfaturados e negociações em que eram solicitadas comissões para as pessoas envolvidas eram formas de realizar o desvio. Segundo Venina, havia o “esquartejamento” de projetos para dificultar a fiscalização.

“Num primeiro momento, em 2008, como gerente-executiva, eu informei ao então diretor Paulo Roberto Costa, informei a outros diretores como a Graça Foster, e em outro momento, como gerente-geral, eu informei aos meus gerentes-executivos, José Raimundo Brandão Pereira e o Abílio [Paulo Pinheiro Ramos], que era meu atual gerente-executivo. Informei ao diretor [José Carlos] Cosenza (…) Informei ao presidente [José Sérgio] Gabrielli. Informei a todas a pessoas que eu achava que podiam fazer alguma coisa para combater aquele processo que estava se instalando dentro da empresa”, afirmou.

Na época, Graça Foster, atual presidente da companhia, era diretora de gás e energia. Ela assumiu o atual cargo em fevereiro de 2012.

“Eu estive com a presidente [Graça Foster] pessoalmente quando ela era diretora de Gás e Energia. Naquele momento, nós discutimos o assunto. Foi passado uma documentação pra ela sobre processo de denúncia na area de comunicação. Depois disso, a gente (…) Ela teve acesso a essas irregularidades nas reuniões da diretoria-executiva. “, declarou Venina Velosa.

Paulo Roberto Costa, que chefiou a diretoria de Abastecimento de 2004 a 2012, assinou um acordo de delação premiada para contar o que sabe em troca de uma possível redução de pena. Atualmente, cumpre prisão domiciliar.

Encontro com Paulo Roberto Costa

Venina lembra que, ao relatar o problema ao atuar delator do esquema, Paulo Roberto Costa, foi acusada de “querer derrubar o governo”.

“Esse evento aconteceu quando eu fui apresentar o problema que ocorreu na área de comunicação, que eu cheguei na sala dele e falei, olha aqui tem só amostra do que tá acontecendo na área. Eram vários contratos de pequenos serviços onde nos não tínhamos conhecimento do tipo de serviço. Mas mostrava esquartejamento do contrato. Aí naquele momento, eu falei: eu nunca soube, tô sabendo isso agora e acho que é muito sério e temos que tomar atitude. Aí ele pediu que eu procurasse gerente responsável e pedisse pra que ele parasse”, relembra ela.

“Ai eu falei: ele já fez, não tem como eu chegar agora e falar vamos esquecer o que aconteceu e vamos trabalhar diferente. Existe um fato concreto que tinha que ser apurado e investigado. Ai nesse momento ele ficou muito irritado. A gente tava sentado na mesa da sala dele, ele apontou pro retrato do Lula, apontou pra direção da sala do Gabrielli e perguntou: você quer derrubar todo mundo? Ai eu fiquei assustada e disse: olha eu tenho duas filhas, eu tenho que colocar cabeça na cama e dormir e no outro dia eu tenho que olhar nos olhos dela e não sentir vergonha”.

Favorecimento do ex-marido

Venina rebateu uma denúncia de que teria beneficiado o ex-marido com um contrato feito na empresa. Ela relata que os contratos do ex-marido com a estatal eram de 2004 e de 2006 e que a condição que apresentou para assumir o relacionamento, em 2007, foi que o contrato fosse descontinuado.

“Foi anterior ao casamento e, no momento que a gente assumiu a relação, a condição foi: vamos interromper porque tem condições de ética dentro da Petrobras e minha que eu não posso continuar. E isso foi com parecer jurídico”, afirma.

Convocação a demais funcionários
Venina lembra que, durante todo o processo da comunicação das irregularidades, foi assediada” e “pressionada” por assistentes da diretoria e da presidência que falavam: “tem muita gente envolvida, você não pode tratar essa questão dessa forma”. Em seguida, recebeu ameaças por telefone. Ela também nega ter participado de “esquemas” na estatal.

“Eu vou até o fim, sim. Eu não posso falar que eu não tenho, porque no momento que você denuncia, ao invés de você ver respostas pras denúncias, você vê simplesmente a empresa tentando o tempo todo falar: você não é competente, você fez um monte de coisa errada, o tempo todo as pessoas tendo que responder, mostrando documentos, que aquilo não é verdade. É uma máquina que passa por cima da gente”, diz.

Venina convoca também os funcionários da Petrobras a terem a mesma atitude. “Eu tenho medo? Eu tenho. Mas eu não vou parar. Eu espero que os empregados da Petrobras, porque eu tenho certeza que não foi só eu que presenciei, eu espero que os empregados da Petrobras criem coragem e comecem a reagir. Nós temos que fazer isso para poder realmente fazer a nossa empresa ser de volta o que era. A gente tem que ter orgulho, os brasileiros têm que sentir orgulho dessa empresa. Eu vou até o fim e estou convidando vocês pra virem também”.

Petrobras diz que tomou todas as providências
A Petrobras voltou a declarar que tomou todas as providências para elucidar os fatos citados por Venina e que não procede a informação de que não houve apuração das irregularidades apontadas – porque todas foram encaminhadas às autoridades competentes.

A empresa afirma ainda que Graça Foster só foi informada por email. Gabrieli afirmou que não tomou conhecimento das denúncias e a defesa de Paulo Roberto Costa salientou que os temas já foram tratados na delação premiada. Procurada, a assessoria do ex-presidente Lula não se pronunciou. Os demais envolvidos não foram encontrados.

Entenda as denúncias de Venina
Há nove dias, uma reportagem do jornal “Valor Econômico” mostrou que a ex-gerente alertou diversas vezes sobre a ocorrência de irregularidades em contratos da Petrobras antes mesmo de a Polícia Federal (PF) deflagrar em março a Operação Lava Jato. Antiga subordinada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, ela foi transferida para a Ásia após denunciar o esquema de corrupção e, posteriormente, foi afastada.

O jornal relatou que, apesar das advertências, a direção da empresa não agiu para conter os desvios bilionários e ainda destituiu de seus cargos os executivos que tentaram barrar o esquema de corrupção.

A Petrobras afirmou, na terça-feira (16), que a ex-gerente só enviou em novembro deste ano, à presidente da estatal, Maria das Graças Foster, e-mail alertando sobre irregularidades na refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco, e nas áreas de Comunicação do Abastecimento e à área de comercialização de combustível de navio (bunker).

“Os temas supracitados foram apenas levados ao conhecimento da Presidente através de email recente, de 20/11/2014, quando a empregada já havia sido destituída de sua função gerencial. Nesta data, as irregularidades na Comunicação do Abastecimento e na RNEST já haviam sido objeto de averiguação em Comissões Internas de Apuração, bem como as irregularidades da área de comercialização de combustível de navio (bunker) em Grupos de Trabalho”, diz a Petrobras em nota.

Ainda segundo a estatal, Graça Foster respondeu a Venina no dia seguinte, “informando que estava encaminhando o assunto ao Diretor José Carlos Cosenza e ao Jurídico da Petrobras para averiguação e adoção das medidas cabíveis”.

dez
22

Postado em 22-12-2014 00:26

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 22-12-2014 00:26


BOM DIA!!!

dez
22

Postado em 22-12-2014 00:16

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 22-12-2014 00:16

DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

Obama considera ataque de hackers à Sony «vandalismo» e não ato de guerra. A declaração do prresidente dos EUA foi feita numa entrevista à CNN, que divulgou antecipadamente alguns tópicos da conversa.

«Não creio que tenha sido um ato de guerra. Penso que foi um ato de cibervandalismo com custos elevados. Levamos o assunto muito a sério», declarou o presidente dos EUA numa entrevista à CNN, que divulgou antecipadamente alguns excertos da conversa.

O grupo Sony Pictures foi alvo no final de novembro de um ataque informático reivindicado pelo grupo de piratas informáticos GOP (“Guardians of Peace”) e foram divulgadas algumas mensagens de correio eletrônico embaraçosas.

Washington acusa a Coreia do Norte de ser responsável pelo ataque, que forçou a Sony Pictures a anular a estreia do filme “Uma entrevista de loucos” (The Interview, título original), uma comédia satírica sobre um ‘complot’ fictício da CIA para assassinar o líder norte-coreano, Kim Jong-un.

Obama já tinha criticado o cancelamento do filme.

A Coreia do Norte desmente qualquer ligação ao ocorrido e propôs um inquérito conjunto, proposta que Washington rejeitou.

dez
22

Postado em 22-12-2014 00:14

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 22-12-2014 00:14


Nani, no portal de humor A Charge Online

dez
21

Postado em 21-12-2014 15:19

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 21-12-2014 15:19

DEU NO ESTADÃO

Ricardo Chapola

O Estado de S.Paulo

A presidente Dilma Rousseff afirmou em entrevista ao jornal chileno El Mercurio e distribuída pelo grupo Grupo de Diários América (GDA) que o Brasil não vive uma crise de corrupção. A declaração foi feita quando Dilma respondia a uma pergunta sobre os eventuais efeitos políticos das denúncias de corrupção na Petrobrás, investigadas pela Polícia Federal na Operação Lava Jato. Segundo ela, “não há intocáveis” no País.

“Minha indignação com as denúncias que envolvem a Petrobrás é a mesma que sentem os brasileiros. E quero, como todos eles, que os culpados sejam punidos”, afirmou ela ao jornal. “O Brasil não vive uma crise de corrupção, como afirmam alguns. Nos últimos anos começamos a por fim a um largo período de impunidade. É um grande avanço para a democracia brasileira.

Dilma afirmou que não há intocáveis no Brasil e voltou a defender a punição dos responsáveis pelo esquema na estatal. “No Brasil não há intocáveis. Qualquer um que não trate o dinheiro público com seriedade e honestidade deve pagar por isso. É um compromisso do meu governo”, disse a presidente.

Questionada sobre como é liderar uma campanha “séria” anticorrupção se o próprio partido é protagonista do escândalo da Petrobrás, Dilma afirmou é sob seu governo que a Polícia Federal trabalha para desmantelar um esquema que opera antes das gestões do PT na Presidência.

“Essas investigações têm levado ao desmantelamento de um esquema que é suspeito de ter décadas de existência, antes dos governos do PT”, disse a presidente ao voltar a destacar que sua gestão tem liderado o processo contra a impunidade no País.

“Eu mesma despedi, três anos antes das investigações, o diretor que confessou para a Justiça a existência de um esquema de desvio de dinheiro na Petrobrás”.

NÉLSON SARGENTO, PARA OUVIR, PENSAR E CANTAR JUNTO!
BOA TARDE!!!
(Gilson Nogueira)

Uma composição de Marcos e Paulo Sergio Valle. Do álbum “Show Da Paz – Cristo Redentor 80 Anos” (2011). Solo de sax Jim Tomlinson

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“Olha, é como o Verão
Quente o coração”…

BOM DIA E BOM PRIMEIRO DOMINGO DO NOVO VERÃO QUE ESTÁ CHEGANDO.

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO ESTADÃO E PORTAL A TARDE

A presidente Dilma Rousseff decidiu reavaliar os nomes que irão compor o ministério do segundo mandato, após tomar conhecimento da lista de 28 políticos citados pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa como beneficiários do esquema de corrupção na estatal, conforme revelou o jornal O Estado de S. Paulo. Antes cotado para o primeiro escalão do governo, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), deve ser a primeira vítima da “lupa” de Dilma.

Embora o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, só vá pedir a abertura de inquérito e oferecer denúncia contra políticos envolvidos na Operação Lava Jato em fevereiro de 2015, a presidente não quer chamar para a equipe nomes sob suspeita. Alves perdeu a eleição para o governo do Rio Grande do Norte e, até agora, tinha cadeira garantida no Ministério do Turismo ou na Secretaria dos Portos, a partir de 2015.

Na avaliação de Dilma, ignorar os depoimentos das delações premiadas à Polícia Federal seria o mesmo que arrastar o escândalo da Petrobras para dentro do Palácio do Planalto. Em público, a presidente tem dito que é preciso aguardar as provas, mas, na prática, avisou que não vai correr os mesmos riscos de seu primeiro ano de governo, em 2011, quando sete ministros foram abatidos na “faxina” ética, seis deles no rasto das denúncias de corrupção.

Na lista dos políticos acusados por Costa de receberem repasses do esquema na Petrobras, 8 são do PT, 8 do PMDB, 10 do PP, 1 do PSB e 1 do PSDB. O Planalto tem certeza de que os nomes divulgados pelo Estado compõem mesmo a lista sob análise de Janot, a ser reforçada com outras delações, como a do doleiro Alberto Youssef.

O ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci (PT), coordenador da campanha de Dilma na eleição de 2010, e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), também foram mencionados no depoimento de Costa e negaram “com veemência” a denúncia. Renan tem apadrinhados no governo, como o atual ministro do Turismo, Vinícius Lages. De acordo com auxiliares de Dilma, porém, a inclusão do aliado na lista de Costa não afetará a escalação do ministério. Mesmo assim, há preocupação no Planalto com o impacto das delações na campanha de Renan para se reeleger presidente do Senado, em fevereiro de 2015.

O governo vive tempos difíceis no relacionamento com a base aliada no Congresso e, para piorar o quadro, o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), é favorito para comandar a Casa. Desafeto de Dilma, Cunha disputará a sucessão de Henrique Eduardo Alves à presidência da Câmara contra os deputados Arlindo Chinaglia (PT-SP) e Júlio Delgado (PSB-MG).

A expectativa dos adversários de Dilma é a de que a Operação Lava Jato alveje muitos aliados até fevereiro. Na quarta-feira, a presidente não escondeu os problemas para montar a equipe ao ser questionada pela colega da Argentina, Cristina Kirchner, se anunciaria logo os novos ministros. “Você não sabe como é difícil no Brasil”, desabafou ela.

O vice-presidente Michel Temer, que comanda o PMDB, deve conversar com Dilma na segunda-feira sobre a composição do Ministério e já marcou uma reunião, no mesmo dia, com a bancada da Câmara. O PMDB quer ampliar o espaço no primeiro escalão, de cinco para seis cadeiras. Atualmente, o partido controla Minas e Energia, Previdência Social, Agricultura, Turismo e Aviação Civil, mas está de olho no Ministério da Integração Nacional, também cobiçado pelo Pros – que já dirige a pasta – e pelo PP. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

dez
21

Postado em 21-12-2014 00:16

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 21-12-2014 00:16


Marco Aurélio, no jornal Zero Hora (RS)

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Giovana: uma poesia em forma de gente acaba de nascer em Curitiba.Da Bahia, eu e Margarida compartilhamos das justas alegria e felicidade de Natascha, Fabricio (os pais) e de Marcia, avó coruja (com toda razão), mediadora deste Bahia em Pauta.

Que Natal verdadeiramente feliz!!!

Merece uma sinfonia!

(Vitor Hugo e Margarida